sexta-feira, 23 de setembro de 2016

FHC, o intelectual das maracutaias admite compra de votos em sua reeleição

Um cara assim vai a um programa de televisão e admite, sem meias palavras, que sua reeleição quando (des) presidente da república foi comprada – a aprovação do processo –, das duas uma: ou ele acha que os ouvintes/telespectadores são imbecis, ou acha que os ouvintes/telespectadores são imbecis...

Não chega a ser uma novidade. Quem tem o hábito, mesmo que reativamente, de se informar, algo que, diga-se de passagem, não é lá tão comum assim, já sabia isto de velho. Mas, em boa parte das pessoas que acha que se informar é assistir ao JN, ao Jornal da Noite ou mesma a Globo News (mais chique!) ou a tal CBN e coisas do gênero, uma afirmação como esta não tem lá grande significado, já que não tem massa critica suficiente para julgar, para avaliar.

Então o mesmo esquema está de volta na pessoa do ‘interino’ no palácio do planalto. É como se a historia se repetisse, mesmo que como farsa, como se diz, só que, decididamente, não é farsa.
"FHC, o intelectual das maracutaias
Sua última entrevista ocorreu no programa Roda Viva de 26 de outubro de 2015, quando disparou: “Tinha que ter uma renúncia com grandeza. A presidente Dilma não pode desconhecer o que nós conhecemos, que a economia está em uma situação desesperadora, que há uma crise política. Ela tinha que dizer: ‘Eu saio, eu renuncio, mas eu quero que o Congresso aprove isso, isso e isso’”, sugeriu.

Esse é o atual Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil que deixou seu segundo mandato com 23% de aprovação, usando e abusando de demagogia pura, uma vez que sabe que, no fim de seu mandato, só para citar apenas um índice econômico, as reservas do país eram de US$ 38 bilhões e atualmente, no governo Dilma, são de US$ 378 bilhões, dez vezes mais.

Ele quer uma renúncia de Dilma “com grandeza”. Mesmo que ao fim da entrevista afirme que a presidente é uma pessoa honesta. Como explicar isso? Grandeza ele não teve ao ter batido às portas do FMI e quebrado o país duas vezes. E mesmo assim não renunciou.

FHC também falou sobre o episódio da suposta compra de votos citada mais abaixo no texto, para aprovação da reeleição, durante o primeiro mandato de seu governo: “Se houve compra, não foi minha, não foi do PSDB. Se houve compra, foi coisa deles. Não duvido. Mas condenamos”, afirmou.

“Deles’’ quem? Dos deputados? Qualquer um que estivesse junto aos jornalistas do programa pediria para que ele fosse mais direto e desse nome aos bois. Mas no Roda Viva…

Se nem ele e nem o PSDB comprou os votos, quem comprou? Os próprios parlamentares compraram os votos deles mesmos?

Como é que a turma do Augusto Nunes se contenta com uma “explicação’’ dessas? A claque só está lá mesmo para levantar a bola para um sênior que já não consegue expor nem alinhavar suas ideias com clareza. O ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo comentou: “Um ex-presidente não devia falar isso. Eu também acho que ele poderia ter renunciado quando comprou a reeleição.”

FHC continua: “A segunda metade do governo Lula e o segundo mandato da Dilma têm mais a ver com o governo do general Geisel do que com o meu”.

Bem, esse comentário eu fico devendo, como os os participantes do Roda Viva.
Mas vamos conhecer um pouco mais desse curioso sociólogo, mais vaidoso que intelectual de fato. Fernando Henrique Cardoso talvez seja o político brasileiro que mais coleciona (e esconde) episódios “estranhos’’, expostos ao longo de uma extensa galeria de 84 anos de vida.

Dissimulado, nunca comentou sobre sua aposentadoria aos 37 anos como professor de Ciências Políticas da USP. Há que se reconhecer que ele foi na verdade aposentado pelo AI-5, juntamente com Florestan Fernandes e outros. Mas, ao retornar do exílio em 1978, jamais tomou qualquer iniciativa ética de rever sua aposentadoria, que na época já era muito boa, vindo a evoluir em valores atuais a 22 mil reais por mês. Valores, segundo ele… razoáveis.

Em seu depoimento à Comissão da Verdade, realizado no dia 27 de novembro de 2014, Fernando Henrique disse: “Estão servindo caviar, mas é amargo, porque o exílio é o exílio. É amargo porque você vive a maior parte do tempo imaginando o que está acontecendo no seu país e na expectativa de que tudo vai mudar.’’

Mas, segundo o livro da escritora inglesa, Frances Stonor Saunders “Quem pagou a conta? A CIA na Guerra Fria da Cultura’’, com edição esgotada, embora considerado por seus pares socialista-marxista, FHC, no seu auto-exílio no Chile, foi admitido na CEPAL, Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, órgão da ONU, recebendo alto salário em cargo de nível diplomático. Tinha direito a privilégios como isenção de impostos, vida abastada, bela casa em bairro nobre e carro Mercedes Benz com motorista. No retorno do seu auto-exílio, em 1978, desembarcou no Brasil com verba de 180 mil dólares, destinada ao CEBRAP, tudo por obra da Fundação FORD, um dos braços da CIA. (...)

Leia mais, em Jornalistas Livres

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O ‘interino’ doa a TV Brasil ao alckmin/psdb

Quem apostou nisso que está posto aí... Pode começar a comemorar de vez. É o sucateamento do Estado, para usar uma expressão ‘suave’, já que é um desmonte histórico, com a sua colocação à serviço de interesses que não aqueles compreendidos – em princípio – como sua função original, ou um serviço à população como um todo e não uma mera extensão da iniciativa privada local e internacional, como está fazendo o ‘interino’ à frente da ‘força tarefa’ golpista.

‘Força tarefa’ – eminência parda do  golpe – que dormitava e engendrava durante o curto período em que o Estado esteve colocado, efetivamente, à serviço do país e do povo. Em que pese as mazelas que por ventura tenham ocorrido.

Não a lista de armações que os golpistas, inclusive no judiciário, engendraram para tentar legitimar o golpe, o desmonte do Estado e sua entrega ao capital internacional, bem como promover o retorno de grande parte da população ao seu local historicamente estabelecido – antes do período lulodilmista – às ‘filigranas’ da economia, à sua margem, à margem da sociedade e, porque não, da vida. É, da vida, uma vida decente, digna e com seus direitos básicos, fundamentais, proporcionados por uma política, e economia, justa e democrática.

A cessão da TV Brasil à iniciativa privada, com a sua perda de autonomia programática, inclusive, submetendo sua programação ao panfleto televisivo do psdb, do alckmin, é só uma pequena demonstração do que vem, está vindo.

O que surpreende são as decisões à toque de caixa, em uma rapidez e velocidades inusitadas, como se temessem algum revertério e a experiência golpista fosse interrompida. Querem deixar o fato consumado. Já que, a depender da natureza da venda/doação, o processo pode ser irreversível.

Quando o fhc deixou o seu (des)governo, quando vendeu/doou ‘coisas’ como a Vele do Rio Doce, veja aqui, por exemplo, nada pôde ser feito para reverter o processo, embora o novo governo tenha conseguido em outras áreas.

É um período, experiência, inusitado da História do país. Mesmo os militares de 64 foram mais cautelosos...

Veja, aqui.

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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Congressistas da “casa de mãe Joana” dão o ar da graça, de novo, e votam em causa própria

Então, tá aí o seu ‘congresso’, os seus deputados. Aqueles mesmos que deram um chute na democracia brasileira – espero que não, especificamente, com o seu aplauso – que se sentem “os donos da cocada preta” e se dão ao luxo de fazer coisas até então impensáveis em tempos mais democráticos.

Se ao contrario, festejou o golpe, tem aí mais um tema pra aplaudir, pois vem da mesma fonte, do mesmo veio que nos fez retornar – inclusive aos olhos internacionais – ao nível de uma republiqueta chinfrim, onde tudo é possível, graças ao “apoio”: voto e aplauso, de grande parte dos eleitores.

Só pra lembrar, as eleições municipais estão aí. Tá na hora de repensar o voto e deixarmos de votar “provincianamente” naquele candidato ‘conhecido’, parente, aderente ou coisa que o valha, já que ele – o vereador – é a base, de fato, de tudo que rola nas instâncias superiores, sobretudo, na “casa de mãe Joana”, vulgarmente chamada de ‘congresso nacional’. Ou que está e se faz assim...
Leia: 
As eleições municipais são a base, de fato, dos poderes em Brasília. Pense nisso na hora de escolher o seu vereador/prefeito
O “causa própria” no título se refere, literalmente, a causa/interesse pessoal de cada um, mas, também, ao de seus padrinhos/donos (empresas locais ou não) e financiadores. Afinal, foi para coisas assim que foram/são regiamente pagos e eleitos. Pelo menos grande parte deles.
"Congressistas tramam lei para anistiar caixa 2
Antecipando-se à provável formalização do acordo de delação premiada de executivos da Odebrechet, beneficiários de repasses de verbas de má origem por baixo da mesa armam no Congresso um movimento suprapartidário. Trama-se a aprovação de um projeto de lei que, a pretexto de criminalizar o caixa dois, ofereça aos fora da lei um pretexto para reivindicar anistia.

Os articuladores da manobra se escoram no pacote de medidas anticorrupção costurado pela força-tarefa da Lava Jato e subscrito por mais de 2 milhões de apoiadores. Uma das dez medidas reivindicadas pelos procuradores de Curitiba trata justamente do caixa dois. Criminalizando-o, os parlamentares invocarão o princípio do Direito segundo o qual nenhuma lei pode ser aplicada retroativamente. Nessa versão, todos os pecados anteriores estariam perdoados.

Se prosperar, a manobra só terá alguma chance de êxito se a Procuradoria e a Justiça engolirem a lorota de que o dinheiro repassado aos políticos e aos partidos pelas empreiteiras que assaltaram a Petrobras era caixa dois de campanha, não propina. Hoje, a tendência é de desqualificar até a verba suja que foi lavada por meio de declarações oficiais à Justiça Eleitoral.

A movimentação nos porões do Legislativo reforça a impressão de que, não podendo aumentar a própria estatura, certos congressistas se esforçam para rebaixar o teto.

    De Josias de Souza (é isso, um cara da turma da folha, que nem mais esconde o seu alinhamento e entusiasmo com o ‘esquemão’ que está aí. Inclusive, ou, sobretudo, com o golpe novo, fresquinho.)

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Super Apê de FHC é investigado criminalmente (em surdina)

Enquanto o pessoal da justiça, assim em minúsculas, “inventa” coisas para tentar detonar o Lula, fatos mesmo, concretos, sob forma de processo criminal estabelecido, que dorme nas gavetas da justiça e não tem nada de fictício ou hipoteticamente inventados por um ‘juizinho/procurador’ deslumbrado e/ou servindo a interesses não confessados, continua como se não existisse.

O detalhe. É inteiramente ignorado – escondido – pela mídia de sempre.

É o que diz em artigo o Paulo Henrique Amorim (17/09/16), sobre as histórias do pixuleco de 3 milhões de reais do FHC em área nobre de São Paulo, o Bairro Higienópolis, em processo criminal que deve estar às traças em algum escaninho da justiça.

Veja esta pérola – publicada ontem por sua assessoria – de hipocrisia e de certeza absoluta de que fala para um bando de manés, de imbecis, que sempre o apoiaram e ao seu partido e demais componentes da ‘quadrilha’, o psdb.
“Por meio da página do ex-presidente no Facebook, sua acessória informou que FHC “agradece as manifestações de apoio que tem recebido” e que “muito ainda dará de sua contribuição para recolocar o Brasil nos trilhos da decência e do desenvolvimento”.”
Como diz a velha sabedoria popular: “tem gosto (e besta) pra tudo”.

Leia mais com o Paulo Henrique Amorim, aqui.

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domingo, 18 de setembro de 2016

Perseguição ao Lula? É, também, uma questão de “classe...

O texto é interessante e oportuno. Mas, eu chamo a atenção como inusitado que é pelas reflexões que suscita, bem como pelo lado bizarro, ou até – como diz o povo – ‘digno de pena’, o que seria a pose daqueles que estariam fora desta classificação, mas, que se sentem como tais e fazem questão de posar como se fossem.

É o caso dos milhões de “filhos de lula/dilma”, ou seja, aqueles de passado, relativamente, recente sem eira nem beira, seja de origem, nascimento e/ou de condição social e econômica, que agora posam de classe média, com  letras maiúsculas, como se assim o fossem desde seguidas ‘reencarnações...’ Que fazem, falam, votam, e hoje, ‘desfilam’ e se fazem passar por elite autóctone desde sempre...

É uma forma de tentarem apagar o seu passado – pouco digno? – e de suas famílias, colocando a maior distância possível entre si e este ‘monte de gente’ que gosta e se identifica – e é grato? – às políticas lulodilmistas.

Seria uma reação ‘normal’, ‘natural’... O que acha? Conheço de perto alguns casos bem emblemáticos.
Flávio de Castro: É tudo uma questão de classe
Eu confesso que não sei a verdade: não sei se Lula é ou não dono de um triplex no Guarujá como não sei se FHC é ou não dono de um apartamento na Avenue Foch, em Paris.

Sei apenas que a presunção de ser dono de um triplex no Guarujá é inequivocamente associada à corrupção e a presunção de ser dono de um apartamento em Paris não tem nada a ver, obviamente, com corrupção.

Especialmente se o apê do Guarujá for um tanto novo-rico e o apê de Paris, um tanto elegante.

A questão é estética.

Lula carregando uma caixa de isopor e sendo dono de um barco de lata é uma cômica farofa. Se FHC carregasse uma caixa de isopor e fosse dono de um barco de lata seria uma concessão à humildade.

A questão é classista.

Um Odebrecht sentado à mesa com FHC é um empresário rico. O mesmo Odebrecht sentado à mesa com Lula é um pagador de propina.

Nada disso tem a ver com corrupção. Nada disso revela qualquer preocupação com o país.

A cada dia que passa, é mais evidente que o que está em discussão é quem são os verdadeiros donos do poder.

E os donos legítimos do poder são os elegantes. Aqueles com relação aos quais não interessa saber como amealharam riqueza porque, simplesmente, a riqueza lhes cai bem.

A casa grande tem um perfume que inebria toda a lavoura arcaica e sensibiliza até a senzala. É o que estamos assistindo.

Tudo o mais, tudo o que não é casa grande é Lula e os amigos de Lula!

A questão é preconceito.

Vejam como um fraque cai naturalmente bem em FHC. Um fraque assim em Lula, certamente, deveria ter sido roubado.

O Brasil é o país dos elegantes. De uma elegância classista, racista e preconceituosa deitada eternamente no berço esplêndido do aristocrático século XIX.
[FHC, por favor, levante a gravata do seu lado direito, está um pouco torta, isso, perfeito!]
Flávio de Castro*, no Facebook, republicado a pedidos

*É professor de arquitetura no Centro Universitário de Sete Lagoas, em Minas Gerais


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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A encenação da cassação do cunha foi tão bem elaborada que foge ao senso comum

 A encenação da cassação do cunha foi tão bem elaborada que foge ao senso comum – as verdadeiras intenções – o que vai parecer ao eleitor, e ao da poltrona, desavisado que finalmente a coisa vai, que a coisa chegou para mudar, para melhorar, ou outra expressão que escolher ou preferir.

 Entretanto, alguma coisa tá pegando, e muito!

Por exemplo. Como o articulador, e executor, de fato, do golpe, que foi afastado estrategicamente pelo STF para não dar na vista, leia aqui, sai assim, com o rabo entre as pernas... Onde foi parar tanto poder e arrogância/prepotência do dito cujo?

Claro que não foi só pelo hipotético dinheiro/fábula que, conforme "falam" por aí teria recebido para ficar calado e não contar as filigranas do golpe, inclusive o protagonismo, mesmo que incipiente, posto que incompetente de carteirinha, do interino.

Então, o que teria motivado tanto o seu afastamento, como o seu silêncio posterior?

Quem o conhece, minimamente, sua trajetória não engole fácil este estorinha.

Uma pista, talvez, seja um capitulo da novela do golpe, quando um Congresso fajuto votou o afastamento ilegal da presidente eleita por 54 milhões de votos com uma desculpa esfarrapada que não convenceu nem ao mais alienado ‘assistidor do JN’.

Quando toda a mídia internacional esculachou com o golpe, com as desculpas fajutas de um Congresso servil e em grande parte mancomunado com os tais interesses escusos, tanto nacionais como estrangeiros – leia-se EUA – que tentava posar de cumpridor da lei, de justos e, (pasme!) democráticos.

ideia que era, na verdade, parte do plano golpista bem elaborado pra pegar trouxas – e o pior é que pegou, e como! – era desfazer a imagem de ‘pau de galinheiro’ que ficou com a tal “casa do povo” depois da falácia do golpe.

O bem, muitíssimo bem, abonado cunha fez, representou, muito bem o seu papel. Saiu calado e com cara de ofendido, quando o Congresso, via TV e mídia associada como um todo – representou um papel de justo, honesto, de defensores da democracia, afastando da vida pública o dito cujo e assim resgatando a sua própria 'hipotética' imagem, ou melhor, construindo uma imagem diante do eleitor néscio, como a de um Congresso grande, honesto e justo e com isso passando aval de que o golpe contra a Dilma foi da mesma natureza: legal, justo, honesto ou qualquer outro vocábulo do gênero que preferir.

Logo, o “argumento” foi forte para legitimar o golpe, posto que é ilegal, dando­-lhe uma maquiada democrática bem ao gosto das plebes – de qualquer nível de escolaridade e renda, diga-se de passagem – desavisadas e alienadas, ou use, se preferir, informadas via ‘globos’ da vida.

É isso! A História vai fazer jus ao "grande espírito patriótico/entreguista" do grande cunha e seu desprendimento regado a contas fartas em bancos estrangeiros, preservando o "processo democrático-golpista".

E você aí... Continue festejando o grande feito do representante de sua própria vontade, via voto, na, também, conhecida como “casa do povo” (se for o seu caso, é claro!).

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Estilo ‘interino’ de governo faz sucesso em São Paulo, com alquimin. O Samu que o diga!

Base na Casa Verde_SP
É isso, é aquela do Estado ‘menor’, minúsculo, sem estes cacoetes ‘de social’ e coisas do gênero. Quem quiser que si vire! Como de resto foi a regra que deu a tônica na História do país até os ditos governo do PT.

Exceto, é claro, os sócios do sistema, agora bem aboletados na vulgarmente chamada ‘coisa pública’, no DF.

Isso, também, graças a você, talvez, caso seja um entusiasta das idéias modernas dos psdb’s da vida (eleitor-torcedor usual e entusiasmado do partido). O lance, é que pode sobrar, e muito, pra todo mundo, inclusive você, caso não seja um sócio preferencial no esquema.

Como a informação não é bem a tônica por aí, vai ter gente dizendo que, ainda, é culpa do governo Dilma.

É esperar pra ver!
"Sem verba do Estado, Samu de São Paulo deixa de atender 2 de cada 5 chamados
Em casos mais graves, ambulância demora até 50 minutos. MPE entrou com ação civil pública contra o governo, pedindo que participe do custeio do serviço, conforme prevê norma federal.

Sem receber o repasse obrigatório do governo do Estado desde que foi criado, há 13 anos, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da capital paulista sofre com a falta de viaturas e de profissionais e tem deixado de atender 41% das ocorrências recebidas. O quadro fez o Ministério Público Estadual (MPE) entrar com ação civil pública na Justiça, no dia 2, pedindo que o Estado seja obrigado a participar do custeio do serviço, conforme prevê norma federal. O governo diz que ainda não foi notificado.

Segundo portaria do Ministério da Saúde, o financiamento do Samu deve ser compartilhado pela União, que deve arcar com 50% das despesas; pelo Estado, que tem de contribuir com 25%; e pelo município, responsável pelos outros 25%. Na cidade de São Paulo, no entanto, o governo federal investe R$ 42 milhões por ano no serviço e a Prefeitura entra com R$ 32 milhões - cerca de R$ 11 milhões a mais do que o previsto na portaria. O governo do Estado não repassa nada.

E os valores não incluem os gastos com folha de pagamento, pagos integralmente pelo Município. Segundo a Promotoria, a falta de repasse estadual é a principal causa dos problemas do Samu verificados em inquérito aberto em 2014.

A investigação do MPE verificou que o porcentual de ocorrências abertas não atendidas pelo Samu passou de 27%, em janeiro de 2015, para 41% em maio deste ano. O tempo de espera para o atendimento é outro problema. Nos casos mais graves, a ambulância demora de 12 a 50 minutos para chegar ao paciente. Em situações menos graves, a espera passa de 1h30. As zonas leste e norte são as que registram a maior demora. 

“O serviço só vai melhorar com mais investimento. Colocar duas ou três ambulâncias a mais não vai resolver o problema. Se não ficar claro que a responsabilidade é tanto do Estado quanto do Município, essa medida vai ser só um paliativo”, diz Dora Martin Strilicherk, promotora da Saúde Pública responsável pela ação.

No documento, o MPE destaca que “para a redução do tempo de atendimento, seriam necessários, no mínimo, mais 50 viaturas e 750 servidores, pois a carência da frota e de recursos humanos (enfermeiros, médicos e motoristas), agravada pela extensão do território da cidade de São Paulo, são obstáculos à prestação eficiente de serviço de saúde de urgência”. Hoje, o serviço tem 220 carros e 2,6 mil funcionários.

PGE. Antes de ingressar com a ação, a promotora diz ter tentado firmar um acordo com o governo do Estado para que o repasse da verba estadual ao Samu fosse iniciado, sem sucesso. Procurada, a Secretaria Estadual da Saúde informou que a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) seria responsável por se pronunciar sobre o caso por envolver decisão judicial. O órgão informou que ainda não foi citado e, “assim que isso ocorrer, analisará a decisão e definirá qual providência adotará”.

Segundo a promotora, durante o inquérito o governo do Estado alegou que não participava do custeio do Samu por já investir no serviço de resgate do Corpo de Bombeiros, argumento não aceito pela Promotoria. “O serviço de resgate só tem 50 viaturas e 6 médicos, e atende quase que somente traumas”, afirma Dora. Ela diz que apenas dois Estados brasileiros não contribuem para o custeio do Samu: São Paulo e Rondônia.

Também procurada para comentar as falhas no Samu, a Secretaria Municipal da Saúde disse que nem todo chamado requer atendimento e o aumento de ocorrências não atendidas também está associado ao crescimento do número de chamados de baixa gravidade, que apenas passam pela triagem e são resolvidos pela central de regulação médica. Informou ainda que o tempo de resposta médio para as ocorrências mais graves, classificadas como prioridade 1, é de 12 minutos.

Juiz dá 30 dias para a integração com os bombeiros

Um primeiro pedido feito em caráter de urgência pela Promotoria na ação civil pública já foi acolhido pela Justiça no dia 6 deste mês. Nele, o MPE pede ao Estado que promova medidas de integração entre os serviços de resgate do Corpo de Bombeiros e do Samu. Isso porque, na investigação, a Promotoria verificou que, embora os dois serviços façam atendimentos de urgência na capital, os sistemas de ambos não se comunicam. E há chamados de socorro duplicados.

O juiz Valentino Aparecido de Andrade, da 10ª Vara da Fazenda Pública, dá 30 dias para que o Estado proceda “adequada interação entre os serviços do resgate e do Samu, que compreenda o compartilhamento dos serviços de comunicação e de atendimento em local de ocorrências médicas”, sob pena de multa diária de R$ 100 mil. 

Por Fabiana Cambricoli em O Estado de S. Paulo

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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Como dar um trato – turbinar – em sua memória “fraca”


Este lance de memória, memória fraca, a bem da verdade, não é uma coisa tão rara assim. E muito menos estaria sempre associada à idade como muita gente acha ou acredita.

O fato é que ela “pode atacar” em qualquer idade. É isso! Tem alguns fatores que contribuem, e muito, para que aconteça, sem escolher cara ou idade.

Tem ainda a contribuição das modernidades, quando não existe um interesse em se memorizar nada, já que o celular modernóide – que só falta andar – faz tudo e até avisa o dia/hora dos compromissos. E com isso quem dança e a velha e fiel memória.

Mas, se anda questionando, e preocupado com o desempenho da sua, a sua memória que não anda lá essas coisas..., não custa dar uma olhada nas dicas abaixo e dar um trato nela.
 - Troque o anel de mão
Relacionar o que você acabou de ver a um objeto ou situação ativa a lembrança. É só ligar um pensamento a outro. Aquela história de amarrar uma fitinha no dedo ou inverter o anel também funciona.
 - Cultive as amizades
O isolamento social tem efeito indireto na cognição e na memória. Além disso, a solidão é fonte de estresse para o cérebro. Tenha sempre amigos por perto.
 - Dance
Se mexer de acordo com o ritmo é uma boa opção para exercitar a memória. Movimentos com os quais você não está acostumada a realizar no dia a dia estimulam os circuitos neurais. A novidade desenvolve o aprendizado e as lembranças.
 - Coloque ordem em casa
Crie uma rotina. Organize-se e guarde as coisas sempre no mesmo lugar. O cérebro aprende, sem você se dar conta, que aquele é o local das chaves ou da escova de cabelo.
 - Leia
Mergulhar em um livro é um dos melhores exercícios para trabalhar a memória. Mas é importante usar a atenção nessas horas. Escolha o ambiente e o horário mais propício. Desligue a televisão e o computador, e boa leitura.
 - Relaxe
A maioria das pessoas não consegue se concentrar e prestar atenção em momentos de tensão. Tirar a preocupação da cabeça e relaxar abre espaço para guardar outras informações.
 - Durma mais
Durante a noite o cérebro se ocupa com o processamento das informações coletadas ao longo do dia. Sete ou oito horas de sono todas as noites são suficientes para que ele filtre e ordene os acontecimentos.
 - Abrace os sentimentos
Você sabia que as emoções intensificam as memórias, mesmo aquelas mais simples, como onde deixou a caneta? Então, nada de reprimir a vontade de abraçar alguém ou até de chorar quando bater aquela vontade.
 - Exercite o cérebro
Treinar a cachola aumenta a probabilidade de armazenar informações e impede que elas sejam substituídas por novas memórias. Um bom exemplo é repetir algumas vezes o nome de uma pessoa a quem acabou de ser apresentada.
  - Medite
A prática melhora diversas funções cognitivas. O ato de esvaziar a mente e refletir sobre um objeto em especial, ativa a concentração e por isso tem efeito positivo sobre a memória.
Com informações de corpoacorpo

Publicado originalmente em Como fazer você mesmo

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