segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Temer segue o script do golpe: ataca os três pilares da soberania nacional. E você com isso?

Se apostou nisso tudo aí ‘quando vestiu a camisa verde/amarela e foi pra avenida...’ Pode comemorar! O Brasil, de fato, está, mesmo, indo... Foi pra isso que fizeram o golpe, graças, também, ao seu apoio inestimável como bom brasileiro, 'informado/consciente' e, porque não, patriota que é...
Leia também: A dilapidação do patrimônio público continua a todo vapor. O BB está indo...
Então o futuro, de seus filhos, sobretudo, agradece a forcinha que deu em suas ‘manifestações’ pelas ruas. Se não for sócio direto no esquema...
“Temer ataca os três pilares da soberania naciona
Com a entrega do pré-sal, a venda de terras para estrangeiros e o abandono do projeto do submarino nuclear, o Brasil de Michel Temer ataca os três pilares fundamentais de qualquer projeto nacional: segurança energética, segurança alimentar e segurança militar; Temer vai tocando essa agenda sem sequer ligar para a opinião pública; pesquisas recentes já indicaram que os brasileiros são contra a abertura do pré-sal; outro levantamento apontou que Temer é reprovado por 66,6% dos brasileiros; coincidência ou não, o general Eduardo Villa Bôas, chefe das Forças-Armadas, onde ainda existe um pensamento nacional, disse, neste fim de semana, que o Brasil está "à deriva"

247 – O que transforma um país numa potência? A literatura geopolítica, em geral, aponta três fatores: poderio militar, segurança alimentar e segurança energética.

Os Estados Unidos, por exemplo, são a maior potência militar do planeta e grandes produtores de alimentos. Não são autossuficientes em petróleo, mas exercem influência decisiva sobre o Oriente Médio, a custa de guerras e intervenções políticas. Recentemente, uma novo caminho começou a ser explorado, com as explorações do gás de xisto.

A Rússia, por sua vez, concentra os três elementos: controla um arsenal atômico, algumas das maiores reservas de óleo e gás do mundo e também possui forte superávit alimentar.

A China, das três grandes potências, é a mais frágil, uma vez que é grande importadora de petróleo e alimentos.

Aspirante a potência, o Brasil, há muitos anos um gigante agrícola, vinha trilhando um caminho alternativo na era Lula-Dilma. Com as descobertas do pré-sal, o País trocou o modelo de concessão pelo de partilha, uma vez que o risco exploratório já havia sido mitigado pelas pesquisas da Petrobras em águas profundas. No campo militar, a renovação dos caças da Força Aérea e o projeto do submarino nuclear ajudariam a patrulhar as reservas nacionais de óleo e gás. Além disso, outra conquista importante foi a expansão das fronteiras marítimas do País, com a chamada "Amazônia azul".

Com o golpe parlamentar de 2016, no entanto, tudo mudou. A primeira vítima foi o pré-sal e Temer conseguiu aprovar o projeto de José Serra para abrir as reservas a empresas estrangeiras, como havia sido prometido pelo atual chanceler à petroleira americana Chevron. Em breve, nos próximos leilões, a Petrobras de Pedro Parente, embora tenha direito de preferência, deverá demonstrar desinteresse. Até porque já fez acordos para se desfazer de gigantescos campos de petróleo com as empresas francesa Total e norueguesa Statoil.

No campo militar, o submarino nuclear foi abatido pela Lava Jato, que teve como dois de seus alvos a Odebrecht e o almirante Othon Pinheiro, responsável pela condução do projeto. Além disso, há rumores de que o governo pretenda trocar os caças Gripen, que transferem tecnologia ao Brasil, pelos caças americanos F-16.

O ataque mais recente se dá no agronegócio, onde Temer pretende permitir, por medida provisória, que estrangeiros tenham até 100 mil hectares no Brasil. No mundo de hoje, terras aráveis são um dos bens mais escassos do planeta e Temer pretende colocar o Brasil em leilão, o que também pressionará o consumo de outros recursos naturais – raros no mundo e a abundantes no Brasil – como a água.

Temer vai tocando essa agenda sem sequer ligar para a opinião pública. Pesquisas recentes já indicaram que os brasileiros são contra a abertura do pré-sal. Outro levantamento apontou que Temer é reprovado por 66,6% dos brasileiros, mas ele se considera legítimo para fazer o que bem entende.

Coincidência ou não, o general Eduardo Villa Bôas, chefe das Forças-Armadas, onde ainda existe um pensamento nacional, disse, neste fim de semana, que o Brasil está "à deriva", sem projeto e sem saber o que pretende ser. Os militares, claro, são contra o abandono do submarino nuclear e também contra a venda de terras para estrangeiros, mas ainda não reagiram à destruição da era Temer.

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domingo, 19 de fevereiro de 2017

'A utopia foi privatizada', afirmou Zygmunt Bauman. Dá para olhar, também, por aqui

É uma entrevista bastante oportuna diante do momento, não só pelo qual passamos como brasileiros, mas, também, pela mesma “onda retrograda” que acomete o ‘mundo’.

Onda esta quem tem as cartas muito bem marcadas e pelos mesmos agentes, que tentam promover uma ‘retroagia’ em aspectos fundamentais à vida em dimensões bem mais amplas, submetendo-a ao jugo de “meia dúzia” dos que se pretendem donos, herdeiros exclusivos da experiência humana e que podem usar, e manipular, ao seu bel prazer.

Um país não passa de um campo de experimentos essenciais á manutenção do ‘sistema’ e um golpezinho a mais ou a menos está no script.
"A utopia foi privatizada', afirmou Zygmunt Bauman em entrevista inédita
Filósofo polonês morto em 2017 falou sobre política, tecnologia e como enxergava o futuro

Quando eu e o diretor de fotografia Jacob Solitrenick tocamos a campainha da casa de Zygmunt Bauman, já estávamos com todo o equipamento pronto para iniciar a entrevista. Ao entrarmos, porém, o sociólogo não deixou que começássemos a trabalhar: fez questão de nos servir um lanche com frutas, papear um pouco, como quem reduz a velocidade a que estamos acostumados no cotidiano, abre uma brecha de humanidade na produtividade. Não que ele estivesse sem o que fazer: precisava arrumar as malas para uma conferência fora do país, tinha que deixar uma lista de e-mails respondida, entre outros assuntos.

Mas não pôde deixar de abrir uma pausa na urgência, um desses gestos pequenos e gigantes ao mesmo tempo, lição de adequação entre o pensamento e o cotidiano: não basta criticar o tempo que vivemos, é preciso vivê-lo de outra maneira. 

Bauman nasceu na Polônia em 1925, mas residia na Inglaterra, onde foi professor titular da Universidade de Leeds. No decorrer da sua trajetória, publicou dezenas de livros, traduzidos para diversas línguas. Aliava uma vasta observação do mundo contemporâneo com uma escrita acessível ao leitor não-especializado: seu conceito de modernidade líquida, por exemplo, suscitou debates nas universidades, mas também na imprensa, nas artes, assim por diante. 

Fui entrevistar o sociólogo em junho de 2012 por conta de uma série de televisão que escrevi e dirigi, Incertezas Críticas, produzida pela Grifa Filmes. Meu objetivo era inserir determinados aspectos do nosso presente num horizonte mais amplo: isto é, apresentar algumas possibilidades de análise e interpretação de temas como a crise econômica, a internet, a arte contemporânea, entre outros, de modo a sugerir quadros conceituais menos fixados na urgência das últimas notícias. Nesse sentido, a conversa com Bauman era promissora: ao longo da sua obra, existe uma variedade de assuntos notável, que caminha lado a lado com uma ambição interpretativa alargada. 

Ao saber da morte de Bauman no último dia 9, decidi tornar público parte do material da entrevista, ainda inédita. Como se verá, muito do que foi dito naquela tarde ajuda a explicar o mundo que vivemos hoje.

Como você relaciona crise econômica e modernidade líquida?

A incerteza é a única certeza que temos. Não sabemos mais como planejar a longo prazo e, quando planejamos, não temos certeza se o plano vai se concluir. Isso se aplica ao nível individual e ao nível social. A crise econômica é só um dos exemplos dessa instabilidade.

Como isso se dá?

Poder é a capacidade de realizar as coisas. Política é a capacidade de decidir quais coisas serão realizadas. As duas coisas, poder e política, até 50 ou 60 anos atrás, andavam juntas, dentro do quadro dos Estados-nações. As pessoas podiam estar à direita, esquerda ou no centro do espectro político, mas todas concordavam em um ponto: o que fosse decidido, as instituições políticas do Estado tinham o poder e os instrumentos para realizar. Então, a questão toda era quem estava sentado no palácio presidencial ou no comando do governo. Uma vez lá dentro, poderiam fazer política de um jeito ou de outro. Tinham os meios, os instrumentos e a capacidade para fazer isso. Não funciona mais assim.

Como funciona?

Na Europa, temos governos que trabalham com algo que, na área de sociologia, chamamos de double bind. Trata-se de uma pressão dupla em direções extremamente opostas. Por um lado, eles estão expostos ao eleitorado, porque são reeleitos ou tirados do poder a cada 3 ou 4 anos. Portanto, precisam escutar o que o povo quer. Por outro lado, os governos sofrem a pressão extraterritorial de finanças, capitais, bancos internacionais, corporações etc. Estes não dependem do eleitorado, não foram eleitos e não ligam nem um pouco para qual será a reação da população. Querem que o governo deixe de escutar o povo e faça as vontades dos acionistas, pois, para eles, a economia equivale aos interesses dos acionistas, isto é, destes que podem ganhar bilhões do nada, ou destruir bilhões, em um dia. São pressões opostas. O resultado disso é que o governo tem opções limitadas.

As crises tendem a se multiplicar?

Eu não acho que essa situação de desordem econômica, pois é difícil chamar isso de ordem, poderia sobreviver sem uma crise constante. Deve haver algum lugar onde os capitais possam se reabastecer ou rejuvenescer, sugando os espólios de outros locais. Então, o que é característico do sistema mundial hoje, em tempos de modernidade líquida, é a constante mudança ou flutuação de poder econômico de um lugar para outro. A situação é essa: por um lado, há poderes que estão livres de qualquer controle político; por outro lado, há políticos que sofrem com a falta de poder. Temos poder sem política e política sem poder.

Como isso afeta cada um de nós?

Até recentemente, os Estados tinham a obrigação de prover as necessidades básicas da vida. Mas, por causa do déficit de poder dos governos nacionais, eles não conseguem mais prover. Portanto, os governos precisam deixar de lado as funções que tinham como obrigações. Eles têm duas formas de deixar de lado essas funções. Uma delas é privatizar. A outra forma é rebaixá-las a um nível que, após Anthony Giddens, chamo de política da vida real. Na política da vida real, eu, você e todas as pessoas, somos ao mesmo tempo parlamento, governo e judiciário. As pessoas têm que decidir o que fazer, executar e julgar. Assim, diversas funções que eram antes realizadas por uma comunidade, agora estão nos ombros dos indivíduos. 

Quais as consequências dessa política da vida real?

Por um lado, é um grande avanço de liberdade individual. Em princípio, você pode ser o dono da sua própria vida. É o que chamo de indivíduos de jure: nós somos indivíduos por decreto. Assim, goste ou não, você é culpado por suas derrotas. Se você fracassa, não pode culpar a ninguém. O que, é claro, afeta sua auto-estima. Se os seus pais sofressem de insônia era, sobretudo, porque tinham medo de não estar suficientemente bem conformados aos padrões. Mas, caso você sofra de insônia, não é por medo de desviar da norma. Pelo contrário, você pode agir como quiser. Você pode ter medo, talvez, de ser incapaz de realizar algo. Sentir que não tem os recursos, o talento, a capacidade ou a energia suficientes para ser quem gostaria de ser. Supostamente, você é livre para escolher sua identidade, mas na prática você não consegue realizar isso. Portanto, você é um indivíduo de jure, mas não é um indivíduo de fato. Essa situação traz sentimentos muito desagradáveis, que são muito comuns no mundo hoje. Um deles é o sentimento de ignorância constante, de não saber o que vai acontecer. Outro sentimento é o de impotência, isto é, mesmo que eu saiba exatamente qual o perigo, não posso fazer nada para impedir. Não tenho o poder para isso. A combinação desses sentimentos, ignorância e impotência, resulta no de humilhação, que é um golpe pesado na autoconfiança e na auto-estima. De acordo com as estatísticas, a depressão é a doença mais comum do momento. Muita gente fica deprimida em algum momento. A depressão é o produto dessa sensação de não ter controle, de estar abandonado. Às vezes, chamamos isso de exclusão. Nós somos excluídos de onde a ação acontece, de onde a vida real é vivida. Não conseguimos chegar lá.

Nessa perspectiva, dá para pensar em utopia?

Viver nessas circunstâncias exige que as pessoas tenham nervos muito fortes. Que tenham determinação e também que pensem em maneiras de transformar o mundo em que vivem. É muito difícil de propor isso e mais ainda de conseguir. As utopias, há 50 ou 60 anos, eram utopias sobre uma sociedade perfeita, na qual cada pessoa teria um lar com segurança e todos estariam mais ou menos satisfeitos com a vida. Ter uma boa vida significava viver dentro de uma boa sociedade, por causa dela e graças a ela. Hoje, essa utopia não existe mais. Utopia, como muitas outras coisas na vida, foi privatizada. A utopia privatizada não é sobre uma sociedade melhor, mas sobre indivíduos melhores, cada um em suas situações individuais, dentro de uma sociedade muito ruim. Sobre a sociedade, dizem que não dá para mudar. Mas o que as pessoas podem fazer é cuidar de si mesmas, de seus entes queridos, sua família, cônjuge, o que seja. Encontrar um lugar confortável em um mundo essencialmente desconfortável. 

Você pode dar um exemplo de utopia privatizada?

O Facebook. Nele, você pode ter um mundo imaginário, on line, que não aparece na realidade offline. Você pode ser quem você quiser online. Pode ter várias identidades diferentes, pode fingir ser algo que não é, pode realizar todos os seus sonhos. É uma maneira de fugir das duras exigências e asperezas do mundo offline. Uma outra reação é buscar algum tipo de mudança na sociedade como um todo. Por exemplo, os movimentos Occupy.

Como você vê o futuro a partir dessas alternativas?

Eu não sou pessimista nesse sentido. Porque toda árvore de carvalho de cem anos começa com uma muda apenas. E, então, se torna um carvalho majestoso em cem anos. Todas as maiorias na história começaram como minorias. Se não fosse assim, ainda estaríamos no período paleolítico: se ninguém quisesse sair da caverna, ainda estaríamos lá. Aqueles que decidiram sair eram minoria. Então, cedo ou tarde, o ser humano vai encontrar soluções, mudar os hábitos, mudar a si próprio e começar a viver de outra maneira. Tenho quase certeza disso, mas o problema que me preocupa é quanto tempo isso levará para acontecer. 


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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Globo posa de mídia e ataca líder do governo temer. Tem gente que gosta, acredita!

Justiça... O que significa, mesmo? Foro privilegiado... (vulgo blindagem) Quer dizer que todos somos iguais perante a lei, mas alguns são mais iguais do que os outros?

E quem lhes deu este privilegio? De certo modo foram os outros, os desiguais, ou menos iguais... Já que votaram (votamos) e escolheram (entre aspas).

É o que se gesta na “casa do povo”. Ampliar este privilégio – que já existe, diga-se de passagem – para ‘potenciais bandidos’ (alguns muito mais do que meros potenciais) – ‘sub judice’, como se diz – que, apesar dos mal feitos, querem ‘subir na carreira’ e estão preocupados com os ventos que andam rolando por aí... Vai que pega... Melhor prevenir...

Quanto a globo fazer uma fezinha dessas é para salvar as aparências e nem deve incomodar tanto assim ao atacado, pois ele sabe que ao fazer isso ela simula alguma credibilidade crítica que pode, vai, ser muito útil no andar da carruagem.

Ela diverge no assessório, mas não vacila no essencial, que é a manutenção pura e simples do golpe, que não deixa de ser uma galinha dos ovos de ouro para ela e para a mídia associada como um todo.

A globo sempre se deu muito bem na “mamação” de situações de exceção como esta. Ela é especialista, sem aspas.
"Globo ataca Jucá, líder do governo temer, em editorial
Apesar do posicionamento normalmente chapa-branca em relação à administração de Michel Temer, o jornal O Globo publicou hoje um editorial em que critica duramente o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo, por sua tentativa de Proposta de Emenda à Constituição para blindar os políticos na linha sucessória da Presidência; "Por trás dela [da PEC] pode-se perceber a impressão digital dos temerosos com a Lava-Jato", diz o periódico da família Marinho.

Apesar do posicionamento normalmente chapa-branca em relação à administração de Michel Temer, o jornal O Globo publicou hoje um editorial em que critica duramente o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo, por sua tentativa de Proposta de Emenda à Constituição para blindar os políticos na linha sucessória da Presidência; "Por trás dela [da PEC] pode-se perceber a impressão digital dos temerosos com a Lava-Jato", diz o periódico da família Marinho.


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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

A dilapidação do patrimônio público continua a todo vapor. O BB está indo...

Quem diria, o Banco do Brasil, historicamente o maior banco do país.

Como vê os golpistas não estão brincando e parece que têm pressa. Talvez temam alguma reviravolta ‘nas coisas’, sobretudo nas próximas eleições e querem liquidar a fatura logo, já que a grande maioria das ‘mudanças’ deve ser tornar irreversível, notadamente a ‘doação’ do patrimônio publico para empresas e capital estrangeiro, como Pré-sal /Petrobras, por exemplo.

Uma idéia básica nestes casos é sucatear para desvalorizar, derrubar os preços e vender mais em conta para o ‘benfeitor’ nacional e/ou estrangeiro (chega um ponto como este pós/golpe que a distinção se esmaece, se desfaz...)

Itaú passa o Banco do Brasil e se torna o maior banco do país

O Banco do Brasil perdeu para o Itaú Unibanco o posto de maior banco do país em ativos. Do terceiro para o quarto trimestre do ano passado, os ativos totais do banco estatal caíram de R$ 1,45 trilhão para R$ 1,4 trilhão. Os do rival privado subiram de R$ 1,399 trilhão para R$ 1,426 trilhão. O BB anunciou nesta quinta-feira (16) que seu lucro caiu 44,2% em 2016, para R$ 8,034 bilhões. O lucro do Itaú também caiu no ano passado, para R$ 22,15 bilhões (-7%). 


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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Acredite se quiser. Câmara golpista aprova lei “mulher do cunha”. É verdade! Confira!

Não sei qual a expressão que poderíamos usar neste caso... Tão escabroso? Engraçado?

O pessoal ‘do golpe’ se sente tão à vontade que tem a veleidade de aprovar uma cosia assim, sobretudo com uma mídia maneira destas, amiga/associada/bem praga, e diante do ‘silêncio sepulcral’ dos ditos coxinhas e paneleiros, que ninguém tem notícias por onde andam ‘a estas alturas do campeonato’.

E aí, conhece algum coxinha/paneleiro? Devem ter ‘sumido funcionalmente’, já que seria preciso muita convicção – alienação? – para se assumir nos dias correntes, não é verdade?
"Câmara tenta aprovar lei cláudia cruz para liberar repatriação dos corruptos

O golpe dos corruptos contra a presidente honesta, ocorrido no Brasil em 2016, tentou consumar, nesta quarta-feira 15, seu lance mais ousado: a Câmara dos Deputados, presidida por Rodrigo Maia (DEM-RJ), acaba de aprovar, em regime de urgência, a "lei Claudia Cruz", que permitiria que parentes de políticos repatriasseem recursos não declarados no exterior; com isso, todo o dinheiro guardado por políticos corruptos em contas secretas no exterior poderia ser legalizado; é o caso dos "trustes" de Cláudia Cruz, esposa do ex-deputado Eduardo Cunha, e dos filhos do ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado, que gravou senadores do PMDB articulando o plano para derrubar Dilma Rousseff e, assim, estancar a sangria da Lava Jato; no entanto, um destaque da oposição retirou, por ora, a liberação aos políticos.

247 – O golpe dos corruptos contra a presidente honesta, ocorrido no Brasil em 2016, tentou consumar, nesta quarta-feira 15, seu lance mais ousado: a Câmara dos Deputados, presidida por Rodrigo Maia (DEM-RJ), acaba de aprovar, em regime de urgência, a "lei Claudia Cruz", que permitiria que parentes de políticos repatriem recursos não declarados no exterior.

Com isso, todo o dinheiro guardado por políticos corruptos em contas secretas no exterior poderia ser legalizado.

É o caso dos "trustes" de Cláudia Cruz, esposa do ex-deputado Eduardo Cunha, e dos filhos do ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado, que gravou senadores do PMDB articulando o plano para derrubar Dilma Rousseff e, assim, estancar a sangria da Lava Jato.

Boa parte da base de Michel Temer, delatada pela Odebrecht, seria beneficiada pela anistia.

No entanto, um destaque da oposição conseguiu impedir, por ora, a anistia aos corruptos.

Abaixo, reportagem da Reuters:

Reuters - A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o texto-base do projeto para uma nova rodada de regularização de ativos mantidos ilegalmente no exterior, a chamada repatriação, programa que rendeu mais de 45 bilhões de reais ao governo no ano passado.

Diferentemente da versão anterior, desta vez o texto deixa uma brecha para parentes de políticos e funcionários públicos aderirem ao programa, possibilidade que estava explicitamente vedada na edição de 2016.

Os deputados ainda votariam os destaques apresentados ao projeto.

Por Marcela Ayres, em brasil247

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Lula abre vantagem e “ovo do nazismo”, vulgo Bolsonaro, cresce, diz pesquisa CNT/MDA

Como vê, este papo de fascismo não é mera ‘conversa de botequim’. Provavelmente grande parte dos aficionados pelo seu ícone nacional, o tal do bolsonaro, não deve ter a mínima ideia do que se trata, só flertam com o estilo ‘prendo e arrebento’ do dito cujo, que, pelo menos no discurso gosta de posar de homem forte, de justiceiro.

Ele não está sozinho. Como bem ‘profetizou’ o Frei Beto (em 2015), leia aqui, o ovo do nazismo se gesta há já algum tempo, sobretudo em ninhos religiosos radicais, que têm na bancada da bíblia no Congresso Nacional um pouco de sua “crista visível”.

Estes números abaixo da última pesquisa CNT/MDA ilustram um pouco isso. 

Confira!
"Lula abre vantagem em nova pesquisa CNT/MDA e Bolsonaro cresce
Nova pesquisa CNT/MDA para a disputa presidencial que acaba de ser divulgada revela que Lula lidera e abre vantagem em todos os cenários avaliados. Jair Bolsonaro cresce e encosta em Marina Silva. Confira na íntegra.

O ex-presidente Lula abre vantagem na liderança da disputa presidencial de 2018. As informações são da mais nova pesquisa CNT/MDA, divulgada hoje (15).
Lula lidera as intenções para 1º turno tanto na pesquisa estimulada quanto na espontânea. O ex-presidente ainda lidera todos os cenários em que aparece no 2º turno.

Na pesquisa espontânea, aquela em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Lula tem 16,6% das intenções de voto. Na última edição da pesquisa, em outubro de 2016, ele tinha 11,4% das intenções.

Na 2ª colocação da pesquisa espontânea está o deputado Jair Bolsonaro. Ele subiu de 3,3% das intenções para 6,5%.

Aécio Neves foi citado espontaneamente por 2,2% dos entrevistados. Marina Silva, por 1,8%. Também foram lembrados o atual presidente Michel Temer (1,1%), a ex-presidente Dilma Rousseff (0,9%), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (0,7%) e Ciro Gomes (0,4%).

Entre os entrevistados, 10,7% afirmaram que votarão nulo ou em branco. Os indecisos são 57,1%.

Na pesquisa estimulada para o 1º turno, quando os nomes dos candidatos são apresentados, Lula aparece como o preferido de 30,5% dos entrevistados no seu pior desempenho.

No melhor cenário, 32,8% votariam nele. Em todos os 3 cenários estimulados, Marina Silva é a 2ª colocada. Ela tem de 11,8% a 13,9% das intenções.

O levantamento da CNT/MDA foi realizado de 8 a 11 de fevereiro em 138 municípios de 25 unidades federativas. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

“O presidente Lula ganha hoje em todos os cenários. Se as eleições fossem hoje, facilmente seria eleito como presidente da República. Há também um crescimento bastante significativo do Jair Bolsonaro, que mostra esse nicho de pessoas que pensam de forma diferente da média”, afirmou o presidente da CNT, Clésio de Andrade

    PRIMEIRO TURNO 
CENÁRIO 1 
- LULA — 30,5% 
- Marina Silva — 11,8% 
- Jair Bolsonaro — 11,3% 
- Aécio Neves — 10,1% 
- Ciro Gomes — 5,0% 
- Michel Temer — 3,7%
       CENÁRIO 2 (quando o candidato do PSDB é Geraldo Alckmin)
- LULA — 31,8% 
- Marina Silva — 12,1% 
- Jair Bolsonaro — 11,7% 
- Geraldo Alckmin — 9,1% 
- Ciro Gomes — 5,3%
    SEGUNDO TURNO
CENÁRIO 1 
- LULA — 39,7% 
- Aécio — 26,5%
CENÁRIO 2 
- LULA — 42,9% 
- Temer — 19%
CENÁRIO 3 
- LULA — 38,9% 
- Marina — 27,4%

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Temos o que comemorar. Brasil tem dois museus entre os 25 melhores do mundo

Instituto Ricardo Brennand (Pernambuco, Brasil)
Notícias velhas, não? É de 2014, mas, como pode não ser tão divulgada assim, e em meio a ‘estes tempos tão bicudos’ pelos quais passamos, não custa dar uma olhada.

A ideia é buscar mesmo que nos alfarrábios e baús metafóricos – não tão antigos assim – coisas boas do país que já existiam e/ou que tomaram corpo nos últimos anos, também, graças a influencia de governos, que é para sairmos desta sensação de: ‘... O ultimo a sair apague a luz’, que parece vir acometendo os corações e mentes de tantos.

É isso o que esta turma nova que se aboletou no poder vem criando. É uma sensação, expectativa assim...


Tocam as coisas como se fosse uma ‘ação entre amigos’ – locais e estrangeiros – e o tal do povo, ou conceito equivalente, fica só olhando. Alguns só perplexos. Outros revoltados, e tem até satisfeitos – sabe-se lá com o que – tem até mesmo indiferença... Se é que coisa do gênero seja possível a estas alturas do campeonato.

Logo, este lance de mexer com coisas boas que existem por aí no país, muitos destaques internacionais, sobretudo diante da tal mídia usual não divulgar ou enaltecer, notadamente se coisas boas associadas a governos anteriores, e quase ninguém se toca... Vê!

São pequenos pedacinhos do país que podem mexer com os brios, os gostos, e a sensação meio estremecida de brasilidade, de nacionalidade...

"Brasil tem dois museus entre os 25 melhores do mundo

O Instituto Ricardo Brennand, em Recife (PE), e o Inhotim, em Brumadinho (MG), estão entre os 25 melhores do mundo no prêmio o Travalers Choice Museus 2014, pesquisa do site de viagens TripAdvisor.

O museu pernambucano figura na 17ª posição, à frente do renomado Louvre, em Paris, que ficou no 19° lugar. Já o mineiro ocupa a 23ª posição.

O Instituto de Arte de Chicago, nos Estados Unidos, foi escolhido como o melhor entre os 509 museus classificados pelo ranking, que usou como base a opinião de cerca de 280 milhões de usuários do site.

Completam a lista dos cinco melhores do mundo o Museu Nacional de Antropologia, na Cidade do México (México), em 2º, o State Hermitage Museum and Winter Palace, São Petesburgo (Rússia), em 3º, o The Getty Center, Los Angeles (EUA), e o Galleria dell'Accademia, Florença (Itália), em 5º.

América do Sul

O Instituto Ricardo Brennand e Inhotim também foram eleitos os dois melhores museus do continente. O Museu da Língua Portuguesa (4º), a Pinacoteca de São Paulo (7º), o Museu do Futebol (9º) e o Catavento (10º) completam a lista dos museus brasileiros no top 10 da América do Sul.

Os 25 melhores museus do mundo
1 - The Art Institute of Chicago (Chicago, EUA) 
2 - Museu Nacional de Antropologia (Cidade do México, México) 
3 - Museu Hermitage e Palácio de Inverno (São Petersburgo, Rússia)
4 - Getty Center (Los Angeles, EUA) 
5 - Galleria dell’Accademia (Florença, Itália) 
6 - Musee d’Orsay (Paris, França) 
7 - Metropolitan Museum of Art (Nova York, EUA) 
8 - Museu da Acrópole (Atenas, Grécia) 
9 - Museu do Prado (Madri, Espanha)
10 - Memorial do Holocausto Yad Vashem (Jerusalém, Israel)
11 - The National WWII Museum (Nova Orleans, EUA)
12 - National Gallery (Londres, Inglaterra) 
13 - Museu Vasa (Estocolmo, Suécia) 
14 - National Gallery of Art (Washington, EUA) 
15 - British Museum (Londres, Inglaterra)
16 - Museu Hagia Sophia (Istambul, Turquia) 
17 - Instituto Ricardo Brennand (Pernambuco, Brasil) 
18 - Galleria Borghese (Roma, Ttália) 
19 - Museu do Louvre (Paris, França)
20- Rijksmuseu, (Amsterdã, Holanda) 
21 - Smithsonian's National Air and Space Museum (Washington, EUA)
22 - Guerreiros e cavalos de terracota do Museu de Qin (Xian, China) 
23 - Inhotim (Minas Gerais, Brasil) 
24 - Museu da Nova Zelândia (Washington, EUA)
25 - Museu do Ouro (Bogotá, Colômbia)

Os melhores da América do Sul
1 - Instituto Ricardo Brennand (Pernambuco)  
2 - Inhotim (Minas Gerais)
3 - Museu do Ouro (Bogotá, Colômbia) 
4 - Museu da Língua Portuguesa (São Paulo) 
5 - Museu Larco (Lima, Peru) 
6 - Museu Botero (Bogotá, Colômbia) 
7 - Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo) 
8 - Museu de Arte Latino-Americana (Buenos Aires) 
9 - Museu do Futebol (São Paulo) 
10 - Museu Imperial (Rio de Janeiro)

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Cresce a “folha corrida” do tal Morais, do Temer/STF. Depois dos plágios, agora, fraude acadêmica

É a cara do ‘governo temer’, não é verdade? A começar por ele, é tudo – como poderia dizer? – uma tremenda picaretagem. E o pior é que se aboletou no poder e no país graças a um monte de “mentes esclarecidas”, que foi às ruas pedir a ruptura do processo democrático, passando para a História como o maior exercício de imbecilidade já registrada ‘acometendo’ tanta ‘ gente ao mesmo tempo.
São os ditos ‘coxinhas e “paneleiros”.

E tem gente, entre eles, que se acha – ainda? – o tal do suprassumo da informação e da consciência política.

Fazer o que não? O pior é que acaba sobrando pra todo mundo que está fora da “corriola”.
Pulou” mestrado e fez “pós-doc”: Alexandre de Moraes tem currículo que indica fraude
O ex-secretário de Segurança do PSDB de São Paulo, ex-ministro da Justiça do governo Temer e indicado para o STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes (PSDB), pode ter burlado também o currículo lattes ou obteve títulos em uma velocidade inimaginável para qualquer pesquisador com relativa seriedade no trato e no desenvolvimento de pesquisa.

Alexandre de Moraes não fez a dissertação de mestrado como os pobres mortais pesquisadores. O mestrado é o início da carreira de pesquisador e fundamental para que, no doutorado, o pesquisador tenha amadurecimento suficiente para desenvolver uma tese. Moraes pulou essa etapa, o que não é fácil e nem comum na academia.

Além disso, ele fez o doutorado, o pós-doc e obteve o título de livre-docente em apenas 4 anos, de 1998 a 2001. Ou é fraude ou é um fenômeno a ser estudado. Somente o doutorado leva normalmente quatro anos para se fazer. O pós-doc (pós-doutorado) é uma pesquisa normalmente feita em um ano. Já o título de livre-docência também exige uma pesquisa de mais 4 anos. Muitas vezes o tempo é maior.

Isso talvez seja explicado com a acusação de plágio. Ao fazer plágio, o pesquisador abrevia etapas com a fraude. A velocidade das pesquisas de Alexandre de Moraes casa com a acusação de fraude.

Hábil como uma raposa ou uma lebre, Moraes pulou o mestrado e fez doutorado em 02 anos (1998-2000). O inacreditável é que o doutorado foi feito concomitantemente ao seu pós-doc, que inclusive se inicia antes do doutorado (1997-2000). Ou seja, ele fez o pós-doutorado antes do doutorado. Uma loucura.

No ano seguinte já era livre-docente (2001). Veja link se não foi retirado do ar.

Glauco Cortez, via Carta Campinas

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