segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Temos que admitir, o Bolsonaro é um tremendo cara de pau...

ou não tem nenhum senso de ridículo. 

Apesar de ser algo não só aberto, mas arreganhado em suas idiossincrasias, continua a surpreender com suas ações e atitudes bizarras, e o que chama a atenção é não ter, como diz o povo: ‘vergonha na cara’ e segue firme para 2022.

E esta?

Parece inacreditável... Mas é base para trabalho de marqueteiros colocarem na hora da campanha milhares ovacionando.

É a explicação ‘mais melhor’, pois fora isso é doideira mesmo...

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domingo, 18 de outubro de 2020

Recursos eleitorais bizarros que funcionam. Em ano eleitoral todo cuidado é pouco!

Sabe o que é isso aí, na imagem, não?

Lembra-se, é o episodio mais antigo do que ficou conhecido como fakeada, com o Serra/PSDB. Á época ela teve o sucesso inclusive na mídia internacional.

A fakeada, aquele caso que nos legou este quadro intraduzível no país hoje, como algo tão irreal como o recurso radical e bizarro que foi.

Armação essa que foi feita em Juiz de Fora/MG em um comício de rua, e que garantiu a eleição do Bolsonaro à Presidência da República em 2018.

Ele mesmo já tirou sarro depois.

Mas o que lhe atribuiu veracidade foi à edição da mídia convencional que vendeu uma imagem montada via TV, sobretudo, e provocando a revolta [e voto] de tanta gente boa, aspas.

E hoje, apesar de toda gozação daquilo que levou à fraude eleitoral, ficou assim, “só” como uma coisa engraçada. A justiça?

Dentre os seus, ainda, apoiadores, deve ter aqueles que continuam odiando aos comunistas por isso, por quase terem matado o enviado de deus.

Se a bolinha de papel que caiu na cabeça do Serra foi armação deles, foi muito mal feita e não pegou, virando motivo de gozação depois.

Porque estas notícias ‘véias’? É que coisa do gênero sempre funcionou e funciona, mudando a cara, o jeito, a forma, mas a ‘simploriedade’ do eleitor continua a mesma, e em ano eleitoral todo cuidado é pouco.

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sábado, 17 de outubro de 2020

“Dize-me com quem andas...” a folha corrida do Bolsonaro está a cada dia mais radical.

“Dize-me com quem andas que te direi quem és...”.

A ficha, ou folha corrida do Bolsonaro vem sendo construída, vem se revelando, a cada dia mais, e o que surpreende é que não passam de motivos para gozação, como se a lei ficasse à margem ou não se aplicasse especificamente nesses casos do golpe [na Dilma] e da fraude eleitoral [Bolsonaro].

Com certeza vai entrar para os anais da história política mundial o fato de um (des) governante ter sido alvo de 48 pedidos de impeachments, ter comprado todos com farto dinheiro público, e continuar na ativa e se organizando para a reeleição nas próximas eleições.

É como se em uma revelação gradual de uma colcha de retalhos de ilegalidades sucessivas, que funcionam como pano de fundo das irregularidades que se apossaram do país e do bota fora do patrimônio nacional.

E quando se pensa que este episódio do “reduto do lobo guará” * do vice-líder do governo Jair Bolsonaro no Senado Federal, senador Chico Rodrigues (DEM-RR)** só ter vindo à tona, provavelmente em função de adversidades entre grupos pró-Moro e pro-Bozó na Policia Federal, dá para se ter uma ideia dos descalabros de toda ordem que acontecem, que são identificados e que permanecem ocultos, longe do conhecimento da população e do eleitor.

*Cédulas de R$200

** É membro titular do Conselho de Ética do Senado [é isso, ética...]

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sexta-feira, 16 de outubro de 2020

O metabolismo e o poder fake nos corações e mentes do eleitor

“Perguntei p um amigo coxinha: Se o PT quebrou o Brasil e Macri quebrou a Argentina, por que só a Argentina está pedindo empréstimo ao FMI?

 

Ele respondeu: A nossa bandeira jamais será vermelha!” @Hendrix_Careta

O típico argumento do coxinha-bozó

A repetição pura e simples, ‘como se em um disco estragado’, de um clichê, que não raro prescinde da menor racionalidade, que ouviu e que lhe foi efetivamente implantado via redes sociais por um esquema, inclusive ilegal, que controla um grupo do qual faz parte.

O poder da fake é tão radical que se aproveita do baixo nível* de informação/formação do seguidor, como suprime algum eventual interesse que possa surgir de conferir a autenticidade do que ouve/vê.

Desqualifica qualquer eventual contradição ou desmentido, atribuindo ao “inimigo” a autoria da reação. Não importa a sua fonte, mesmo a mais formal, da mídia regular.

        *Não confundimos com nível de escolaridade formal.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2020

"minha especialidade é matar". Mané assim nem mesmo precisa nomear. Não é verdade?

"minha especialidade é matar"

Só se for em games..., existe isso, personagem assim?

Pois, tirando o assaltante que lhe levou uma moto no Rio, que só faltou levar-lhe as cuecas, mesmo ele estando muito bem armado, como gosta, acabou encomendado à polícia local a caça e morte [extermínio família] do ladrão, o resto é assim, por pura loucura e irresponsabilidade como governante, aspas.

Confira: Assalto sofrido por Bolsonaro em 1995 culminou com a morte misteriosa de um bandido e de toda a sua família [in: Época/Globo]

Entre avanços pretensiosos e megalomaníacos tenta vender uma imagem de macho matador, como quando tenta liberar geral o uso/porte de armas de grosso calibre no país, como recua diante dos reveses eventuais.

De quem como diz ditado: Só tem força na língua.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2020

A “classificação” não raro começa em casa...

Não raro apenas ‘exemplificado’, quando não se prevê ou mesmo percebe o poder do processo, já que aleatório e inconsciente, sobretudo pelo “autor da educação”.

É quando se vê “traços” de personalidade e jeitos desconhecidos no pequeno...

A saída é se ligar...

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terça-feira, 13 de outubro de 2020

O governo ainda fatura com as queimadas, agora “apagando o fogo”

Os incêndios na Amazônia e Pantanal além de vários outros biomas, como aconteceu de forma inusitada e radical recentemente, foram em biomas que até então sobreviviam à custa de leis e de muito rigor dos órgãos oficiais de vigilância e controle, tipo IBAMA da vida [hoje praticamente desativados para facilitar as coisas].

Eventos esses recentes que serviram de espetáculo não só local, mas para todo o mundo, foi promovido e abertamente apoiado pelo delinquente do planalto, que se passa como alguém que acha ou decide alguma coisa, que é o seu papel oficial, grosso modo, funciona assim.

Retiram 'só' as madeiras de lei, como se diz, consideradas assim por serem de grande valor econômico, em sua grande parte exportada ‘in natura’ para a indústria mundial, e na sequencia, ‘chega o fogo’ e limpa a área para a criação de gado e monocultura, também produtos que visam ao mercado externo.

Passada a fase de destruição nos biomas mais expressivos, o governo que antes tirava sarro, agora posa de ambientalista na figura do Ministro [da destruição] do Meio Ambiente dando uma de consciente e bombeiro.  

Obs. A Ministra da Agricultura, Teresa Cristina, se saiu com esta, já que é normal em regimes políticos assim se procurar um “bode expiatório”, ou culpado, a quem imputar a culpa sobre alguma coisa que não se assume, sobretudo encima dos trouxas. O responsável pelo fogo no Pantanal foi o gado. É isso, o boi.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

O Trump não inventou, mas está dando um trato no “Sonho Americano”

E a mídia oficiosa continua representando o papel dela, cultuando a quimera no imaginário das pessoas, sobretudo em países que o têm como referência.

“No es Venezuela, ni Nicaragua, mucho menos Cuba, ni ningún pais de America Latina o Africa; esto señores es Los Angeles, California”.

Si, así vive mucha gente en el país de la libertad. El país que pretende dar lecciones de democracia cuando su gente está muriendo. HIPÓCRITAS. @FloryCantoX

Sei, a depender do nível de dependência do “sonho de cada um” [o Sonho Americano] para se “organizar”..., como poderia dizer? Política e existencialmente [existe isso?] vão achar, e dizer, que não passa de um monte de imigrantes desses países citados, inclusive daqui, do Brasil.

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domingo, 11 de outubro de 2020

O passado sempre facilita ver melhor as coisas agora. É isso, a História!

A História teria uma excelente função prática na percepção do cotidiano. É isso, facilitaria bem as coisas...

Só não funciona por que a cada dia mais é deixada de lado como se inútil, e não é atoa que os regimes ditos de exceção, como se chamam aqueles aonde a democracia não chega a ser usada nem mesmo como expressão de marketing, de enfeite, são seus inimigos declarados.

Esta biblioteca na imagem... Parece, não é a primeira coisa que nos veem em mente? Mas, são malas. É isso, malas.

A bem da verdade como função simbólica, metafórica faz muito bem o papel de livro... É isso, livros de História.

Detalhe de uma História recente onde as pessoas foram no lero de malucos de pedra e deu nisso. Os regimes fascistas na Europa, que deram uma boa reduzida na população de muitas áreas por lá.

São malas de poloneses recém-chegados em campos de concentração em sua última viagem. Pode?

É assim com a História. É por isso que está área na educação formal é sempre desativada de saída, assim como da cultura ou outra qualquer que possa levar ao uso da informação, da racionalidade mínima na percepção do momento político.

Mas nada que não possa ser buscado e dado uma conferida, pois ajuda sim, a perceber bem melhor o agora. Sistemas assim funcionam tão bem que pouco inova e a fórmula é, geralmente, a mesma.

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sábado, 10 de outubro de 2020

A definição cuspida e escarrada do Bolsonaro e o porquê de sua inserção social forte

"Bolsonaro é a encarnação do racismo, do machismo, da misoginia, da violência prática e simbólica, das taras e dos preconceitos da autoritária sociedade brasileira. É a exibição sem censura da nossa incivilização", diz cientista político. [@dw_brasil]

Finalmente alguém definiu com alguma precisão aquilo que representa esta excrescência que atende pelo nome de bolsonaro e ocupa [invadiu] o Palácio do Planalto.

É um autêntico estereotipo coletivo. Ele canaliza toda a série de sentimentos abjetos e condenáveis no íntimo do ser e da alma de amplas camadas do brasileiro como um todo, daí a sua fácil inserção em todos os setores da sociedade, independente, de condição econômica, educacional, financeira e social.

É tanto mais letal mais sério ou perigoso ao eleitor, quanto inconsciente, quando não raro, não tem mesmo noção precisa do que está acontecendo. Daí nem sempre assume abertamente sua preferência e/ou opção na hora do voto.

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sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Flordelis finalmente punida. Um enfeite no tornozelo, mas só depois das 22h

Finalmente a justiça foi feita..., ela aceitou!

Flordelis coloca tornozeleira eletrônica e não pode mais sair de casa após 22 horas.

O deus deles deve finalmente ter consentido que sua filha, a Flordelis, dileta enviada para salvar o Brasil junto com o BozÓ passe por esse enorme constrangimento. O marido? Deve ter ‘pisado na bola’ e ido para o inferno deles.

Mas, “só” tornozeleira eletrônica? Magina, ela finalmente consentiu com esse constrangimento bizarro, pois até então alegava não estar preparada para a cadeia como seria de praxe.

A tornozeleira é uma formalidade que “arranja” as coisas.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Vendo estas ‘caras de num sei o que’, confia em alguém? É, governam, aspas, o país.

Como se sente governado, entre aspas, pelos ‘três’ poderes, assim, deste naipe?

E o perigo maior que governados, aspas, pelo, provavelmente, mais maluco deles? É isso, já provou inúmeras vezes [que é maluco!]. E tá tentando mostrar quem manda com a “impostação de cara” [clique na imagem para ampliar].  

Pelo menos acabam de ser originalíssimos, promovendo reunião doméstica secreta na casa de um deles, o Toffoli, regada a goró e churrasco, para alinhavar o acordão lesa-pátria, porque ilegal e neste nível de autoridade, entre “ambos” os três poderes, quatro.

Outro fator preocupante adicional, é que enquanto os outros dois [três] poderes, ficam com cara de manés, de imbecis, o outro, impõe uma cara de dono da coisa. Já pensou?

É como disse o Zé de Abreu em outro contexto, com o novo chefe do STF, o Fux, de biografiazinha bem aberta... 

  – “Tamo fudido”.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Auxílio Emergencial tem mais estória do que imagina nossa vã filosofia de botequim

Porque você acha que estas pessoas, provavelmente, conforme o conceito usual, tudo gente de bem, gente boa, se deu ao trabalho de solicitar um lance assim, o Auxílio Emergencial?

É, parece fake, não? Mas, é a cara desses setores que topam qualquer parada para não perderem seus privilégios, inclusive colocando [promovendo] bandidos, milicianos, e estrangeiros para gerirem o que considera de seu.

Os 600 milionários nesse universo todo, assim como cerca de 300 deles candidatos políticos [declarado no ato da inscrição], tipo nessas eleições, para vereadores e prefeitos, também fizeram a mesma coisa por qual motivo?

Será que se reconhecem com mais direito do que os outros..., sobretudo esse monte de gente “precisada”, que foi o objetivo original altamente ‘brigado’ do programa?

Ou alguém o fez por curtição, gozação e nem desconfiou que motivo assim pudesse ter mais significados do que meramente “ser engraçado” para milhões de pessoas no país?

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terça-feira, 6 de outubro de 2020

É um desafio para ciência...

explicar como é possível conciliar certas qualidades incontestáveis, diria primitivo-animais, com inaptidões para coisas que exigem habilidades tão simples...

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Justiça continua inovando, ou encontro doméstico caloroso entre réu e juiz para um lerozinho maneiro

Alguém andou ‘vazando’ esta imagem de um abraço ‘super caloroso’ entre o decano do STF e o réu’. Como alguém já ilustrou aí. É que o Bolsonaro tem ‘várias coisas’ penduradas por lá.

Isto foi em casa do Toffoli, onde o Bolsonaro foi ter um lero provavelmente sobre o alinhavamento de sua indicação, o Kassio Nunes, para que tudo saia nos conformes, já que o cara deverá ser um preposto [vulgo pau mandado] de seus interesses por lá,

Logo, ele foi, como disse, alinhavar os deles para que tudo saia nos conformes em futuro próximo.

Não podemos dizer que é assim, que este seja o procedimento usual, ou que seja a prática. A indicação pelo presidente da República é uma mera formalidade, ou deveria ser.

Tanto é que Toffoli foi um dos indicados por Lula, e se revelou como um autêntico inimigo por lá, ou o cara diretamente responsável pela sua não libertação da prisão em tempo hábil para ser candidato, quando a fraude Lava Jato já era mais do que evidente.

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domingo, 4 de outubro de 2020

O Brasil hoje? Vai muito bem, obrigado!

Claro que os descalabros feitos ou provocados pelo sistema que se apossou do país nas últimas eleições e suas conexões internacionais, que reponde pela expressão “governo bolsonaro”, carecem até mesmo de adjetivos mais adequados para qualificá-los ou desqualificá-los.

Entretanto, mais surpreendente ainda, é o silêncio, um verdadeiro faz de conta, como se tudo estivesse dentro da maior normalidade, de que tá tudo bem, das autoridades e poderes outros do país, enquanto o Brasil desce tranquilamente pelo ralo.

É como se o país se tornasse de repente uma propriedade particular com usufruto absoluto de todos seus bens e patrimônios por uma corja, uma verdadeira quadrilha, com custos e prejuízos, em sua maioria, irreversíveis.

Até a velocidade do roubo, do ‘bota fora’ da desapropriação ‘das coisas’ contribui para isso, quando o recém-destruído ou doado [a título de privatização] fecha facilmente seu ciclo com o apoio e beneplácito da mídia oficiosa vendida, que endossa o faz de conta, de que nunca existiu, simplesmente sumindo no noticiário.

O esquema de dominação, de alienação dos corações e mentes da população, independente de condições econômica, social ou de escolaridade, não só endossou esse projeto lesa-pátria em seu elevado nível de ignorância, como está aí a postos para dar-lhe continuidade, seja com este ou outro nome na cédula eleitoral em 2022.

Já que os mecanismos altamente eficientes utilizados de alienação e domínio, continuam aí na reserva, e as pessoas não mudaram em nada suas atitudes no sentido de “abrirem os olhos”, embora não raro sintam, e muito, seus efeitos na pele, na vida.

A situação está além do preocupante, pois aquilo que domina o noticiário e são os tops trends, nas Redes Sociais, são as filigranas da intimidade dos inquilinos do Planalto, inúteis e insignificantes de suas vidas pessoas, chinfrins, como uma verdadeira cortina de fumaça do que de fato acontece no país.

O voto nunca adquiriu até então, a verdadeira dimensão de sua real natureza e poder, como se algo transcendente..., e é o que tá na mão.

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sábado, 3 de outubro de 2020

Otimismo como estratégia para um futuro mais elaborado

No momento parece até meio ingenuidade ficar afirmando ou ratificando otimismo ou o famoso pensamento positivo, entretanto é a condição para começar a pensar em algo de significativo, de efetivo neste sentido, já que o tal “não otimismo’”, diríamos assim, é contraproducente e depressivo o que, convenhamos, não é nada de bom e ninguém merece.

Isto quando se refere ao país, à situação em que nos encontramos com “as coisas” do país e o caracterizavam de alguma maneira, que celeremente se tornam passado até certo ponto irreversíveis.

Mas a estratégia, o otimismo, é o mínimo da racionalidade, inclusive quando se refere a nós mesmos, às nossas coisas, hipotéticos planos e futuro.

Veja o que diz o Noam Chomsky sobre isso.

“O otimismo é uma estratégia para fazer um futuro melhor. Porque, a menos que você acredite que o futuro pode ser melhor, é improvável que você intensifique e assuma a responsabilidade de fazê-lo.”

- Noam Chomsky

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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Olhares diversificados... A intenção é, sobretudo, fazer sorrir

 


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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Alienação deve ser o conceito que mais se aproxima de uma explicação

Parece uma forçação de barra do argumento, mas é fato. A compreensão chega às raias da psicanálise ou coisa que o valha, ou seja, a atitude transcende a mais pura e elementar ignorância.

Embora grande parte dos percentuais de aprovação do governo sejam enfeites comprados a peso de ouro pelo dinheiro público às agências de pesquisas, ainda tem muita gente que votou e mesmo assim continua apoiando defendendo e abrigando-o pelas mesmas ideias.

Ideias, atitudes e comportamento que fogem ao mais elementar conceito de racionalidade e bom senso.

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quarta-feira, 30 de setembro de 2020

A mentalidade que destrói uma Amazônia se manifesta em instâncias bem menores...

Conceito de evolução urbana. O que você acha desta ideia?

É, e é São Paulo, uma cidade que pelo tamanho e necessidades qualquer intervenção pode ser altamente significativa.

Ideia do DoriaPSDB

A mentalidade que vem dominando o país, sobretudo depois destas ultimas eleições, é a que considera normal, aspas, situações como as recentes na Amazônia, no Pantanal ou em outros biomas como o Cerrado.

A continuidade na implantação de mentalidades assim, de morte, só depende do voto.

Voto que não se resume ao voto no Presidente ou Governador, mas votos em todas as instâncias, como do vereador mais elementar ao presidente da república. É tudo a mesma coisa, está tudo de alguma maneira interligado.

A saída é a informação, mesmo, sobre o candidato [suas conexões políticas] e que direcione a opção mais racional e inteligente no ato do voto.

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terça-feira, 29 de setembro de 2020

Estímulo à posse e porte de armas pela população continua

É uma mina de ouro para os fabricantes, e grande objeto de desejo para quem gosta, pode comprar e quer ter e usar.

Mas, os preços não são fichinhas e ninguém pretende comprar uma ‘espingarda de carregar pelo cano’, mas os filés da tecnologia de morte, de extermínio.

No ‘irmão do norte’ que é o modelo oficial, a coisa anda em franco progresso

Por aqui..., a nível de povo, como se diz, o lance para cada vez mais gente, ainda, é garantir um rango mínimo diário.

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segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Ser político pode ser boa ideia. O problema é o currículo, ou melhor, a folha corrida

Estive pensando em ser candidato a alguma coisa, algum cargo político. É isso, de política eu gosto mesmo, se bem que ultimamente é puro masoquismo, e quem sabe eu descubro que gosto de ser político?

O problema é o meu currículo, ou melhor, a minha folha corrida que não anda lá estas ‘brastemp’  todas e vou precisar dar uma caprichada, uma  melhorada (?), embora não tenha a mínima ideia de por onde começar.

Acho que se tentar assim mesmo, na cara de pau, terei poucas chances. É que cresci achando que lances de se ater às normas, regras, princípios, leis e coisas assim, era o certo. Pelo visto é uma tradição meio retrógrada em minha família, que sem querer acabou me prejudicando de alguma maneira.

É isso, já que o lance é outro, onde as pessoas costumam se dar bem mesmo fora da carreira política. Conheço alguns casos emblemáticos próximos, bem próximos por sinal, tipo gente de bem [que se deu bem, é claro!].

À primeira vista parece absurdo que o critério principal na escolha dos caras que vão administrar a coisa pública, do povo, tenha que ser em sua grande maioria desse naipe, é bem contraditório, mas o lance é que é assim.

O eleitor segue muito bem o script, cumpre seu papel direitinho. Sabe-se lá o porquê, Será se por uma questão de afinidade, de sintonia ou o que? O lance é que vem dando certo há já um bom tempo.

A gente fica sabendo no varejo e quase ninguém mais liga, sobre o grande negócio, comércio, mesmo, que a turma, sobretudo os parlamentares nos três níveis, atua com o seu voto/apoio, tipo a quem dá mais, não importa a que bandido seja.

Neste link abaixo vai ver um lance interessante, que só se tornou assim, como poderia dizer..., público, porque os caras tiveram que declarar no ato de inscrição à candidatura, o que deve ser uma amostra insignificante deste universo, já que ninguém precisa ficar sabendo.

Veja isso, 300 milionários declaram que receberam o auxilio emergencial de 600 reais destinados às pessoas precisadas, diríamos assim.

Pelo visto é sucesso garantido nas urnas!

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domingo, 27 de setembro de 2020

O conceito pós-moderno de relação fast food tá pegando bem na crise

Tem um ponto nessa crise que vem pegando muito, mesmo, embora diante da fatalidade da própria pandemia acabe por perder relevância.

E não é pra menos, pois é a vida como se tomada de chofre e sem prévio aviso, deixando inclusive as pessoas que ficam sem chance para ver, despedir e nem mesmo para chorar seus entes queridos.

Nesse clima todo, um aspecto muito interessante é o que vem mostrando as estatísticas, ou seja, que nunca houve antes um percentual ou número de separações de casais tão grande, tão acentuado como agora.

A convivência ‘na marra’, quando nem sempre ou nunca experimentaram antes um nível assim, deixa cada um sem saber o que fazer consigo mesmo e muito menos com o outro, daí os conflitos são inevitáveis.

O desafio é grande, provavelmente gigantesco em muitos casos, mas é perfeitamente possível administrar, em superar. É importante situá-lo neste contexto radical em que estamos todos inseridos, o que facilita, e muito, ver as coisas.

Casamento algum é um processo acabado em si mesmo, nenhum nunca o é, já que é dinâmico como cada ser, logo, é uma rara relação mutante mesmo e que carece de muita atenção e cuidados, tanto consigo mesmo, como pressuposto fundamental, assim como com o outro e com a relação em si mesma.

Mas é perfeitamente possível. Já que na realidade, assim mesmo é que é.

A cultura fast food que vem dominando mais e mais os corações e mentes das pessoas hoje, cria a atitude mental que acaba se revelando em tudo o mais na vida e pega bem nas relações.

Só que, no fundo não somos assim, daí a dor.

Dê uma olhada nesse linque e confira algumas dicas da hora [simples como todas relevantes], que sempre são bem oportunas.

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sábado, 26 de setembro de 2020

Como ter um bom vizinho, mesmo não o tendo escolhido. Tudo a ver com a quarentena

É um artigo interessante e bastante oportuno, tendo em vista o convívio intensivo e prolongado entre vizinhos com todos os seus mode d’emploi, modus vivendi e operacionalidade toda no cotidiano, de forma bem mais intensiva que a usual em função da quarentena.

Logo uma reflexão sobre isso surge na hora, quando vamos perceber que é bem mais fácil do que parece à boa convivência, ou como diz o título deste artigo em um blogue nosso:

        “Como ter um bom vizinho mesmo não o tendo o escolhido.

Existe um ditado que diz: “O melhor a fazer para se ter um bom vizinho é manter uma boa cerca”.

Parece uma visão meio pessimista, mas, sabedoria do povo é “sempre sábia”. Ainda não perdemos aquele instinto animal da noção/necessidade de território, e a sua invasão seja ela física ou subjetivo/existencial gera, no mínimo, um grande estresse e muita animosidade.

Portanto, construir uma “boa cerca” significa estabelecer uma relação respeitosa com a observância das normas legais, normas da boa convivência, de reconhecimento e respeito territorial, seja ele físico/espacial: som alto e barulhos em horários impróprios (cuide das necessidades do seu cão); psicológico/sociais: cordialidade e deixar que o vizinho cuide da vida dele sem mexericos e fofocas são atitudes ou elementos essenciais para compor uma “boa cerca”.

Estas observações parecem tão óbvias como desnecessárias, não é verdade? Mas, não é o que se vê por aí, principalmente com a urbanização excessiva e o amontoamento – literal – das pessoas em apartamentos pequenos com pouco isolamento acústico, o que faz com que viva a cada dia mais próximas e com perde crescente de privacidade.

Se as condições de moradia postas nas grandes cidades, por exemplo, são estas, é necessário que se crie novos procedimentos imprescindíveis para uma convivência mais tranquila e harmoniosa.

No mínimo que se atenha aos princípios legais do silêncio, do uso do espaço comum nos prédios e condomínios, inclusive no aspecto lixo e cuidados com a manutenção e preservação do patrimônio comum, que só é comum no que se refere ao uso ou usufruto coletivo, não conferindo, portanto a ninguém em particular qualquer privilégio pessoal sob qualquer pretexto.

Pense nisso!

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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

A baixa autoestima nacional está detonando aspectos importantes da cultura e do ser

Sabemos que por aqui nem tudo anda lá essas coisas, como se diz, mas em que pese o quadro, não parece inteligente se alinhar nesta lista bizarra em que andam tornando o país, e passar a se considerar um pezinho da alface murcho, sobretudo como nacional, como brasileiro.

É isso, embora ninguém confesse nem para si mesmo, é o que anda rolando no fundo dos corações e mentes de muita gente. O que torna o sonho de ‘mudar o nacional’, não apenas uma brincadeira de mau gosto.

Então, temos história, e temos cultura valiosa e motivos mil para continuar nos orgulhando de nós mesmos e do Brasil, de continuar lutando, fazendo a nossa parte para resgatar, para trazer esse país de volta.

Veja o que diz o escritor Alberto Mussa sobre isso. Confira!

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