Só se for em games..., existe isso, personagem
assim?
Pois, tirando o assaltante que lhe levou uma moto
no Rio, que só faltou levar-lhe as cuecas, mesmo ele estando muito bem armado,
como gosta, acabou encomendado à polícia local a caça e morte [extermínio
família] do ladrão, o resto é assim, por pura loucura e irresponsabilidade como
governante, aspas.
Entre avanços pretensiosos e megalomaníacos tenta
vender uma imagem de macho matador, como quando tenta liberar geral o uso/porte de armas de grosso
calibre no país, como recua diante dos reveses eventuais.
De quem como diz ditado: Só tem força na língua.
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Adolescente de 17 anos assassinou dois
manifestantes em protesto de movimento negro nos EUA
Parece piada, mas não é.
O Trump
foi mesmo indicado ao Prêmio Nobel da Paz. E isso seria por uma hipotética
atuação sua em situação de paz no Oriente Médio.
Parece gozação porque historicamente depois de Guerra Civil em 1860/1865, quando o país
esteve próximo de se transformar em dois, em função de uma violência armada crescente
hoje, ele nunca esteve tão perto de repetir o ‘evento histórico’ do passado.
O racismo estrutural que permeia o inconsciente coletivo
no país foi ou vem sendo turbinado por manifestações, falações e atitudes do próprio
candidato ao Nobel da Paz.
Já existem previsões pessimistas segundo as quais
os EUA não têm mesmo como fugir de uma guerra cível em futuro próximo. Guerra esta
que já se insinua no cotidiano em conflitos armados crescentes e mortes, envolvendo
grupos negros e brancos assim como de esquerda e de direita.
Para se ter uma ideia: “há mais armas do que pessoas nos Estados Unidos. Segundo pesquisa do
Instituto de Pós-Graduação em Estudos Internacionais de Genebra, na Suíça, os
EUA tinham em 2017 uma população de 326,5 milhões de habitantes. O número de
armas de fogo em poder de civis era de 393,3 milhões no mesmo ano”.
O que equivale a mais de uma arma por pessoa.
Só a título de comparação, no Brasil que teve um aporte
radical de armas vendidas no atual governo, para uma população de 211,2 milhões
de pessoas, havia 17,5 milhões de armas, ou seja, conforme a mesma pesquisa feita
em 2017, logo anterior ao grande aporte no mercado em período recente.
É bom lembrar que não se trata de “espingarda de
carregar pelo cano”, como se diz, de revólver 32 ou 38..., coisinhas assim. Mas
de armas de até então uso exclusivo dos exércitos em qualquer país, exceto nos EUA
e, agora, no Brasil.
Um objeto de desejo comum é o AR15, o mesmo que o adolescente
usou para matar as pessoas nos EUA (na imagem). Os preços variam, mas podem chegar
a U$3 mil ou aproximadamente R$18 mil. Perfeitamente compatível com o poder
aquisitivo de um salário mínimo [R$1.039] recentemente reduzido.
Este carinha de plantão no Planalto continua insistindo
sobre a necessidade de armar a população.
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O estresse
é uma figurinha carimbada que chegou, pelo visto, para ficar e vem entrando sem
cerimonias na ordem do dia de cada vez mais gente.
A novidade é que sempre foi um fator “de rua”
digamos assim, ou seja, associado às nossas funções e tarefas externas,
notadamente na área de trabalho.
Mas, o problema é que ele, aspas, já se acantonou
pelas casas e suprimiu aquela metáfora histórica que associava a
casa/residência como o “reduto de
descanso do guerreiro”, onde ele depunha as armas e relaxava, já que nada,
em tese, o ameaçava.
Ou seja, chegou de uma vez por todas para a casa,
para aquilo que se chamava antes de lar, logo, o que fazer quanto a isso e
resgatar o antigo reduto de descanso e paz?
Poderíamos considerar que os tempos bicudos acabam
por favorecer a coisa, mas não é por isso que temos que deixar rolar, logo, a saída
é identificar potenciais pontos de tensão/estresse e, na medida do possível,
equacioná-los.
Um ponto que vem se tornado um lugar comum, é a
relativa bagunça do espaço, quando,
também por um excesso de objetos, notadamente, fora de seus lugares próprios
funcionam como um pano de fundo, o que dificulta o bem estar e consequente relaxamento e paz.
Então, como ponto de partida descartar o que está 'sobrando', manter as coisas acessíveis
e em seus devidos lugares e a casa como um todo, arrumada, organizada
e limpa já é uma boa pedida.
É isso, dê uma olhada no link acima e confira
algumas dicas muito boas de como viabilizar isso, um espaço seu bem mais
confortável, melhor e saudável para ficar, para viver.
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Seria uma nova colônia
do país e não mais um patrimônio da humanidade como está previsto em Tratado Internacional.
A direita radical [dona do país] que tem no Trump um ‘pau mandado’ bocudo e eficiente [o Bozó de lá*] não brinca em serviço.
Acha, por exemplo, que o
resgate recente do Brasil e outros países à sua condição de colônia para garantir
o fornecimento de recursos naturais para a sua economia decadente, que já está
levando o seu poder geral pelo ralo não será suficiente para tentar se furtar
à decadência iminente, daí abrir nova frente de exploração “pessoal” atribuindo
à Lua a condição de colônia pós-moderna.
Dê uma olhada no
delírio:
“Polêmica! O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem
executiva na segunda-feira (6) para que seu país possa minerar
livremente recursos naturais da Lua e de asteroides. A ordem, chamada Encouraging
International Support for the Recovery and Use of Space Resources ("Incentivando
o apoio internacional à recuperação e uso de recursos espaciais", em
tradução literal), reforça uma lei aprovada pelo Congresso estadunidense em
2015, permitindo que até mesmo empresas possam coletar e usar recursos obtidos
em nosso satélite natural e também em asteroides do Sistema Solar.
Assim, Trump
deixa claro que seu governo não vê os recursos espaciais como parte de um
patrimônio universal, para serem usados pelo bem comum da humanidade (como é o
caso de quando agências espaciais, como a NASA, coletam amostras de
objetos espaciais com finalidades científicas). O presidente dos EUA acaba
mostrando um caminho para que seu país tenha liberdade de minerar recursos
preciosos fora da Terra, e sem a necessidade de respeitar tratados
internacionais — como o Tratado do Espaço Sideral, de 1967, que visa a criação
da base de uma lei espacial internacional.
Esse tratado (assinado pelos EUA, por sinal)
proíbe o uso de armas nucleares no espaço, limita o uso da Lua e demais objetos
espaciais para apenas propósitos pacíficos, e estabelece que o espaço seja
livre para ser explorado por qualquer nação, ainda que nenhuma delas possa
declarar soberania em nenhum corpo celeste.
*Ele
é um produto “cuspido e escarrado” [como o de cá] da nova tecnologia eleitoral
de manipulação dos corações e mentes pela direita internacional com eleições
pretensamente democrática, via Whatsapp/fake news.
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É o ministrozinho que executa as coisas por aqui
em nome de seus patrões além-mar quer taxar os pecados... Não acredita? Pelo
andar da carruagem pode até rolar taxações sobre coisas mais íntimas e/ou
pessoais. [Tipo “fazer osadia”, como se diz...].
Depois de suspenderem o 5º Mandamento [medidas
pró-armas e incentivo à violência e intolerância], a nova religião que tem o
mito como ícone maior, continua investindo no aperfeiçoamento das pessoas,
aspas.
Inclusive vêm adotando medidas econômicas
especiais [na área de trabalho, saúde, aposentadoria...], que têm como intenção
mandar mais gente pro (sic) céu deles, ao ‘encontro com o pai’, bem mais
cedo...
Esta nova medida, a ideia do Guedes de instituir
tributo sobre o pecado, vêm no mesmo sentido.
Veja:
“Vamos
ver no Congresso. O cara fuma muito? Bebe muito? Taca um imposto nele. Porque,
se fuma muito, vai ter problema de pulmão lá na frente, vai ocupar hospital
público, então põe logo um imposto nele”, defendeu, sem
falar em alíquotas. “Mas vício tem que
ser caro, para ver se desincentiva”, completou.
Então, poder pequeno é bobagem, e com um congresso
minúsculo, sem vergonha e subserviente [vendido a preço de banana], como este
que chegou na esteira da eleição fraudulenta do bolsonaro, não duvide que seja
aprovado.
Será se o grande preparado com toda a parafernália
de armas e ‘adjacências’, como se fosse para uma guerra, ele acha que o cara vai
mordê-lo ou será se desceu de uma nave espacial e tem poderes especiais com olhos
para dominá-lo?
Geralmente nunca entram em situações assim sozinhos.
É comum ver-se muitos deles atacando, chutando e batendo em um cidadão – não
raro crianças e mulheres – no chão e totalmente indefeso.
São todos iguais. É a mesma lógica. Seja aqui no Brasil,
nos EUA e/ou no Chile como esta.
Quem idealizou esta filosofia de que..., ataque ou
defesa, ou cagaço [com o perdão pela linguagem] como diz o povo, fez escola por
todos os países.
Esta violência desmedida e covarde, não raro se afina
com o inimigo, entre aspas, real, e cresce e se agiganta e mostra serviço quando
se trata de crianças, mulheres ou de um cidadão indefeso.
Não se trata de agir assim por que o cara seria um
bandido... Ele virou a lei que julga e pune assim, na hora? Não é a sua função.
Casal fazia compras no supermercado e deixou carroça
em uma das vagas do estacionamento. Outro cliente reclamou pela vaga e chamou a
polícia.
Pelo menos no Brasil, assim que ele acha que é
bandido – pobre, negro e minorias – ele já “se defende”, de longe, já atira para
matar.
Mas não é especificamente este caso que estamos comentando.
São situações que ocorrem em manifestações populares, em situações no cotidiano
e não em confrontos com delinquentes.
A imagem que ilustra o artigo é cena em manifestação no
Chile, aqui.
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É, concordo que pode não passar de mera
coincidência..., uma ação puramente burocrática..., tudo é possível, não? Mas,
porque uma intervenção direta e especificamente neste porto?
E com o detalhe surpreendente que é o nível de
eficiência deste delegado da PF [que
vem se desmoralizando a passos largos, graças ao Moro] ao deter o crime, que a cada dia fica mais evidente, que
permeia grande parte do tecido econômico/social do país [e que esse bandido vem
tentando legalizar, a começar por aqueles de sua famíglia], notadamente nas esferas mais elevadas, diríamos assim?
Este porto seria uma porta de entrada de armas para milícias... [Veja artigo]. Diz
alguma coisa para você e os interesses da “gran
famiglia”, do bozó?
Com tanta coisa – hipoteticamente – para fazer, já
que ele, na verdade, não faz nada [só besteiras, bizarrices, para desviar a
atenção do que rola de fato], porque essa preocupação com a “eficiência” da
fiscalização no porto, este porto?
“Pelo
menos 200 chefes no país inteiro vão entregar os cargos”
[disse ao Globo o presidente do sindicato dos auditores fiscais (Sindifisco),
Kleber Cabral], como protesto.
(...) No documento, os auditores alertam, informa reportagem do
Globo,
que o atual delegado reduziu de 70% para 17% o número de operadores de risco —
pessoas ou empresas com histórico de envolvimento em algum tipo de
fraude.
Investigações
apontam que o porto é provável entreposto do poderio bélico da milícia e do
tráfico no Rio de Janeiro. (...)
E um séquito, seguidores ou fiéis, que na ausência
de outros adjetivos mais desqualificativos [sic], fica este mesmo: elevados níveis
ou graus de alienação.*
A reza do bozó, o novo enviado do pai..., ao lado
de um monte de puxa-sacos e oportunistas, sem falar no casal de pastores bandidos
condenados, fichados e vigiados, nos EUA, que cumpriram por lá umas feriazinhas
na cadeia, literalmente.
Cederam o espaço ético de seus corações para as pregações
morais e éticas do novo enviado [será se precisamos colocar aspas em morais e éticas?]
Segundo a pregação do mito: “o nosso país tem problemas seríssimos de ética, moral e economia.
Podemos reverter e fazer com que o Brasil seja colocado no local de destaque
que merece”.
O primeiro milagre do mito foi conseguir a façanha
de esconder [provavelmente não só para os presentes ao evento] o próprio rabo,
e o da famiglia, já que sentou no dito
cujo, haja vista o grande apoio que ainda recebe.
*
É um vírus [cujo sintoma é quando uma pessoa age sem saber das coisas] que
pode ser combatido com doses mais ou menos elevadas de informação e conhecimento.
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O bolsonaro é um grande autor de factoides que desafiam
a mais fértil imaginação, tamanha a criatividade. Como a recente liberação da venda
da tequila. Efetivamente ele deve estar bem à toa, com tempo para estas filigranas
administrativas, diríamos assim, que a bem da verdade não fazem parte direta de
suas atribuições.
Mas, o que será que o eleitor do bolsonaro acha
sobre o presidente da República fazer propaganda explícita, como um lobista, de
um grande fabricante de armas, a Taurus?
As pesquisas [Data
Folha] atestam que a maioria dos consultados, incluindo eleitores seus, não
concorda com a liberação de armas.
Quanto à empresa, com certeza deve ter participado
do financiamento oculto, já que ilegal, de sua campanha/eleição, já com este
propósito.
A ideia ‘democrática’, de acesso a armas,
sobretudo uma arma de caráter eminentemente militar como este fuzil T4[da
imagem], é só uma forma velada, indireta de armar – reequipar – ‘legalmente’ as
milícias, inclusive a própria, da famiglia.
Ou será que um cidadão comum, com e/ou sem aspas,
vai investir 30 mil reais em troço do gênero para se defender? Conforme a
empresa, ela já tem 2 mil unidades sob encomenda.
Vai levar onde? Sob o banco do carro? E quando
sair á rua, entrar no shopping, viajar de avião – como já está prevista a
liberação – vai usar para que, então? Isso além da arma de mão de última
geração, da mesma fabricante, na cintura.
O povo que o elegeu, que o colocou lá, terá alguma
linha de financiamento popular, a juros módicos, para adquirir o seu?
Veja este texto no Twitter, que ilustra a nova
política de armas do governo:
Para comprar um antibiótico na
farmácia o cidadão precisa apresentar documentos e o remédio tem lote anotado
pelo governo. Mas para comprar 5 mil balas calibre 9mm ou 40, não será
necessário anotar o lote, o que impedirá a identificação. A diferença? Remédio
salva, bala mata.@blogdopannunzio
Como viu, a facilidade na compra da munição visa dificultar a
identificação de um usuário/crime, com o uso da mesma. Quanto a burocracia na
compra do antibiótico...
Obs. A lei já foi revista e para variar impedindo o acesso ao ‘cidadão comum’ por pura retórica, com 'aquele’ preconceito enrustido, já quepressupõe, não que ‘o povo’ não tenha condições
de comprar, mas porque ele, o cidadão comum, não teria 'condições' de ter/usar o
dito cujo.
Mas continua sendo inconsitucional. O que, pelo visto, a avaliar por
outras preciosidades, tem sido uma característica de menor importancia.
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Você acha que a religião ou religiosidade,
a sua, tem ou teria que incorporar este lado menos subjetivo, diríamos assim,
de algum engajamento pessoal no social ou coisa que o valha?
A gente costuma nascer com alguma religião familiar oficial e leva, vai
levando assim, com alguma prática usual como manda o figurino..., mas, será se é
só isso?
O carinha que, pelo menos em tese, bolou tudo isso,
planejava “apenas” um hipotético céu..., assim em algum canto do espaço, ‘físico’
ou não, ou mesmo em algum canto da consciência, do coração...
Cada um na sua, em seu canto, em seu próprio processo
individual..., ou teria ‘um algo mais’? Afinal não foi nada fácil...
Vê este lance por aí? Esta religiosidade mais ampla, diríamos assim? E em sua vida? Ou acha que tem
algum canto celeste reservado pós-morte, assim, quase que por osmose (?), por ‘inércia
religiosa’?
O papa
Francisco do alto de seus 81 anos e apenas um pulmão funcionando, parece
que encara uma briga diferente em nome de seu mentor ou daquilo que ele sugeriu
e pregou...
Em função disso já tem uma turma de ‘judeus’ querendo
repetir a história, tramando contra ele e sua luta.
"Há
grupos financeiros, fabricantes de armas e multinacionais que querem que o papa
perca poder. Sua retórica é muito anti-establishment. Ele afirmou que a nossa
economia mata, condenou o capitalismo e se fez escutar em questões
ecológicas", diz Scavo, citando críticas à Francisco feitas pelo centro de
estudos conservador American Enterprise Institute (AEI).
Em BBC.
Parece que é coerência demais com aquilo que o ‘barbudinho’
andou sugerindo no passado, que começa a incomodar aos carinhas dos ‘sinédrios
pós-modernos’...
E aí, e
você, o que acha?
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É isso, pelo preço e pelas chances de agilidade,
de rapidez...
Então, você acredita que ainda procuro filmes Far West antigos, também, pelas armas,
os Colt 45 e os famosos rifles Winchester... É isso, eu gosto e acho legal dar uma conferida nestes filmes, sobretudo os
antigos.
Gosto de ver... Pelo menos em tese, mas daí a comprar
uma arma e tentar agir como se estivesse em um bang bang antigo ou pós-moderno... Vai muita distância, infinita
até.
Com certeza vai ter muita gente ‘que se acha’, e que
vai se endividar para arcar com os custos, e assim poder andar com uma arma no porta-luvas
do carro ou coisa que o valha.
É uma grande burrice. Primeiro pelo endividamento,
depois, o que é mais grave, pode estar comprando um passaporte mais breve para
o céu, entre aspas, mas, com certeza ‘para a cidade dos pés juntos’, como diz a
sabedoria popular, já que uma coisa é certa. Quem vier ‘pegar o seu dinheiro’ não
vai deixar que você saque e atire primeiro.
Daí teremos muita gente incluindo uma arminha pós-moderna
na herança...
Viu o caso do ator do delírio... [ou do negócio multimilionário
que está por trás] O bozó? Só tem força na língua, como se diz, pois na hora do
vamos ver, fez nas calças e deu tudo aos assaltantes. Confira:
Clique na imagem para ampliar
Falamos sobre armas e os outros, os hipotéticos bandidos...
Não incluímos os delírios e deslizes emocionais que aumentam as estatísticas
diariamente dentro da própria família, inclusive o estímulo a acidentes com
crianças. É só “dar um Google” e conferir.
Dê uma olhadinha abaixo nestes dados da última pesquisa
DataFolha, sobre a liberação das armas
no país.
(...) O
percentual de brasileiros que são contrários à liberação da posse de armas de
fogo aumentou, de acordo com uma pesquisa Datafolha divulgada na segunda-feira
31. No total, seis em cada dez brasileiros declararam que a posse de armas deve
ser proibida, pois “representa ameaça à vida das pessoas”.
Em
outubro, 55% dos entrevistados eram contrários à posse. Agora o percentual
alcança 61%. Ainda segundo o Datafolha, o percentual de pessoas que considera a
posse “um direito do cidadão para se defender” diminuiu, passando de 41%, em
outubro, para 37% no levantamento mais recente.
Ainda
segundo o Datafolha, homens, pessoas de maior renda e heterossexuais são mais
propensos a defenderem a posse de armas. Enquanto 71% das mulheres são contra a
posse, o percentual é de 51% entre os homens. Entre os entrevistados que ganham
até dois salários mínimos, 32% defendem a posse. Já entre aqueles que ganham
mais de dez salários, o percentual é de 54%. Já entre os gays, 77% são contra a
posse de armas. Entre os heterossexuais, o índice é de 59% (...).
Como pode ver, quantos eleitores que fizeram ‘arminha’ com o seu candidato estaria entre
os 61%?
É um monte de mané ouque?
Não poderão dizer que votaram/foram enganados.
Foi um ponto onde o candidato tinha uma fixação
mórbida no tema, tanto é que antes mesmo da posse já tinha declarado que liberaria as armas por decreto, ou seja,
o mais rápido possível e sem correr riscos de algum eventual contratempo ‘legal’.
Ele mesmo já se borrou diante de armas de
assaltantes, mesmo estando bem armado... Parece mané, mas, pelo visto, não é
suicida, tanto é que se borrou todo e entregou placidamente a carteira aos
caras.
E você – muito bem armado com a pistola de última
geração, de 5 mil reais – o que faria diante de algum “roscofe”, com bala velha
e ‘enferrujada, apontado pra você na rua?
Deixaria sua ‘pistolinha chique’ de herança ali
mesmo? Ou o que?
Só pra lembrar. Sabia que o Bolsonaro já tentou
trabalhar no Congresso, apresentando um Projeto de Lei que vetava porte de
armas para fiscais do Ibama?
Já percebeu o porquê, não? Foi por vingancinha.
Em 2012 ele foi multado em 10 mil reais por pescar em área proibida por fiscais do Ibama. Não sem antes dar mil telefonemas - ligou até para a Ministra do Meio Ambiente do governo Dilma - para tentar se livrar da 'rebordosa', mas não conseguiu.
Como não deu certo, agora, com todo o poder, ele acaba com o Ibama, literalmente, e ainda dá um presentão aos madereiros e ao agronegócio, para ficar só nestes beneficiados, isso sem falar em decretação de morte dos índios.
Até brincando – eu ou você sobre a imagem de
alguma pessoa – não seria lá de bom tom, mas o que dizer de um ‘representante
do povo’, deputado federal preconizando um atentado/assassinato, sobretudo depois
do atentado real – crime, mesmo – à caravana do outro candidato do PT?
Apologia à violência, ao crime?
Tudo bem, que seja a índole do dito cujo... Mas,
daí a fazer apologia –‘instrumentando’ algum maluco – assim, livremente em
praça pública sobre um palanque...
Acha mesmo... Legal? Legal de lei, de Justiça,
mesmo...?
E pensar que um cara – maluco? – assim pode, pelo
menos em tese, vir a dirigir o país...
Não acha que ele deveria ser, no mínimo, advertido
por alguma autoridade competente, pode colocar aspas, e até ser questionado
sobre sua candidatura?
Afinal apologia ao crime pode ser item de algum
programa, base eleitoral ou de governo?
Defender a livre posse e uso de armas de fogo, até...
Como preconiza o candidato a serviço das gigantes produtoras de arma do país vizinho
mais ao norte, EUA... Mas daí a
fazer a apologia pura e simples de um assassinato...
Apesar das hipotéticas insanidades do candidato –
que ele insiste em provar que tem fundamento – o que surpreende é a quantidade
de gente – boa, entre aspas – que vê tudo isto com bons olhos e ‘pensa’ (???)
votar no dito cujo.
Qual será o (tipo de) país que deseja para si e
seus filhos? Já que deve estar ‘se lixando’ para os outros?
Dizem que “Livre
pensar... É só pensar...”. Mas, nem sempre o que parece – pensar – é.
Se
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