quinta-feira, 23 de março de 2017

Um item previsível do golpe: ‘Mexer’ com a questão fundiária. É claro!

O interino & corja no Planalto pode até sair – destituído a qualquer momento* – mas, enquanto isto vai seguindo o “script do golpe” que o aboletou por lá com propósitos bem ‘claros’, logo, enquanto tem tempo, “vai fazendo”...
"Propriedade, direito absoluto?
Sem debate algum, governo baixa MP que bloqueia usucapião, regularização de favelas e áreas ocupadas. Medida fere Constituição e equivale a contra-reforma agrária e urbana

Desde dezembro, as conquistas dos últimos 30 anos relacionadas à regularização fundiária no Brasil estão sob risco. Isso porque no dia 22 de dezembro o governo federal editou a Medida Provisória 759 (MP 759), que viola os marcos legais sobre a política urbana e a função social da propriedade.
*Veja também: Hecatombe do governo. Fim do ‘governo’ golpista parece próximo
A publicação desta MP, de grande repercussão nas formas de produzir as cidades e o território, na véspera de Natal e sem debate prévio, causou grande surpresa nas instituições que há muito tempo discutem as cidades e seu desenvolvimento.

A MP 759 altera 19 atos normativos federais editados entre os anos de 1946 e 2015, dentre os quais todas as disposições sobre regularização fundiária da Lei federal 11.977 de 2009, que tem sido usada como base normativa em todo o Brasil e consolida nosso país como referência internacional.

“A MP 759 versa sobre várias normas que tratam de direitos fundamentais como moradia, função social da propriedade e direito ao meio ambiente. Tais direitos não podem ser objeto de uma medida provisória e muito menos violados e impactados.

É preciso que haja um processo democrático e participativo para qualquer tentativa de mudança dos regimes jurídicos objetos da MP 759”, considera Nelson Saule Júnior, diretor do Instituto Pólis, professor de Direito Urbanístico da PUC-SP e coordenador do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico.

Não bastasse a complexidade legislativa que ela produz, que dará margem a leituras e interpretações diversas, é importante pontuar que, na mesma MP, temas fundamentais que deveriam ser previstos ficam postergados para disciplina em decreto do governo federal. Estão neste conjunto toda a regularização de interesse social (Reurb-S) e o procedimento de registro da regularização fundiária, incluindo a legitimidade para propor o registro e o procedimento.

Trata-se de ““um verdadeiro presente de Natal” para os falsos loteadores das terras urbanas, desmatadores e grileiros de terras públicas na área rural”, descreve a carta intitulada “Carta ao Brasil: MP 759/2016 – A desconstrução da Regularização Fundiária no Brasil”.  O documento é assinado por mais de 90 organizações e movimentos sociais, dentre elas o Fórum Nacional de Reforma Urbana, o Instituto Socioambiental (ISA), Greenpeace, o Instituto Pólis e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).
O que muda com a medida?
A MP 759 extingue os critérios que asseguram o interesse social. A medida rompe com regimes jurídicos de acesso à terra, de regularização fundiária de assentamentos urbanos – tais como ocupações e favelas -, altera as regras de venda de terras e imóveis da União e da Política Nacional de Reforma Agrária.

Em situações de conflitos de terra, sejam rurais ou urbanos, assentamentos organizados ficam impedidos de defender-se a partir do princípio da função social da propriedade; das disposições das Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS); com base no usucapião; ou com base na desapropriação do artigo 1.228, §4º do Código Civil.

Com a MP 759, a regularização fundiária, um direito conquistado ao longo de anos de luta de movimentos e organizações sociais, torna-se um pretexto para concentração de terras e para a anistia de condomínios irregulares de alto padrão, que inclusive podem estar situados em áreas de preservação.
Por Mariana Belmont, jornalista, trabalha com mobilização e comunicação para políticas públicas. Atuou como assessora de comunicação da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e na Secretaria de Habitação, ambos na Prefeitura de São Paulo. Foi coordenadora de comunicação do Mosaico Bocaina de Áreas Protegidas. Escreve para o Blog de Áreas Protegidas no HuffPost Brasil.


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quarta-feira, 22 de março de 2017

Sec. da Educação do Alckmin diz que educação não é um direito básico. De São Paulo para o Brasil!

O artigo foi resgatado (10 Abril de 2016) em função da iminente eleição presidencial – pelo visto é inevitável. Confira aqui – e o PSDB, ou melhor, os eleitores pesdbistas (sabe-se lá por quê) podem estar, exatamente, esperando esta oportunidade de eleger um governo, entre aspas, que só no Estado de São Paulo já está há 20 anos e não consegue esconder nem “seu governo” e muito menos “suas prioridades”.

A educação é, apenas, um item, se é que cabe aqui um “apenas” como se coisa menor...

É o pressuposto básico que justifica o fechamento de salas de aula no Estado, milhares delas, e a concentração de alunos em unidades que, freqüentemente estão bem distante de suas residências.

Isto como decisão inicial, já que, com tantos obstáculos para “os pobres”, no caso das áreas onde estão sendo desativadas as salas, e escolas, talvez, quem sabe, visa provocar uma hipotética desistência de alunos/pais.

É a famigerada reorganização escolar.

“Tudo aquilo que antigamente era fruto do trabalho, do esforço, do sacrifício e do empenho, passou a categoria de “direito”, diz ele.

O que não diz é que o Estado deve cumprir o seu papel, que é praticamente uma ação entre amigos, quando serve a grupos e empresas, e os tais direitos a que se refere, a exceção do período de governo Lula e Dilma, não passavam de fantasia de intelectual.

Leia também: As grandes realizações ‘carcerárias’ dos tucanos e nenhuma universidade. O 'caminho' do golpe?

Por trás de uma visão tão “ilustrada”, estão as empresas ligadas à educação no Estado, não só no Estado, já que são grandes conglomerados que investem pesado em governos do PSDB e participam dos conluios para desviar dinheiro público, como o caso recente do Escândalo da Merenda, o que atesta o loteamento do Estado.

Tem sido a tônica das administrações PSDB que já faz 20 anos de domínio do Estado.

É como diz a piada, se quiser se locupletar tranquilamente com a tal corrupção, com a “coisa publica” e não ser molestado pela justiça é só se filar ao PSDB.
“Secretário da educação afirma que educação não é um direito básico
José Roberto Nalini, Secretário de Educação do Estado de São Paulo, publicou texto no site da Secretaria de Educação de SP onde nega o direito elementar à educação e também critica que “a população se acostumou a reivindicar”. Sua defesa de estado mínimo não o impede, entretanto, de defender os inúmeros auxílios do qual os juízes são beneficiários.

Foi publicado no site da Secretaria Estadual da Educação nessa terça-feira, 5, um artigo de autoria do atual secretário, José Roberto Nalini (ver na íntegra no final deste artigo), no qual afirma que “muito ajuda o Estado que não atrapalha” e que este deveria responder apenas “por missões elementares e básicas. Segurança e Justiça, como emblemáticas. Tudo o mais, deveria ser providenciado pelos particulares”

O artigo é uma defesa escancarada de um modelo de estado que sirva apenas para beneficiar os ricos, onde tudo é pago e privatizado e onde a centralidade da atuação estatal nos setores de segurança pública e judiciário serve apenas para reprimir as inevitáveis revoltas que inevitavelmente surgirão.

Revoltas que já aparecem hoje, diante da tentativa gradual e sorrateira que Alckmin e os tucanos já fazem de implementar essa noção de estado mínimo. Os estudantes secundaristas que permanecem em luta contra o governo estadual desde as ocupações de escola no fim de 2015 são um bom exemplo disso. A brutal repressão da qual eles foram vítimas em seu último ato, no mesmo dia em que Nalini publicava tamanhas asneiras, também clarifica o papel da “segurança e justiça” nesse governo que os tucanos defendem.

Mas, para Nalini, a legítima luta da população organizada em torno de seus direitos é algo a ser combatido: “Tudo aquilo que antigamente era fruto do trabalho, do esforço, do sacrifício e do empenho, passou a categoria de “direito”. E de direito fundamental, ou seja, aquele que não pode ser negado e que deve ser usufruído por todas as pessoas.”

O que o Desembargador Nalini quer dizer com isso é que os trabalhadores e a população pobre devia exigir menos ou nada do Estado e que deveria conseguir tudo por conta própria. Pouco importa se mais da metade da população sobreviva ganhando até dois salários mínimos por mês, que mal dão conta de cobrir as despesas já existentes, quanto mais se tiver que arcar com o pouco que o Estado ainda lhe confere hoje.

Nalini é contra educação pública, mas defende auxílio-moradia de R$ 4.300,00 para a casta judiciária

Continue lendo, aqui
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terça-feira, 21 de março de 2017

Hecatombe do governo. Fim do ‘governo’ golpista parece próximo

É ao que pode levar a “avalanche” de denúncias que, em se levando, minimamente, a sério, não deixará “pedra sobre pedra” deste governo, entre aspas, incluindo, ou, sobretudo, o seu titular, entre aspas.

A saída à vista seria uma eleição.
"Hecatombe do governo golpista – Diretas Já!
A lista do Janot tem o efeito de uma hecatombe para o governo golpista. A mega-denúncia de corrupção oferecida pelo MP ao STF é aterradora. Ela implica, até este momento de divulgação parcial das informações, personagens-chave do bloco golpista:
1) cinco ministros: Aloysio Nunes e Bruno Araújo, do PSDB; Eliseu Padilha e Moreira Franco, do PMDB; e Gilberto Kassab, do PSD; 
2) os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia/DEM; e do Senado, Eunício de Oliveira/PMDB – primeiro e segundo da linha de sucessão do presidente usurpador; 
3) o líder do governo no Senado, Romero Jucá, presidente do PMDB e artífice da “solução Michel”, montada para derrubar a presidente Dilma e “estancar a sangria” da Lava-Jato; 
4) o presidente do PSDB Aécio Neves; espécie de Carlos Lacerda do século 21, maestro da desestabilização política e do colapso econômico para derrubar a presidente Dilma; e 
5) outros senadores da base do governo [José Serra, Edison Lobão, Renan Calheiros], além de empresários e operadores da corrupção.
Ainda estão pendentes de publicidade os inúmeros pedidos de abertura de investigações de demais pessoas e políticos implicados, quando então deverão surgir os deputados, outros ministros e governadores.

Michel Temer, embora citado 45 vezes numa única delação da Odebrecht, não terá processo aberto, porque a Constituição não autoriza a investigação de presidentes por ilicitudes cometidas antes do exercício do mandato.

Janot incluiu Dilma e Lula na lista – supõe-se que baseado nas convicções dos procuradores de Curitiba, não em provas concretas e contundentes, como as conhecidas da bandalha golpista.

A crise política, moral e econômica, situada em níveis já bastante críticos, será magnificada. O país poderá marchar para a depressão econômica em simultâneo com uma imponderável confusão política.

A eleição geral, neste contexto – para o Congresso e para a Presidência da República – é a única possibilidade de se recompor a legitimidade do sistema político para retirar o país do abismo.

Michel Temer, já bastante debilitado pelos escândalos permanentes, pela recessão recorde, desemprego brutal e derretimento do país, agora oscila entre a agonia e a morte. A continuidade deste governo é um entrave para a superação da crise.

O Brasil precisa, urgentemente, reatar-se com a democracia e restaurar o Estado de Direito. Somente um governo eleito diretamente pelo povo terá legitimidade para dirigir o esforço de reconstrução do país, devastado pelo golpe.

A saída para o Brasil é uma só: fim do governo golpista e eleições diretas e gerais já.


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segunda-feira, 20 de março de 2017

E aí, o ambientalismo acabou? O Brasil ainda lidera em numero de ‘mortes’ deles

Vimos ‘falando’ ultimamente sobre sumiço do ambientalismo. É como se ‘os problemas’ tivessem sido todos corrigidos, sanados, e que tudo está indo às mil maravilhas.

Até parece, já que saiu de vez da pauta de velha mídia associada aos interesses maiores, inclusive, ou, sobretudo, externos... O que quer dizer que... Acabaram, já que ela, a tal mídia, seria a janela para o mundo...

Coloquei aspas em ‘mortes’ no título para ilustrar a ‘morte militante’ de muitos outros.

Daí estarmos voltando com este artigo que foi publicado em 2015...(Em metanoverde) É só pra lembrar!

   ‘O ambientalismo parece ter saído de moda, não? Um dos motivos é que uma das fontes de ‘agitação’ as ONGs e vedetes na mídia – sediadas nos ditos países desenvolvidas, que são, na realidade, agentes dissimulados do marketing primeiromundista – como que saíram de cena e das manchetes, em função do acirramento da crise econômica mundial a partir de 2008.

A crise os ‘obrigou’ a voltar em massa ao consumo do maior vilão do meio ambiente desde sempre e do famigerado ‘aquecimento global’, os derivados de petróleo para a produção de energia, daí, como se diz, “botaram a viola no saco” e pararam de acusar os outros, através de seus manjados porta-vozes, as ONGs ditas ambientalistas, sobretudo a WWF e Greenpeace.
Leia também: 
- O meio ambiente e a segurança jurídica estão indo pelo ralo. Meio ambiente é a bola da vez 
- Áreas verdes. Sabe mesmo o que isso significa? O conceito pode se bem mais amplo 
- Como adicionar o conceito de sustentabilidade às suas atividades, ao ‘faça você mesmo’ 
- Porque os gramados, jardins e plantas estão sumindo das casas?
É o caso do Brasil, a menina dos olhos ‘deles’, onde a matriz energética passa ao largo desta opção de sempre dos ditos aficionados por derivados de petróleo, já que a base por aqui é energia hidrelétrica, mas, enquanto pregam a defesa do meio ambiente, seus financiadores conspiram pesado pela posse de nossas grandes reservas de petróleo em terra e no pré-sal.

O que, pelo visto, com o recente golpe... Conseguiram!

Agora, neste artigo abaixo vai ver que o ambientalismo só saiu de moda como discurso de rico, mas a questão do uso e destruição do planeta continua, e matando quem se atreve a defender. Por trás, estão os interesses de sempre, locais e internacionais.
Brasil lidera em mortes de ambientalistas
ONG registra 29 mortes no país em 2014, de um total de 116 casos em todo o mundo. Três em cada quatro assassinatos de ativistas ambientais aconteceram na América Latina

O Brasil foi o país mais perigoso do mundo para militantes ambientalistas em 2014. Em nenhum outro lugar foram assassinados mais ativistas, segundo relatório da ONG britânica Global Witness, apresentado nesta segunda-feira 20 em Londres.

A América Latina é considerada a região mais perigosa pela organização. De cada quatro mortes, três aconteceram na região. No ano passado foram registrados 116 casos em todo o mundo, número que é recorde histórico e 20% maior que o de 2013. Deles, 87 ocorreram em nações latino-americanas.

Honduras lidera a lista na relação número de casos por habitante, segundo o documento, intitulado How many more? (Quantos mais?). Entre 2002 e 2014, 111 pessoas morreram no país em decorrência de crimes contra ambientalistas.

Entre 2007 e 2011, os crimes contra ambientalistas registrados pela Global Witness triplicaram. Com isso, os militantes do meio ambiente são considerados o grupo de ativistas que mais corre riscos. No mundo inteiro, segundo a instituição, foram mortos, em função do seu trabalho, quase duas vezes mais ambientalistas que jornalistas.

Índios são 40% das vítimas

Em 2014, o Brasil figura no topo da lista, com 29 mortes, seguido pela Colômbia, com 25, pelas Filipinas, com 15, e por Honduras, com 12. Cerca de 40% das vítimas são índios. Já para ativistas do direito à terra, o Sudeste Asiático é a região mais perigosa do mundo.

"Em Honduras e no mundo inteiro, ambientalistas são mortos, sequestrados, ameaçados ou processados como terroristas, em plena luz do dia, porque se opõem ao chamado desenvolvimento", lamentou Billy Kyte, da Global Witness, exigindo que os governos façam mais pela proteção dos ambientalistas.

Segundo a Global Witness, os crimes são praticados por grupos paramilitares, pela polícia e por empresas de segurança privada. Entre os mandantes estariam grandes latifundiários, grupos privados, políticos e membros do crime organizado.

"A maioria desses crimes, realizados em nome de uma poderosa combinação de interesses corporativos e governamentais, fica impune", acrescentou Kyte.


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domingo, 19 de março de 2017

Como fazer um frontline caseiro

Dizem que só existem cães e gatos que tomam “prozac” porque estão acabando com as suas pulgas que os mantinham ocupados. Brincadeiras à parte, o fato é que as pulgas e os carrapatos veem se tornando um flagelo para os nosso peludos, e que os frontlines industriais além de custarem muito caro, não estão dando conta do recado. Esta receita abaixo funciona, mesmo, e custa muito pouco, basta dar uma olhada nos relatos de usuários.

É muito simples, é só seguir a receita que não tem erro.
Ingredientes:  
1 litro de álcool - compre álcool de cereais - é melhor do que o de supermercado;  
30 g de cânfora  
1 pacotinho de cravo da índia;  
1 copo de vinagre branco;  
Obs. não leva água  
Modo de fazer:  
Misture tudo e deixe em infusão até dissolver a cânfora. Misture todos os ingredientes, coloque num borrifador de plantinhas.  
Use bastante nos pelos dos cães e gatos, na casa depois de varrer, nas casinhas deles. 
Carrapatos aparecem ás vezes, pois o vento traz, mas morrem na hora! 
Quando chega um peludo resgatado da rua, antes do banho eu borrifo esta solução neles e envolvo com uma toalha. As pulgas saem mortas e os carrapatos quase morrendo! Depois é só dar o banho, secar e colocar mais a solução pra garantir." 
Fonte original: Rede

Obs 1.

Em função da polêmica em torno da quantidade de pedras ou gramas de cânfora no frontline, fiz uma pesquisa e, conforme a FDA (Food and Drug Administration) dos EUA, o percentual recomendado de cânfora em composição de fórmulas e medicamentos é de 3%.

Como um litro de álcool equivale a 790 gramas, a quantidade de cânfora seria de 24 g e se considerarmos, também, os 250 ml de vinagre, a quantidade de cânfora seria algo em torno de 30 g. Ainda, conforme a FDA, deve ser evitado a administração do composto que contenha a cânfora em bebês humanos.

frontline como estava antes, com as 30 pedras ou 60 gramas, sempre foi utilizado por uma infinidade de pessoas com resultados excelentes e sem relatos de ocorrência de problemas de qualquer natureza nos cães e gatos, muito pelo contrário, como pode ler nos depoimentos em comentários abaixo, de muitos usuários.

Obs 2.

Embora a cânfora seja tida como de fácil dissolução em álcool, isso não acontece com tanta facilidade assim, logo, você deve amassá-la e só depois colocar na mistura.

Obs 3.  Importante ]

Sugerimos que leia os relatos e depoimentos de outros usuários nos comentários em publicação original, aqui.

Atenção!

Resolvemos publicar esta receita: Como fazer o Dersani caseiro, o cicatrizante em função da necessidade de muitos usuários de resolver problemas de lesão de pele provocadas em cães e gatos, sobretudo por pulgas, já que, conforme relatos ele realmente funciona. Dê uma olhada!

Atendendo aos pedidos de alguns leitores/usuários decidimos uma fórmula pra facilitar a limpeza dos ouvidos dos cães feita por você mesmo. Não tem erro. Além da fórmula, muito simples, segue um passo a passo de como proceder na aplicação: Como fazer a limpeza dos ouvidos dos cães.

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sábado, 18 de março de 2017

Confira como ser mais criativo em 6 passos relativamente simples

Apesar do momento político/histórico em que estamos envolvidos, emersos, mesmo, o nosso blog costuma publicar nos fins de semana temas mais – como poderia dizer? – mais leves? O que seria uma forma de ‘relaxamento’ diante de tantas notícias/reflexões indigestas, embora necessárias/vitais à nossa sanidade político-social.

Este é um ‘como fazer’ que pode dar uma força em nosso cotidiano...
“Como ser mais criativo em 6 passos
Ser criativo faz parte da natureza humana - e os desenhos nas cavernas são a prova disso. Mesmo quando a vida era muito mais bruta, ainda havia espaço para a criação. Mas, só porque todo mundo possui criatividade em si não quer dizer que exista uma única forma de expressá-la. Ela se manifesta de formas diferentes e, por isso, pode ser estimulada de variados modos.

Existem, no entanto, pesquisas da neurociência e dicas de especialistas que servem para qualquer cérebro. Conversamos com Mark Randall, chefe de estratégia e vice-presidente de criatividade digital da Adobe. Antes de integrar uma das maiores corporações da área de criação, Randal foi um criador de start-ups em série. Hoje, ele define quais serão as maiores tendências do mercado de criação a longo prazo. “Eu não conheço nenhum humano que não seja criativo. Se você não tem mais criatividade, você perdeu sua humanidade”, disse à Galileu Mark Randall. Também usamos como base para a lista o livro Zig zag: The Surprising Path to Greater Creativity, de Keith Sawyer, um dos maiores especialistas em criatividade dos Estados Unidos. Confira:
1 - Valorize suas ideias e pare de se importar com a opinião dos outros
Pablo Picasso já dizia que todas as crianças nascem artistas. “O problema é manter -se artista depois de crescido”, afirmava o pintor. Por quê? “Às vezes as expectativas dos outros minam a nossa criatividade, mas muitas vezes nós fazemos isso com nós mesmos”, afirma Randall. Aquela gozação do coleguinha sobre sua letra ou a professora que lhe disse que desenho não era com você podem ter causado um efeito maior do que você imagina. Por sorte, ninguém pode acabar com sua criatividade sem seu consentimento. A maioria dos grandes artistas não davam a mínima para a opinião dos outros. Valorize seus rabiscos, mesmo que ninguém mais os valorize.
2 - Faça perguntas, muitas perguntas
Certa vez, perguntaram a Albert Einstein como ele resolvia problemas, e ele respondeu que, se tivesse uma hora para resolver um problema e sua vida dependesse disso, ele passaria 55 minutos definindo a pergunta certa a fazer. “Quando eu soubesse a pergunta correta, poderia resolver o problema em menos de cinco minutos”, disse o gênio.

Como Keith Sawyer disse no livro Zig zag: The Surprising Path to Greater Creativity, se você está empacado em algum problema, é porque está respondendo a pergunta errada. “Pensar coisas novas exige fazer novas perguntas, não responder as mesmas perguntas melhor ou de formas diferentes. As melhores respostas surgem depois de redefinir a pergunta”, diz Randall.
3 - Rebele-se
Osho, guru indiano e mestre da meditação, dizia que a criatividade é a maior rebelião da existência. Faz sentido na medida em que, para descobrir um problema e resolvê-lo da melhor forma possível, você precisa enxergá-lo. Se você aceita a realidade como ela é, dificilmente você vai teorizar sobre como ela poderia ser diferente. “Nesse sentido as pessoas precisam discordar mais, dizer ‘eu sei que é assim, mas poderia ser muito melhor’. O termo que eu uso é ser construtivamente insensato”, afirma Randall.
4 - Combine ideias antigas
Segundo Keith Sawyer, os melhores insights vêm da combinação de ideias completamente sem relação. “Desenhe um móvel que lembra uma fruta ou um abajur que também é um livro ou apenas escolha duas palavras aleatoriamente fechando seus olhos e apontando para páginas de um livro e invente uma combinação”, diz ele no seu último livro.

Você também pode gerar novas ideias fazendo uma lista sobre como o mundo poderia ser diferente, por exemplo, se existissem cinco sexos ou se a gravidade cessasse um segundo por dia. Depois, é só cruzar as respostas e tentar extrair algo genuíno.
5 - Abra caminhos
Leonardo da Vinci, um dos maiores gênios da história, não era apenas um artista, mas arquiteto, músico, matemático, engenheiro, especialista em anatomia, geólogo e botânico. Ufa. Lembra aquele sonho infantil de ser cantora-modelo-atriz-e-apresentadora. Pode ser improvável na vida real (ao menos para mim), mas se tem algo que criança entende é de criatividade. Basicamente porque a criatividade está ligada ao apetite voraz por conhecimento. Por isso, pessoas criativas geralmente se dedicam a assuntos sobre os quais elas nada sabem só pelo hobby. O gosto pela variedade também pode ser aplicado a pessoas. 

Quanto mais diverso é seu grupo de amigos, melhor. Ter a cabeça aberta pode ajudar você a ter ideias inovadoras, de acordo com Sawyer. “Quando você está em um obstáculo criativo, tente imaginá-lo como um problema em um mundo completamente diferente, como no de design de móveis, em uma prisão ou circo. Como seu problema pareceria nesse mundo? Como você o resolveria?”.
6 - Mexa o cérebro
São vários os estudos da neurociência que fazem uma relação entre criatividade e atividade no lobo temporal do cérebro, mais especificamente no giro temporal superior. Pesquisas apontam que acontece uma espécie de tsunami de ondas gama (ou o aumento da energia das ondas cerebrais) durante o momento “eureca”.

Outra pesquisa, da Universidade do Novo México, observou que quando as pessoas estão engajadas no processo criativo, há menos atividade no lobo frontal. Segundo o professor John Kounios, da Unviersidade de Drexel, pouco antes da “eureca”, ondas de relaxamento passam pela parte de trás da cabeça. Essas ondas são ativadas por atividades que relaxam o cérebro, como quando você fecha os olhos, medita ou corre. Charles Darwin, por exemplo, estava lendo uma tese de Thomas Malthus sobre população por pura diversão quando conseguiu cristalizar sua teoria de seleção natural. Se Darwin conseguiu, você também consegue.

Por Gabriela Loureiro, de Los Angeles*, em Revista Gallileu

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Como coxinha/paneleiro, também, é trabalhador... Terceirização, o presente do temer para você

É debalde, como se diz, ‘olhar’ para este governo, entre aspas, achar e divulgar algo bom, aproveitável...

Notícias como esta nos remate a tantos paneleiros e coxinhas que a estas alturas do campeonato devem estar sem saber o que fazer com sua militância política à lá rede globo, enchendo as ruas e pedindo pela deposição da Dilma.

Hoje é o dia dos clichês: “Ignorância pouca, é, mesmo, bobagem”. É isso, ignorância! O problema é que tem gente que senta na poltrona – leia-se JN – e passa o resto do dia ‘ligado’ nas CBNs da vida e se acha o supra-sumo da informação e, por tabela, da consciência política.

Acha!

O resultado está aí, inclusive deve estar batendo tanto “em suas portas” como dos demais brasileiros que não endossaram, ou pediram, o golpe. Insistindo no clichê: “Agora a inês é morta”! O duro vai ser assumir o “esparro político”.

Esta conversa toda está partindo do pressuposto que muitos já tenham percebido a coisa e se arrependeram... Acredito, mesmo, que bem poucos!  
Veja também: 
Uma reflexão oportuna sobre a tal reforma da previdência. Vale à pena conferir!
Terceirização... Tem gente que não deve perceber a dimensão exata da coisa. Isso associado a outras preciosidades como a “reforma da previdência”... (no link acima)

É para coxinha e paneleiro nenhum botar defeito, ele nos remete a lembrança de que nada foi feito de tão ruim para o trabalhador desde o ‘golpe anterior’, o de 64. É isso! Feito, pois, “pelo andar da carruagem”, “já são favas contadas”.
No Brasil de Temer, a ordem é punir o trabalho
Terceirização e reforma da previdência, as prioridades do governo. "Botafogo" e "Índio" aceleram os trabalhos para pagar a "dívida" com o presidente

Uma rápida busca na internet pelo nome do deputado Laércio Oliveira (SD-SE) com a palavra “terceirização” e encontra-se um texto de autoria do parlamentar no site do Portal da Indústria: “A quem interessa não regulamentar a terceirização?”, diz o título. A pergunta tenta inverter a lógica de um questionamento feito, normalmente, por críticos da terceirização total e irrestrita do trabalho no Brasil. Mas a prestação de contas do deputado nas eleições de 2014 ajuda a desenrolar esse enredo sob outro ponto de vista.

Oliveira recebeu mais de 1,4 milhão de reais em doações de campanha nas últimas eleições para deputado federal. Desse total, 116 mil reais são provenientes da ArcelorMittal Brasil S.A., uma das maiores indústrias siderúrgicas do mundo e alvo de uma centena de processos na esfera trabalhista no Brasil. A empresa chegou a ser condenada, inclusive, por terceirizar sua atividade-fim em uma de suas unidades no País.

O deputado também recebeu doações (119 mil reais) da empresa de seguros do Bradesco, instituição financeira condenada por terceirizar a venda de cartões de crédito, como se tal atividade não fosse parte da finalidade da empresa. Outros 100 mil reais foram doados pela empresa Gocil, que diz em sua página na internet oferecer ao mercado 23 mil “colaboradores”, e não trabalhadores, das áreas de segurança e limpeza.

Financiado por essas e outras companhias, Laércio Oliveira é o relator do Projeto de Lei nº 4.302, de 1998, que pretende liberar a terceirização irrestrita no mercado de trabalho brasileiro. A proposta é patrocinada pelo governo Michel Temer como parte da reforma trabalhista.

E deverá ser colocada em votação com urgência na próxima semana, por um acordo entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), conhecidos como “Botafogo” e “Índio”, respectivamente, desde a delação da construtora Odebrecht.

Eleitos para os cargos com auxílio da gestão Michel Temer, Maia e Oliveira precisam pagar a fatura ao Palácio do Planalto. A terceirização é uma das moedas de troca colocadas na mesa, mas também nas costas do trabalhador, uma característica mais do que consolidada do governo peemedebista. A manobra foi feita com o objetivo de facilitar a aprovação da proposta. Isso porque o PL 4.302, elaborado inicialmente pelo governo Fernando Henrique Cardoso, já foi aprovado na Câmara em 2000 e no Senado em 2002.

Continue aqui, em Carta Capital

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quarta-feira, 15 de março de 2017

Em que pese as ‘armações’ da mídia, o Brasil registra a maior retração na história da economia nacional

O refrão da mídia convencional associada ao golpe é atribuir todas estas mazelas ao governo Dilma e que “a intervenção” teria sido para, hipoteticamente (para os tolos, claro!) deter isso que está aí, que suas “medidas” vêm detonando a olhos vistos, em que pese às edições da mídia.

"Brasil registra a maior retração na história da economia nacional

Confirmando baixa no PIB de 2016, último biênio superou os anos de 1930 e 1931 como os piores no aspecto econômico

Com a divulgação do recuo de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o biênio 2015/2016 alcançou o indesejável posto de piores anos na história econômica brasileira. Com déficit de 7,2% nos cofres públicos, o período superou 1930/1931, registrando níveis na recessão que nunca haviam sido atingidos.

Todos os setores foram afetados: serviços, indústria e agropecuária — esta última sendo a mais prejudicada e atingindo um recuo de 6,6%. Especialistas tentam minimizar o problema, culpando as condições climáticas como responsáveis por parte do rombo e perda da safra; no entanto, é impossível negar que o agronegócio nacional passou por um péssimo momento.
Leia também: IBGE prova que Dilma estava no caminho da retomada do crescimento; Temer destruiu tudo em 6 meses
Apesar de toda adversidade, estudos apontam que o primeiro trimestre do ano de 2017 será de crescimento, um indício de que o País começa a se recuperar da crise. Indo além dos próximos meses, o boletim Focus, estudo semanal realizado por cerca de 100 economistas e divulgado pelo Banco Central, mostra elevação do PIB para os próximos anos, algo estimado em 2,3%.

Para falar sobre Produto Interno Bruto, explicar a retração e debater o futuro da economia nacional, a Rádio USP conversou com o professor Paulo Feldmann, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. Confira acima o áudio da entrevista.

Por Rafael Castino - Editorias: AtualidadesRádio USP

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