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sábado, 16 de novembro de 2019
Criança palestina…
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Criança palestina…
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Paulo Athayde
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sexta-feira, 1 de março de 2019
Venezuela é nova frente de pesquisas geológicas dos eua
Venezuela é nova frente de pesquisas geológicas dos eua
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Libellés : Charges e Humor, ConflitosInternacionais
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Cadê a Cruz Vermelha na “ajuda humanitária” dos eua?
Pelo contrário, a federação internacional protesta contra o uso indevido de seu emblema e nome, exigindo de ativistas na fronteira Venezuela x Colômbia, que estão usando para facilitar contrabando de carga:
“Eles podem ter boa intenção, mas correm o risco de comprometer nossa neutralidade, imparcialidade e independência”, disse a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
Cadê a Cruz Vermelha na “ajuda humanitária” dos eua?
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Libellés : ConflitosInternacionais, Desinformação, Fascismo, Fraude, Violencia
domingo, 24 de fevereiro de 2019
A missão suicida do enviado por deus... A invasão da Venezuela
(...) Nosso soft power era respeitado no mundo inteiro. O Brasil era visto como um país moderador, negociador, pacificador, que contribuía de forma muito positiva para a conformação de uma ordem mundial multipolar, menos assimétrica e mais justa.
Sempre que havia um conflito, especialmente em nossa região, o Brasil era visto como o ator mundial capaz de moderar e articular soluções negociadas e pacíficas para a crise, em consonância com os princípios constitucionais que regem nossa política externa.
Desde a época do Barão do Rio Branco, que nos tornamos especialistas na dificílima e delicada arte da negociação. Consolidamos nossas fronteiras sem disparar um único tiro. (...)
A missão suicida do enviado por deus... A invasão da Venezuela
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Privatizar... Tudo bem, diriam alguns, mas a Aeronáutica!!! Até você entusiasta golpista vai estranhar
“Traíra quer privatizar vigilância aérea
"Privatizar é pouco: pretende entregar às multinacionais:
Privatizar... Tudo bem, diriam alguns, mas a Aeronáutica!!! Até você entusiasta golpista vai estranhar
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Se alguém ainda duvidava. Entrevista esclarece um pouco sobre os bastidores – externos – do “nosso golpe”
Se alguém ainda duvidava. Entrevista esclarece um pouco sobre os bastidores – externos – do “nosso golpe”
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domingo, 8 de janeiro de 2017
O golpe no Brasil no contexto do isolamento dos EUA no mundo
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| B R I C S |
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| Rússia, Índia, Brasil, China e Africa do Sul |
"O isolamento dos EUA, por Noam Chomsky
O golpe no Brasil no contexto do isolamento dos EUA no mundo
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segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Brasil “está” sendo invadido pelos Estados Unidos, diz Assange
"Brasil está sendo invadido pelos Estados Unidos, diz Assange
Brasil “está” sendo invadido pelos Estados Unidos, diz Assange
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quinta-feira, 23 de junho de 2016
O Itamaraty sob intervenção ‘externa’ via serra/temer. “Tudo” colocado à venda
"Flávio Aguiar: O Itamaraty sob intervenção
A “nova” política externa brasileira parece a política de paquiderme em loja de porcelana. Nada contra as nobres espécies dos paquidermes - os atuais elefantes, rinocerontes e hipopótamos, e os extintos mastodontes e mamutes - em seu habitat natural. Mas uma loja de porcelanas não é o habitat natural das espécies. E a diplomacia internacional está mais para loja de porcelanas do que para savanas e descampados.
Diplomacia é coisa macia, como diz o nome. Mudanças bruscas, só em caso de guerra. Bom, os atuais ocupantes dos Palácios da Alvorada e do Itamaraty resolveram declarar guerra - ao bom senso. Vejamos alguns exemplos.
Sem mais nem menos perguntas nem consultas, o interventor José Serra decidiu reverter o voto brasileiro a favor da criação do Estado Palestino na Unesco. Motivo? Será uma reorientação, ou uma necessidade do interventor, que necessita sempre garantir seus votos na Sociedade Hebraica, na Marginal do Pinheiros?
Outra: comprou briga com um sem número de países sulamericanos, por puras razões ideológicas - logo ele, que promete uma gestão “sem ideologias” - num momento em que finamente o Brasil conseguira a unanimidade no continente quanto à sua reivindicação de um posto permanente no Conselho de Segurança da ONU. Sem este apoio, o posto não sairá. Não basta o beija-mão que o interventor quer fazer em relação a Washington, pois sem aquele apoio, Washington vai simplesmente olhar por cima e nem atentar para o “pedido”.
Mais uma: querendo desfilar tranquilo pelas ruas de Paris, pediu para a polícia francesa que retirasse manifestantes anti-golpe do trajeto que pretendia olimpicamente percorrer. Como a manifestação era legal, registrada, e não causava problemas, a polícia simplesmente ignorou o pedido. Mais um vexame que podia ter sido evitado, se o interventor tivesse algum desconfiômetro.
Nos últimos dias, o sinistro, opa, quero dizer, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, anunciou que o Brasil interromperá as negociações com a União Européia sobre a recepção de refugiados sírios. Quer dizer, anos de negociações do Itamaraty, construindo uma respeitabilidade internacional, estão sendo jogados pela janela apara satisfazer o afã coxinha dos desgovernos Temer.
E ainda houve o desafio do interventor Serra contra a OMC, pondo em dúvida a sua relevância, quando o diretor da entidade é um diplomata brasileiro de alta qualificação no cenário internacional.
Coisas assim não podem acontecer na diplomacia. Dou exemplos, em matéria de grandes guinadas internacionais.
No Brasil: o ministro Azeredo da Silveira (no governo Geisel) catalisou a mudança da política brasileira na África, favorecendo os países emergentes pós-coloniais. Mas isto foi precedido por uma série de aproximações promovidas pelo ministro anterior, Gibson Barbosa, mais conservador, mas que começou a virada. Fora do Brasil: o reconhecimento de Cuba pelos EUA foi precedido por algum tempo de negociação secreta entre os dois países, mediada pelo Vaticano.
E assim por diante.
Os interventores, que estão transformando o Itamaraty numa espécie de trampolim ideológico, estão arrebentando a pontapés décadas de cuidadosa elaboração política de nossa diplomacia, que tem reconhecimento internacional quanto a sua qualificação profissional e competência. Além de estarem jogando fora um sem número de oportunidades futuras em função de uma visão ideologicamente anacrônica, partidária, submetendo a política externa brasileira aos ditames do conservadorismo político-partidário em ascensão.
A ver como o Itamaraty se comporta.
*Flávio Aguiar é professor, autor, jornalista, tradutor brasileiro, organizador e colaborador de dezenas de livros.
O Itamaraty sob intervenção ‘externa’ via serra/temer. “Tudo” colocado à venda
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Paulo Athayde
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