sábado, 24 de outubro de 2020

Apesar do vai e vem de informação e contrainformação no trato com o COVID, o certo, ainda, é ficar ligado

O COVID19 é figurinha carimbada e domina o noticiário de todas as maneiras desde o princípio quando deu o ar da graça.  A novidade foi, e é, o alvo de todo tipo de pesquisas tanto no sentido de entender melhor quem é a peça, o dito cujo, como a melhor forma de nos livrarmos dela.

Tanto no sentido preventivo, já que é muito assanhado e não brinca em serviço no que se refere a ‘conhecer’ novidades, novas pessoas, como no esmero no encontro das melhores vacinas para nos livramos de uma vez por todas deste inquilino não convidado por ninguém.

[Clique na imagem para ampliar]

Outros usos de novidade tão poderosa, que vai do político ao religioso, contribuiu, e muito, para atrapalhar de repente uma política mais racional, mais eficiente em seu combate.

Fazer o que, não?

E agora, em que pese todo vai e vem de informações e contra informações de todo tipo, intenção e decisão no trato com ele, que inclusive vem aumentando, o certo é se ligar, mesmo.

O certo é se ligar em algumas regrinhas básicas já comprovadamente eficientes [e suficientes] e fáceis de fazer, torcer e aguardar pelo seu fim.

São regrinhas editadas e divulgadas pela UNICAMP/SP.  Dê uma olhada e confira a simplicidade de eficiência largamente comprovadas.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Preguiça..., não deixe para depois o que pode fazer hoje. Agora.

Um hábito pouco saudável que é muito comum é “colecionar” pendências, mais conhecida por procrastinação. A palavra é tão feia como o seu significado, pois, sabe-se que essas pendências são verdadeiros “ralos” por onde se escoa muita energia e são fontes sérias de estresse, sem falar nos inúmeros problemas de ordem prática, que podem comprometer o desempenho profissional, social e afetivo-pessoal.

Não vem ao caso listar aqui exemplos, pois, cada um sabe onde se encontram esses “ralos” de energia. Mas, uma boa saída é relacioná-las – as pendências – por categoria, em uma folha de papel e montar uma estratégia em que possa ir eliminando ou resolvendo, preferencialmente com o estabelecimento de prazos ou um cronograma mínimo – sem estresse – mas, estabelecendo um ritmo pessoal, possível, dentro de suas disponibilidades de tempo e “disposição”.

Pense nisso! Dar um “trato” neste detalhe da nossa vida é um adicional importante na tranquilidade e qualidade de vida.

Em Novaseboas

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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Acordo de doação da Base de Alcântara pode melar de novo. Primeiro com FHC/PSDB, agora com o Bozó

‘Já que eu sou dono..., é meu, e eu faço o que quiser, o que for melhor pra mim’. É o que deve ter “pensado os eua”, ao decidir tirar quilombolas que já estão lá há mais de 200 anos, além de tribos indígenas, e se apossar de suas terras para expandir o empreendimento.

O bozó, como todo bom pau-mandado idiota, claro que concordou. Afinal negro e índio...

Quem está melando o jogo agora são políticos norte-americanos mesmo. Pode? A aberração é tão aberrante (?) que tem gente lá, parlamentares, que apesar de tudo, acha que se está exagerando e ameaçam furar o acordo.

A Base de Alcântara já foi do EUA. É isso, foi no governo do FHC/PSDB. O lance só ‘melou’ pelo exagero dos EUA. “Eles” devem achar que com idiotas não se tem limites..., quase sempre não tem.

Veja:

“FHC foi impedido pelos militares de entregar a base de lançamentos de Alcântara, no Maranhão, aos Estados Unidos, com uma cláusula no contrato que exigiria crachás emitidos pelos EUA para brasileiros circularem em território nacional!”

Era detalhes do acordo no ato de doação, vulgo aluguel, ou seja, um verdadeiro território seu no Brasil. Foi tão bizarro que os próprios militares, que nunca foram lá essas brastemps todas como patriotas, melaram o jogo e cancelaram o acordo já assinado.

Agora, novamente por excessos do novo dono na administração de seu novo território (?) o processo de doação pode melar, mas desta vez, os militares estão bem quietinhos cuidando de suas vidas, vantagens e super salários no (des) governo do BozÓ.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Condomínio fechado..., fechadíssimo no Rio.

Vê-se que o conceito se relativizou, sendo que este deve ter influenciado o da outra versão mais soft de alguma maneira. O sistema de segurança, aspas, é dos mais radicais, só que com o sentido, o fluxo, invertido, trocado...

Vista aérea da favela Pavão-Pavãozinho cercada pelos bairros de Copacabana, Ipanema e Lagoa, no Rio de Janeiro [em 22 de maio de 2020].

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terça-feira, 20 de outubro de 2020

Colônia voluntária ou coisa que o valha e ninguém tá nem aí

É um artigo interessante que, em que pese à omissão da mídia convencional, que faz de conta que tudo está bem, significa um esfacelamento daquilo que formalmente se considera soberania de um país, e a sua sujeição “voluntária” a outro, o que é, relativamente, inusitado.

A população como um todo não faz a mínima ideia do que isso possa significar. Deve até mesmo achar ‘bonitinha’ a amizade preferencial entre o Trump e o Bolsonaro, e mesmo ver como um trunfo ou vantagem, já que os EUA é referência principal de valor no universo pessoal de grande parte da população do país.

Veja estas referências:

“Engana-se quem imagina que gestos vergonhosos, como a reverência do Bolsonaro à bandeira estadunidense e a celebração do 4 de julho na Embaixada dos EUA; a isenção de tarifa de etanol dos EUA; a entrega da base de Alcântara, e o financiamento, com orçamento nacional, de oficiais das Forças Armadas para servirem ao Comando Sul dos EUA, poderiam significar o fundo do poço que o Brasil seria capaz de alcançar em termos de ultraje e humilhação.”

Se quiser conferir: Brasil de joelhos...

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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Temos que admitir, o Bolsonaro é um tremendo cara de pau...

ou não tem nenhum senso de ridículo. 

Apesar de ser algo não só aberto, mas arreganhado em suas idiossincrasias, continua a surpreender com suas ações e atitudes bizarras, e o que chama a atenção é não ter, como diz o povo: ‘vergonha na cara’ e segue firme para 2022.

E esta?

Parece inacreditável... Mas é base para trabalho de marqueteiros colocarem na hora da campanha milhares ovacionando.

É a explicação ‘mais melhor’, pois fora isso é doideira mesmo...

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domingo, 18 de outubro de 2020

Recursos eleitorais bizarros que funcionam. Em ano eleitoral todo cuidado é pouco!

Sabe o que é isso aí, na imagem, não?

Lembra-se, é o episodio mais antigo do que ficou conhecido como fakeada, com o Serra/PSDB. Á época ela teve o sucesso inclusive na mídia internacional.

A fakeada, aquele caso que nos legou este quadro intraduzível no país hoje, como algo tão irreal como o recurso radical e bizarro que foi.

Armação essa que foi feita em Juiz de Fora/MG em um comício de rua, e que garantiu a eleição do Bolsonaro à Presidência da República em 2018.

Ele mesmo já tirou sarro depois.

Mas o que lhe atribuiu veracidade foi à edição da mídia convencional que vendeu uma imagem montada via TV, sobretudo, e provocando a revolta [e voto] de tanta gente boa, aspas.

E hoje, apesar de toda gozação daquilo que levou à fraude eleitoral, ficou assim, “só” como uma coisa engraçada. A justiça?

Dentre os seus, ainda, apoiadores, deve ter aqueles que continuam odiando aos comunistas por isso, por quase terem matado o enviado de deus.

Se a bolinha de papel que caiu na cabeça do Serra foi armação deles, foi muito mal feita e não pegou, virando motivo de gozação depois.

Porque estas notícias ‘véias’? É que coisa do gênero sempre funcionou e funciona, mudando a cara, o jeito, a forma, mas a ‘simploriedade’ do eleitor continua a mesma, e em ano eleitoral todo cuidado é pouco.

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sábado, 17 de outubro de 2020

“Dize-me com quem andas...” a folha corrida do Bolsonaro está a cada dia mais radical.

“Dize-me com quem andas que te direi quem és...”.

A ficha, ou folha corrida do Bolsonaro vem sendo construída, vem se revelando, a cada dia mais, e o que surpreende é que não passam de motivos para gozação, como se a lei ficasse à margem ou não se aplicasse especificamente nesses casos do golpe [na Dilma] e da fraude eleitoral [Bolsonaro].

Com certeza vai entrar para os anais da história política mundial o fato de um (des) governante ter sido alvo de 48 pedidos de impeachments, ter comprado todos com farto dinheiro público, e continuar na ativa e se organizando para a reeleição nas próximas eleições.

É como se em uma revelação gradual de uma colcha de retalhos de ilegalidades sucessivas, que funcionam como pano de fundo das irregularidades que se apossaram do país e do bota fora do patrimônio nacional.

E quando se pensa que este episódio do “reduto do lobo guará” * do vice-líder do governo Jair Bolsonaro no Senado Federal, senador Chico Rodrigues (DEM-RR)** só ter vindo à tona, provavelmente em função de adversidades entre grupos pró-Moro e pro-Bozó na Policia Federal, dá para se ter uma ideia dos descalabros de toda ordem que acontecem, que são identificados e que permanecem ocultos, longe do conhecimento da população e do eleitor.

*Cédulas de R$200

** É membro titular do Conselho de Ética do Senado [é isso, ética...]

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sexta-feira, 16 de outubro de 2020

O metabolismo e o poder fake nos corações e mentes do eleitor

“Perguntei p um amigo coxinha: Se o PT quebrou o Brasil e Macri quebrou a Argentina, por que só a Argentina está pedindo empréstimo ao FMI?

 

Ele respondeu: A nossa bandeira jamais será vermelha!” @Hendrix_Careta

O típico argumento do coxinha-bozó

A repetição pura e simples, ‘como se em um disco estragado’, de um clichê, que não raro prescinde da menor racionalidade, que ouviu e que lhe foi efetivamente implantado via redes sociais por um esquema, inclusive ilegal, que controla um grupo do qual faz parte.

O poder da fake é tão radical que se aproveita do baixo nível* de informação/formação do seguidor, como suprime algum eventual interesse que possa surgir de conferir a autenticidade do que ouve/vê.

Desqualifica qualquer eventual contradição ou desmentido, atribuindo ao “inimigo” a autoria da reação. Não importa a sua fonte, mesmo a mais formal, da mídia regular.

        *Não confundimos com nível de escolaridade formal.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2020

"minha especialidade é matar". Mané assim nem mesmo precisa nomear. Não é verdade?

"minha especialidade é matar"

Só se for em games..., existe isso, personagem assim?

Pois, tirando o assaltante que lhe levou uma moto no Rio, que só faltou levar-lhe as cuecas, mesmo ele estando muito bem armado, como gosta, acabou encomendado à polícia local a caça e morte [extermínio família] do ladrão, o resto é assim, por pura loucura e irresponsabilidade como governante, aspas.

Confira: Assalto sofrido por Bolsonaro em 1995 culminou com a morte misteriosa de um bandido e de toda a sua família [in: Época/Globo]

Entre avanços pretensiosos e megalomaníacos tenta vender uma imagem de macho matador, como quando tenta liberar geral o uso/porte de armas de grosso calibre no país, como recua diante dos reveses eventuais.

De quem como diz ditado: Só tem força na língua.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2020

A “classificação” não raro começa em casa...

Não raro apenas ‘exemplificado’, quando não se prevê ou mesmo percebe o poder do processo, já que aleatório e inconsciente, sobretudo pelo “autor da educação”.

É quando se vê “traços” de personalidade e jeitos desconhecidos no pequeno...

A saída é se ligar...

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terça-feira, 13 de outubro de 2020

O governo ainda fatura com as queimadas, agora “apagando o fogo”

Os incêndios na Amazônia e Pantanal além de vários outros biomas, como aconteceu de forma inusitada e radical recentemente, foram em biomas que até então sobreviviam à custa de leis e de muito rigor dos órgãos oficiais de vigilância e controle, tipo IBAMA da vida [hoje praticamente desativados para facilitar as coisas].

Eventos esses recentes que serviram de espetáculo não só local, mas para todo o mundo, foi promovido e abertamente apoiado pelo delinquente do planalto, que se passa como alguém que acha ou decide alguma coisa, que é o seu papel oficial, grosso modo, funciona assim.

Retiram 'só' as madeiras de lei, como se diz, consideradas assim por serem de grande valor econômico, em sua grande parte exportada ‘in natura’ para a indústria mundial, e na sequencia, ‘chega o fogo’ e limpa a área para a criação de gado e monocultura, também produtos que visam ao mercado externo.

Passada a fase de destruição nos biomas mais expressivos, o governo que antes tirava sarro, agora posa de ambientalista na figura do Ministro [da destruição] do Meio Ambiente dando uma de consciente e bombeiro.  

Obs. A Ministra da Agricultura, Teresa Cristina, se saiu com esta, já que é normal em regimes políticos assim se procurar um “bode expiatório”, ou culpado, a quem imputar a culpa sobre alguma coisa que não se assume, sobretudo encima dos trouxas. O responsável pelo fogo no Pantanal foi o gado. É isso, o boi.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

O Trump não inventou, mas está dando um trato no “Sonho Americano”

E a mídia oficiosa continua representando o papel dela, cultuando a quimera no imaginário das pessoas, sobretudo em países que o têm como referência.

“No es Venezuela, ni Nicaragua, mucho menos Cuba, ni ningún pais de America Latina o Africa; esto señores es Los Angeles, California”.

Si, así vive mucha gente en el país de la libertad. El país que pretende dar lecciones de democracia cuando su gente está muriendo. HIPÓCRITAS. @FloryCantoX

Sei, a depender do nível de dependência do “sonho de cada um” [o Sonho Americano] para se “organizar”..., como poderia dizer? Política e existencialmente [existe isso?] vão achar, e dizer, que não passa de um monte de imigrantes desses países citados, inclusive daqui, do Brasil.

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domingo, 11 de outubro de 2020

O passado sempre facilita ver melhor as coisas agora. É isso, a História!

A História teria uma excelente função prática na percepção do cotidiano. É isso, facilitaria bem as coisas...

Só não funciona por que a cada dia mais é deixada de lado como se inútil, e não é atoa que os regimes ditos de exceção, como se chamam aqueles aonde a democracia não chega a ser usada nem mesmo como expressão de marketing, de enfeite, são seus inimigos declarados.

Esta biblioteca na imagem... Parece, não é a primeira coisa que nos veem em mente? Mas, são malas. É isso, malas.

A bem da verdade como função simbólica, metafórica faz muito bem o papel de livro... É isso, livros de História.

Detalhe de uma História recente onde as pessoas foram no lero de malucos de pedra e deu nisso. Os regimes fascistas na Europa, que deram uma boa reduzida na população de muitas áreas por lá.

São malas de poloneses recém-chegados em campos de concentração em sua última viagem. Pode?

É assim com a História. É por isso que está área na educação formal é sempre desativada de saída, assim como da cultura ou outra qualquer que possa levar ao uso da informação, da racionalidade mínima na percepção do momento político.

Mas nada que não possa ser buscado e dado uma conferida, pois ajuda sim, a perceber bem melhor o agora. Sistemas assim funcionam tão bem que pouco inova e a fórmula é, geralmente, a mesma.

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sábado, 10 de outubro de 2020

A definição cuspida e escarrada do Bolsonaro e o porquê de sua inserção social forte

"Bolsonaro é a encarnação do racismo, do machismo, da misoginia, da violência prática e simbólica, das taras e dos preconceitos da autoritária sociedade brasileira. É a exibição sem censura da nossa incivilização", diz cientista político. [@dw_brasil]

Finalmente alguém definiu com alguma precisão aquilo que representa esta excrescência que atende pelo nome de bolsonaro e ocupa [invadiu] o Palácio do Planalto.

É um autêntico estereotipo coletivo. Ele canaliza toda a série de sentimentos abjetos e condenáveis no íntimo do ser e da alma de amplas camadas do brasileiro como um todo, daí a sua fácil inserção em todos os setores da sociedade, independente, de condição econômica, educacional, financeira e social.

É tanto mais letal mais sério ou perigoso ao eleitor, quanto inconsciente, quando não raro, não tem mesmo noção precisa do que está acontecendo. Daí nem sempre assume abertamente sua preferência e/ou opção na hora do voto.

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sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Flordelis finalmente punida. Um enfeite no tornozelo, mas só depois das 22h

Finalmente a justiça foi feita..., ela aceitou!

Flordelis coloca tornozeleira eletrônica e não pode mais sair de casa após 22 horas.

O deus deles deve finalmente ter consentido que sua filha, a Flordelis, dileta enviada para salvar o Brasil junto com o BozÓ passe por esse enorme constrangimento. O marido? Deve ter ‘pisado na bola’ e ido para o inferno deles.

Mas, “só” tornozeleira eletrônica? Magina, ela finalmente consentiu com esse constrangimento bizarro, pois até então alegava não estar preparada para a cadeia como seria de praxe.

A tornozeleira é uma formalidade que “arranja” as coisas.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Vendo estas ‘caras de num sei o que’, confia em alguém? É, governam, aspas, o país.

Como se sente governado, entre aspas, pelos ‘três’ poderes, assim, deste naipe?

E o perigo maior que governados, aspas, pelo, provavelmente, mais maluco deles? É isso, já provou inúmeras vezes [que é maluco!]. E tá tentando mostrar quem manda com a “impostação de cara” [clique na imagem para ampliar].  

Pelo menos acabam de ser originalíssimos, promovendo reunião doméstica secreta na casa de um deles, o Toffoli, regada a goró e churrasco, para alinhavar o acordão lesa-pátria, porque ilegal e neste nível de autoridade, entre “ambos” os três poderes, quatro.

Outro fator preocupante adicional, é que enquanto os outros dois [três] poderes, ficam com cara de manés, de imbecis, o outro, impõe uma cara de dono da coisa. Já pensou?

É como disse o Zé de Abreu em outro contexto, com o novo chefe do STF, o Fux, de biografiazinha bem aberta... 

  – “Tamo fudido”.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Auxílio Emergencial tem mais estória do que imagina nossa vã filosofia de botequim

Porque você acha que estas pessoas, provavelmente, conforme o conceito usual, tudo gente de bem, gente boa, se deu ao trabalho de solicitar um lance assim, o Auxílio Emergencial?

É, parece fake, não? Mas, é a cara desses setores que topam qualquer parada para não perderem seus privilégios, inclusive colocando [promovendo] bandidos, milicianos, e estrangeiros para gerirem o que considera de seu.

Os 600 milionários nesse universo todo, assim como cerca de 300 deles candidatos políticos [declarado no ato da inscrição], tipo nessas eleições, para vereadores e prefeitos, também fizeram a mesma coisa por qual motivo?

Será que se reconhecem com mais direito do que os outros..., sobretudo esse monte de gente “precisada”, que foi o objetivo original altamente ‘brigado’ do programa?

Ou alguém o fez por curtição, gozação e nem desconfiou que motivo assim pudesse ter mais significados do que meramente “ser engraçado” para milhões de pessoas no país?

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terça-feira, 6 de outubro de 2020

É um desafio para ciência...

explicar como é possível conciliar certas qualidades incontestáveis, diria primitivo-animais, com inaptidões para coisas que exigem habilidades tão simples...

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Justiça continua inovando, ou encontro doméstico caloroso entre réu e juiz para um lerozinho maneiro

Alguém andou ‘vazando’ esta imagem de um abraço ‘super caloroso’ entre o decano do STF e o réu’. Como alguém já ilustrou aí. É que o Bolsonaro tem ‘várias coisas’ penduradas por lá.

Isto foi em casa do Toffoli, onde o Bolsonaro foi ter um lero provavelmente sobre o alinhavamento de sua indicação, o Kassio Nunes, para que tudo saia nos conformes, já que o cara deverá ser um preposto [vulgo pau mandado] de seus interesses por lá,

Logo, ele foi, como disse, alinhavar os deles para que tudo saia nos conformes em futuro próximo.

Não podemos dizer que é assim, que este seja o procedimento usual, ou que seja a prática. A indicação pelo presidente da República é uma mera formalidade, ou deveria ser.

Tanto é que Toffoli foi um dos indicados por Lula, e se revelou como um autêntico inimigo por lá, ou o cara diretamente responsável pela sua não libertação da prisão em tempo hábil para ser candidato, quando a fraude Lava Jato já era mais do que evidente.

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domingo, 4 de outubro de 2020

O Brasil hoje? Vai muito bem, obrigado!

Claro que os descalabros feitos ou provocados pelo sistema que se apossou do país nas últimas eleições e suas conexões internacionais, que reponde pela expressão “governo bolsonaro”, carecem até mesmo de adjetivos mais adequados para qualificá-los ou desqualificá-los.

Entretanto, mais surpreendente ainda, é o silêncio, um verdadeiro faz de conta, como se tudo estivesse dentro da maior normalidade, de que tá tudo bem, das autoridades e poderes outros do país, enquanto o Brasil desce tranquilamente pelo ralo.

É como se o país se tornasse de repente uma propriedade particular com usufruto absoluto de todos seus bens e patrimônios por uma corja, uma verdadeira quadrilha, com custos e prejuízos, em sua maioria, irreversíveis.

Até a velocidade do roubo, do ‘bota fora’ da desapropriação ‘das coisas’ contribui para isso, quando o recém-destruído ou doado [a título de privatização] fecha facilmente seu ciclo com o apoio e beneplácito da mídia oficiosa vendida, que endossa o faz de conta, de que nunca existiu, simplesmente sumindo no noticiário.

O esquema de dominação, de alienação dos corações e mentes da população, independente de condições econômica, social ou de escolaridade, não só endossou esse projeto lesa-pátria em seu elevado nível de ignorância, como está aí a postos para dar-lhe continuidade, seja com este ou outro nome na cédula eleitoral em 2022.

Já que os mecanismos altamente eficientes utilizados de alienação e domínio, continuam aí na reserva, e as pessoas não mudaram em nada suas atitudes no sentido de “abrirem os olhos”, embora não raro sintam, e muito, seus efeitos na pele, na vida.

A situação está além do preocupante, pois aquilo que domina o noticiário e são os tops trends, nas Redes Sociais, são as filigranas da intimidade dos inquilinos do Planalto, inúteis e insignificantes de suas vidas pessoas, chinfrins, como uma verdadeira cortina de fumaça do que de fato acontece no país.

O voto nunca adquiriu até então, a verdadeira dimensão de sua real natureza e poder, como se algo transcendente..., e é o que tá na mão.

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sábado, 3 de outubro de 2020

Otimismo como estratégia para um futuro mais elaborado

No momento parece até meio ingenuidade ficar afirmando ou ratificando otimismo ou o famoso pensamento positivo, entretanto é a condição para começar a pensar em algo de significativo, de efetivo neste sentido, já que o tal “não otimismo’”, diríamos assim, é contraproducente e depressivo o que, convenhamos, não é nada de bom e ninguém merece.

Isto quando se refere ao país, à situação em que nos encontramos com “as coisas” do país e o caracterizavam de alguma maneira, que celeremente se tornam passado até certo ponto irreversíveis.

Mas a estratégia, o otimismo, é o mínimo da racionalidade, inclusive quando se refere a nós mesmos, às nossas coisas, hipotéticos planos e futuro.

Veja o que diz o Noam Chomsky sobre isso.

“O otimismo é uma estratégia para fazer um futuro melhor. Porque, a menos que você acredite que o futuro pode ser melhor, é improvável que você intensifique e assuma a responsabilidade de fazê-lo.”

- Noam Chomsky

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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Olhares diversificados... A intenção é, sobretudo, fazer sorrir

 


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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Alienação deve ser o conceito que mais se aproxima de uma explicação

Parece uma forçação de barra do argumento, mas é fato. A compreensão chega às raias da psicanálise ou coisa que o valha, ou seja, a atitude transcende a mais pura e elementar ignorância.

Embora grande parte dos percentuais de aprovação do governo sejam enfeites comprados a peso de ouro pelo dinheiro público às agências de pesquisas, ainda tem muita gente que votou e mesmo assim continua apoiando defendendo e abrigando-o pelas mesmas ideias.

Ideias, atitudes e comportamento que fogem ao mais elementar conceito de racionalidade e bom senso.

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quarta-feira, 30 de setembro de 2020

A mentalidade que destrói uma Amazônia se manifesta em instâncias bem menores...

Conceito de evolução urbana. O que você acha desta ideia?

É, e é São Paulo, uma cidade que pelo tamanho e necessidades qualquer intervenção pode ser altamente significativa.

Ideia do DoriaPSDB

A mentalidade que vem dominando o país, sobretudo depois destas ultimas eleições, é a que considera normal, aspas, situações como as recentes na Amazônia, no Pantanal ou em outros biomas como o Cerrado.

A continuidade na implantação de mentalidades assim, de morte, só depende do voto.

Voto que não se resume ao voto no Presidente ou Governador, mas votos em todas as instâncias, como do vereador mais elementar ao presidente da república. É tudo a mesma coisa, está tudo de alguma maneira interligado.

A saída é a informação, mesmo, sobre o candidato [suas conexões políticas] e que direcione a opção mais racional e inteligente no ato do voto.

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