terça-feira, 18 de abril de 2017

Pelo visto o aecim se deu mal... A globo, é, a globo, ‘resolveu bater’ no dito cujo

Quem diria...

Primeiro ‘nós’, aqui, usando globo como referencia de alguma coisa, depois, ainda, sobra alternativa que, se for o caso, indicar o mesmo site da dita cuja para mais ‘matérias difamatórias’ sobre o tal aecim, até pouco tempo ‘a menina dos olhos’ de toda a mídia de direita local.

Os estrategistas, os “intelectuais orgânicos” da dita cuja devem estar queimando os miolos para se equilibrar em meio a tantas “delações” – que inclusive já sobrou ‘pra ela’ – digo literalmente, já que não chega a ser nenhuma novidade.

O momento da “inteligentzia” psdbista, para ficar só neste caso, já deve estar articulando – isso além de continuar torcendo para que a mídia usual tente anuviar denuncias de alguma figura menos denunciada (???) – uma inédita carta na manga para tentar peitar o candidato mais em evidencia nas pesquisas, que insistem em não mudar, o Lula, isso apesar de todo esforço partidário-midiático-justiça, para deixá-lo fora do páreo de 2018.

É esperar pra ver o que sai da ‘cachola’ dos marinhos & Cia.
Odebrecht pediu a Pastor Everaldo para ajudar Aécio em debate de 2014, diz delator
Delator Fernando Reis afirmou em depoimento que empreiteira contribuiu para a campanha de Everaldo e sugeriu a ele que fizesse perguntas para ajudar tucano a chegar ao segundo turno. Pastor diz que acusação é 'fantasiosa'.

O executivo Fernando Reis afirmou em depoimento de delação premiada que a empreiteira Odebrecht orientou em 2014 o então candidato a presidente Pastor Everaldo (PSC) a ajudar o candidato do PSDB, Aécio Neves, em um debate entre os presidenciáveis realizado durante a campanha.

Reis não informa qual foi o debate nem se Aécio tinha conhecimento do pedido. Segundo ele, o objetivo da empresa com a manobra foi “dar mais visibilidade” para o candidato tucano durante o debate e ajudá-lo a garantir vaga no segundo turno para disputar com a então presidente Dilma Rousseff, que concorria à reeleição.

Em nota enviada nesta sexta-feira (14), o Pastor Everaldo afirma que sua campanha "foi bastante modesta, com gastos de R$ 1,4 milhão" e que as doações "obedeceram a legislação vigente". "A campanha deixou dívidas que estão sendo pagas até hoje", diz o texto.

A nota afirma ainda: "A atuação política do Pastor Everaldo sempre foi pautada pela defesa do Estado mínimo e da família. É absolutamente fantasiosa a afirmação de que as bandeiras da campanha de 2014, ou a participação do Pastor, em qualquer debate, tenham sido influenciadas por uma empresa."

Valor

Fernando Reis afirmou que a Odebrecht repassou R$ 6 milhões para a campanha de Pastor Everaldo, a quem disse ter sido apresentado pelo ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

De acordo com o delator, após a morte de Eduardo Campos, candidato a presidente pelo PSB, os votos da comunidade evangélica migraram para Marina Silva, que o sucedeu como candidata. "Aí, ele [Everaldo] praticamente desapareceu nas pesquisas", disse.

Segundo Reis, Pastor Everaldo “tinha uma rixa com o PT”, partido de Dilma Rousseff, e “a ideia” da Odebrecht com o pedido de ajuda foi “ajudar Aécio a chegar num segundo turno”.

"Como a gente se sentia credor por ter contribuído tanto para a campanha dele, nós sugerimos a ele que usasse o debate sempre para perguntar ao candidato Aécio porque aí daria mais tempo ao Aécio. E analisando a transcrição do debate do primeiro turno se nota que ele fez perguntas absolutamente simples e inócuas para que o candidato Aécio pudesse ter tempo na televisão", afirmou.

Reis disse que a Odebrecht não tinha um candidato de preferência, "mas existia a intenção de ajudar aos dois [Dilma e Aécio] e eu acho que a ideia nesse momento era ajudar o Aécio a chegar ao segundo turno".

O delator afirma que a empresa concluiu depois que a contribuição à campanha de Everaldo foi “muito grande para quem tem muito pouco para dar”.

“A gente achou que ele poderia ter uma grande quantidade de votos. Mas foi uma avaliação completamente errada”, disse.

Em nota, o senador Aécio Neves afirmou que participou de todos os debates, respondendo todas as perguntas de candidatos. Ressaltou que não tinha informações sobre doações feitas pela Odebrecht a outras campanhas.

"Registramos ainda que, em suas delações, Marcelo Odebrecht e Benedicto Júnior afirmaram que o candidato do PSDB não recebeu uma contribuição da empresa no valor de R$ 15 milhões porque se recusou a receber recursos no exterior. Na delação, Marcelo declarou também que doações eleitorais feitas ao senador Aécio Neves não tiveram qualquer tipo de contrapartida", informou a assessoria do senador.

Por G1, Brasília

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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Só pra lembrar! Porque o Ministério da Cultura foi destruído, imediatamente, no pós-golpe?

Só para lembrar. Porque o temer/golpe extinguiu a ‘toque de caixa’ o Ministério da Cultura? O movimento foi tão súbito que pegou todo mundo, ainda, sob os efeitos do golpe e não se percebeu o que de fato significou aquilo... A extinção do ministério.

Claro que o velho discurso/desculpa de ‘contenção de despesa’ com sua fusão ao Ministério da Educação pode ter agradado ou tenha sido suficiente para alguém mais apressado.

Entretanto um detalhe histórico, o pós 64 – é isso, o golpe militar de 64 – dissolveu com 3 dias algo equivalente,  foi o ISEB – Instituto Superior de Estudos Brasileiros. Criado por Café Filho, em 1955. O ISEB foi um centro agregador das ideias desenvolvimentistas no país, que percebia a cultura enquanto elemento impulsionador de transformações sociais e construtora da identidade nacional.
Parece mera coincidência, não?

Identidade nacional não é algo que surge, assim, como em um passe de mágica e muito menos por ‘geração espontânea’.

É um processo meticuloso que forma um substrato, um fundamento essencial para a formação da noção de povo, de país, da identidade nacional, de soberania e de desenvolvimento econômico autônomo. Daí a urgência em sua eliminação.

Logo, é um setor altamente estratégico e incompatível com coisas tipo ‘golpes’.

A extinção do Ministério da Cultura e o combate da força contra a inteligência

“Não foi por acaso que uma parcela muito expressiva dos artistas brasileiros se posicionou contra o golpe, com maior ou menor ênfase. Jovens artistas se juntaram a nomes já consagrados em um coro polifônico que rejeita a interrupção do processo democrático. Temer tem consciência desse processo. Sua resposta foi a extinção do MinC”

Todo golpe de Estado trava uma luta particular contra a inteligência e farsantes repetem a história mesmo sem saber. Três dias após se impor, em 1964, a ditadura civil-militar extinguiu o ISEB – Instituto Superior de Estudos Brasileiros.

Criado por Café Filho, em 1955, o ISEB foi um centro agregador das ideias desenvolvimentistas no país, que percebia a cultura enquanto elemento impulsionador de transformações sociais e construtora da identidade nacional. Temer, um pouco mais ágil, extinguiu o Ministério da Cultura no mesmo dia de sua ilegítima posse. O MinC é o ISEB de Temer.

O golpe da dupla Temer/Cunha não seria possível sem o combate à inteligência, comum a todos os atos que atentam contra a ordem democrática no mundo moderno. Sem manipular a informação, a farsa midiática-jurídica que leva Temer ao comando do país não teria sido possível. Sem derrotar – pela força ou cooptação – a inteligência crítica desse país, não será possível levar adiante seu governo ilegítimo.

O presidente-interino sabe que enfrentará um cenário adverso. A crise econômica ainda não atingiu seu ápice e a situação fiscal do Estado é gravíssima. O apoio dos grandes grupos de mídia pode não ser suficiente para alavancar e sustentar sua já precária popularidade.

A comunidade cultural se mobilizou em peso contra o golpe, surpreendendo até mesmo setores da esquerda e do campo progressista. A extinção do MinC foi a resposta de Temer à ampla desaprovação, pela comunidade cultural, de sua conspiração.

É preciso considerar o papel do Ministério da Cultura e das políticas culturais nos últimos anos para se compreender o ataque golpista ao principal órgão da gestão cultural no país e a comparação com o ISEB é, de fato, oportuna.

A instituição extinta pelos militares promovia reflexões valiosíssimas a respeito do desenvolvimento do país. Em torno dela se articulavam alguns dos mais importantes intelectuais brasileiros, tais como, Nelson Werneck Sodré, Hélio Jaguaribe, Candido Mendes, Joel Rufino dos Santos, dentre outros. Gilberto Freyre, Celso Furtado e Heitor Villa-Lobos foram alguns de seus colaboradores.

O ISEB foi uma instituição que buscou pensar o Brasil moderno, o desenvolvimento nacional sob outras bases e a formação do povo brasileiro. Houve uma profunda colaboração entre o ISEB e o Centro Popular de Cultura – CPC – da UNE, também extinto pela ditadura civil-militar.

Nos últimos anos, com o empobrecimento do debate nos espaços tradicionais dos círculos progressistas e dos movimentos sociais no Brasil, a cultura passou a ocupar um lugar ainda mais destacado no campo da reflexão crítica sobre o país.
E a capacidade de mobilização social da cultura, na última década, tem sido algo singular. Uma diversidade caótica reúne as mais diferentes formas de ativismo em torno de agendas que, raramente, se encerram no círculo, ainda precário, das políticas culturais.

Os movimentos culturais, que tiveram papel importante nas mobilizações de junho de 2013, debatem as cidades, o meio ambiente, a soberania alimentar, a mobilidade urbana, educação, saúde, habitação, internet, direitos humanos, dentre inúmeros outros temas. Há consciência organizada, transformadora.

Essa energia foi impulsionada, em especial, a partir do ano de 2003, quando a gestão de Gilberto Gil e Juca Ferreira deu início a um conjunto de políticas públicas inovadoras no âmbito da cultura, dentre as quais se destaca a criação dos pontos de cultura.

No contexto do processo de inclusão social massivo, iniciado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, os pontos de cultura contribuíram para a profunda mudança verificada no tecido social brasileiro na última década. Eles deram voz à diversidade cultural das periferias brasileiras, ao mesmo tempo, em que tocaram, sensivelmente, um Brasil esquecido, profundo, que sobrevive nas manifestações culturais tradicionais, historicamente marginalizadas e ignoradas pelas políticas públicas desenvolvidas pelo Estado brasileiro.

Mas, o espectro das políticas culturais desenvolvidas na última década é bem mais amplo, indo muito além dos pontos de cultura. Envolve o apoio a projetos de economia criativa; a articulação com o sistema educacional através do “Mais Cultura” nas escolas e Universidades; a retomada da produção audiovisual no Brasil – que se revigorou e mobiliza importantes segmentos econômicos numa atividade que retorna ao Estado mais do que é investido em seu fomento.

O MinC atuou, ainda, para consolidar o Sistema Nacional de Cultura, mobilizando estados e municípios em todo o país e criando uma ampla rede de participação social na gestão cultural, em todos os níveis. Tive o privilégio de vivenciar de perto esse processo, no último período, quando estive à frente da Secretaria de Articulação Institucional do MinC, na segunda passagem de Juca Ferreira pelo Ministério. Juca, por sinal, vinha retomando ou aperfeiçoando esse amplo conjunto de iniciativas.

Outra agenda protagonizada pelo MinC – e que tem levado o Brasil a uma posição de vanguarda – diz respeito à regulação do direito autoral, em especial, no ambiente da internet. Artistas, de distintas posições político-ideológicas apoiaram os esforços do Ministério nos últimos anos visando a garantia de um tipo de regulação que afirme a soberania do país no contexto da economia globalizada.

Poderíamos mencionar, ainda, o próprio debate sobre a regulação da internet no Brasil e a mobilização de um novo tipo de ativismo político, que tornou possível a aprovação do Marco Civil da Internet – projeto, sistematicamente, combatido por Cunha e seus aliados, vassalos das grandes corporações na área das telecomunicações.

Tudo isso contribuiu para consolidar um movimento social das culturas vigoroso, persistente que se renova, cresce e se reinventa, apesar das inúmeras dificuldades enfrentadas por essa gente insistente, que realiza a incrível e esplendorosa diversidade cultural do povo brasileiro. A cultura permanece como espaço de mobilização e reflexão crítica sobre o país.

Não foi por acaso que uma parcela muito expressiva dos artistas brasileiros se posicionou contra o golpe, com maior ou menor ênfase. Jovens artistas se juntaram a nomes já consagrados em um coro polifônico que rejeita a interrupção do processo democrático. Temer tem consciência desse processo. Sua resposta foi a extinção do MinC.

O ilegítimo governo Temer-Cunha é fruto de uma fraude, baseada na manipulação da informação e no toma-lá-dá-cá de um parlamento corrompido pelo financiamento empresarial de campanhas. O combate à inteligência é consequência inevitável de uma ação de força conduzida por representantes do que há de mais atrasado e conservador no país.

A extinção do Ministério da Cultura, e sobretudo a desmobilização da comunidade cultural, reforçando a medíocre retórica dos monopólios da informação, que tentam de todas as formas legitimar o ilegítimo governo de Temer, é parte do roteiro do golpe.

A forte reação da comunidade cultural à extinção do MinC, no entanto, demonstra que, a exemplo de seus predecessores, os golpistas de hoje não conseguirão vencer a inteligência crítica e a cultura de um país que saberá insistir no sonho de um futuro livre de tanto obscurantismo.

Por Vinicius Wu – Revista Forum

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domingo, 16 de abril de 2017

O despovoamento deve ser a maior prioridade da política externa para o terceiro mundo, Henry Kissinger

É um texto emblemático que tem tudo a ver com o momento em que estamos vivendo, não só no Brasil, já que é uma estratégia neoliberal global, e vindo de quem vem, deve no mínimo ser lido e refletido. Afinal, todos estamos neste “grande balaio de gatos neoliberal”, sem querer ofender aos gatos.

As políticas de ‘negação’ dos setores menos favorecidos da população tentando impedir sua ascensão a uma vida mais humana, mais justa, está neste contexto. O temer & corja que o digam.
"O despovoamento deve ser a maior prioridade da política externa para o terceiro mundo
“O despovoamento deve ser a maior prioridade da política externa para o terceiro mundo, porque a economia dos EUA vai exigir quantidades grandes e crescentes de minerais a partir do estrangeiro, especialmente dos países menos desenvolvidos.”

 – Ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Dr. Henry Kissinger, Nacional Memo de Segurança 200, datada de 24 de abril de 1974

No Facebook, o Ran em um post Consistindo de uma foto de Henry Kissinger, secretário de Estado na administração do presidente Richard M. Nixon. A foto de Kissinger era suposto Acompanhada por uma citação:

Despovoamento deve ser a maior prioridade da política externa para o terceiro mundo, a economia dos EUA vai Porque requerem grandes e crescentes quantidades de minerais a partir do estrangeiro, especialmente dos clubes de país menos desenvolvidos.

O gráfico Realizado o logotipo da azquotes.com, um de um número de sites oferecem coleções de citações que. Uma busca no Google para a cotação resultou em uma série de visitas atribuindo-a a Kissinger.

Encontramos a cotação suspeito porque "despovoamento" não ocorrem frequentemente como uma recomendação política de limitação comparação com conceitos como o crescimento da população.

Peneirar a Evidência

Para encontrar as origens ou o original no contexto de uma cotação, começamos com pesquisas para a citação completa. A partir dos resultados da pesquisa, nós olhamos para ver se a citação é atribuída a mais de uma pessoa. Nós também olhar para o discurso ou documento onde a declaração foi originada. Se os sites que compõem os acertos de pesquisa não parecem confiáveis, restringimos o .gov pesquisa e domínios .edu para.

Nós não encontramos uma atribuição para toda a cotação. Mas quando quebrou a cotação em pedaços encontramos um grande pedaço no Estudo Nacional de Segurança Memorandum 200, também conhecida como "Implicações da Worldwide Crescimento da População para a segurança dos Estados Unidos e interesses no estrangeiro (o relatório KISSINGER)." NSSM representa o "National Security Study Memorandum". documento do governo foi publicado em 1974 e tornado público em 1980.

Qualquer que seja feito para proteger contra interrupções de fornecimento e de desenvolver alternativas no mercado interno, a economia EUA exigirá grandes e crescentes quantidades de minerais a partir do estrangeiro, especialmente dos clubes de país menos desenvolvidos. Esse fato dá o maior interesse EUA na estabilidade política, econômica e social dos clubes de campo de fornecimento de fornecimento. Onde quer que uma diminuição da população através de taxas de natalidade reduzidas pressões podem aumentar as perspectivas para tal estabilidade, a política populacional torna-se relevante para abastecimento de recursos básicos e os interesses econômicos dos Estados Unidos.

Nacional de Segurança Study Memorandum 200 não tem propostas "despovoamento". Ele delinear como pressões podem levar à interrupção população de fontes de minerais, o que leva por sua vez a problemas econômicos nos Estados Unidos e em outros lugares.

Com a última metade da cotação fixada para baixo, tentamos encontrar a origem do primeiro semestre.

A primeira metade da cotação começa a aparecer no ano de 2000 na Internet, a partir do que nossos At Least pesquisas podem nos dizer. Sites vêm e vão, mais a citação poderia ter aparecido em cópia impressa antes que ele nunca apareceu na Internet.

Ativista negro Louis Farrakhan especialmente atribuídas Ambas as partes da cotação de National Study Memorandum de Segurança 200 em uma página da Web listando sua última atualização em 2007:

Em um memorando de segurança nacional datada de 24 de abril de 1974, intitulado "Implicações da Worldwide Crescimento da População para a Segurança e Overseas interesse Estados Unidos", Henry Kissinger, o secretário de Estado de Richard Nixon, indicativa: "O despovoamento deve ser a maior prioridade da política externa . política para o Terceiro mundo "despovoamento-despovoar alguma coisa significa:" a devastar, arruinar, para reduzir a população de, especialmente pela violência, doença, etc. "Mr. Kissinger continuou," a economia dos Estados Unidos vai exigir grande e o aumento da quantidade de minerais a partir do estrangeiro, especialmente dos países menos desenvolvidos "-isto significa ir para destruir Eles são a população, principalmente de clubes de país do Terceiro mundo.

ativista anti-nuclear Leuren Moret fez uma declarações semelhantes longo de 2007 Entrevista com Press TV do Irã:

Dr. Henry Kissinger propôs em seu memorando ao NSC que "o despovoamento deve ser a maior prioridade da política externa dos EUA para o terceiro mundo". Ele citou a segurança nacional de razões, e porque a economia dos EUA vai exigir grandes e crescentes quantidades de minerais no exterior, especialmente dos países menos desenvolvidos... Onde quer que uma diminuição da população pode aumentar as perspectivas para tal estabilidade, a política populacional torna-se relevante para recursos, suprimentos e aos interesses econômicos de os EUA.

Implicações do crescimento da população mundial para a segurança dos EUA e interesses no exterior, "memo segurança nacional 200, 24 de abril de 1974
A citação mashup Original pode ter vindo de Farrakhan ou Moret, ou outra fonte inteiramente. Menos que as duas estão usando uma versão totalmente diferente da National Security Study Memorandum 200, nós não ver como atribuindo a primeira parte da citação para o bit menos Kissinger é justificada. A primeira parte da suposta declaração de Kissinger simplesmente não ocorre no NSSM 200. Nem mesmo tomado como uma paráfrase solta.

Resumo

Embora não possamos absolutamente provar que as palavras nunca disse Kissinger atribuída a ele por Farrakhan e Moret, entre outros, a evidência disponível não oferece suporte para a noção de que a primeira parte da citação veio de Kissinger.
Notamos WikiQuote.org Isso chegou a uma conclusão similar.

       Lista de referência:

"National Memorando de Estudo de Segurança 200 Implicações do Crescimento da População Worldwide para a segurança dos EUA e interesses no estrangeiro (KISSINGER do relatório)." USaid.gov. Departamento de Estado dos EUA, 10 de dezembro de 1974. Web. 15 de fevereiro de 2016.

"Quotes> Autores> H> Henry A. Kissinger> Despovoamento a mais alta prioridade devem ser ..." AZQuotes.com. AZQuotes.com, n.d. Web. 15 de fevereiro de 2016.

Treacher, Jim. "O homem branco Criado Ebola para matar pessoas negras, afirma o destacado cientista Louis Farrakhan." The Daily Caller. The Daily Caller, 02 de outubro de 2014. Web. 15 de fevereiro de 2016.

Farrakhan, Louis. "Homicídio justificável: Preto Juventude em Perigo", uma decisão executiva 'Parte 2 Continuação. "A chamada final. FCN Publishing, FinalCall.com Notícias, 30 de setembro 2014. Web. 15 de fevereiro de 2016.

Ostovar, Afsaneh. "Wall Street Czars despovoamento do mundo". whale.to. Whale.to, 25 de outubro de 2007. Web. 15 de fevereiro de 2016.

Ostovar, Afsaneh. "Wall Street Czars despovoamento do Mundo." Press TV, Press TV, 25 de outubro de 2007. Web. 15 de fevereiro de 2016.

"Discussão: Henry Kissinger." Wikiuote.com. Wikimedia, n.d. Web. 15 de fevereiro de 2016.

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sábado, 15 de abril de 2017

Como evitar a armadilha de viver em sua própria 'bolha' no Facebook

Se tem uma ‘coisa’ que pode até estar se encaminhando para ter o “status” de unanimidade é o tal do Facebook,  não é verdade? Que o diga a posição do seu dono/criador nos primeiros lugares entre as pessoas mais ricas do planeta.

Não perece, não é? Mas nossas incursões diárias em nossas páginas por lá acabam por engordar a sua conta bancária, e como!

Este artigo publicado pela BBC – Londres, que dá uma serie de dicas e/ou procedimentos de como fazer para garantir alguma privacidade e autonomia em nossas ‘andações’ por lá.
"Cinco formas de evitar a armadilha de viver em sua própria 'bolha' no Facebook
Os anos passam, mas certas modinhas do Facebook permanecem e parecem se perpetuar na rede social. Algumas como os selfies, os memes e as hashtags chegam até ganhar status de patrimônio. Outras, no entanto, são mais sazonais. Umas irritantes e outras um pouco menos; veja.

Quando comecei a trabalhar em um documentário, no começo de 2016, sobre as bolhas nas redes sociais, sabia pouco sobre este assunto que acabaria se transformando em uma das histórias que definiram este ano.

Estava preocupado com as limitações de nossa presença digital em um sentido político e social.

Devido a causas alheias à nossa vontade, a maioria de nós transformou nossas redes sociais em bolhas muito limitadas e agradáveis, fazendo com que as pessoas com pontos de vista políticos e sociais muito diferentes dos nossos não apareçam em nossas páginas no Facebook, por exemplo, apesar de, provavelmente, elas viverem ao lado de nossas casas.

A culpa é das empresas que criam algoritmos para as redes sociais, cujas modificações estão programadas para nos mostrar o que "gostamos" na internet e coisas com as quais estamos de acordo.

Curiosamente tudo isso tem como objetivo nos fazer mais felizes.

Depois de conversar com vários especialistas, gurus da web e filósofos futuristas, descobri algumas formas de romper com esta bolha das redes sociais e caminhar para um futuro mais brilhante e, possivelmente, mais real.

Veja alguns destes passos abaixo.

1- Desative a seleção automática de notícias

O Facebook mostra uma seção de notícias criada por seus algoritmos. O que se vê nelas é o que estes algoritmos "acreditam" ser o que você quer ver e o que você acha interessante.

Frequentemente isto significa que seus amigos ou contatos que pensam de forma diferente de você a respeito de algum assunto nem sempre aparecem na sua timeline do Facebook. Com isso a sua exposição a pontos de vista diferentes fica reduzida.

No entanto é possível mudar isso se você configurar o Facebook para ver as histórias na ordem em que foram publicadas ativando a opção "Mais recentes" (em sua página inicial, clique em "notícias" e escolha a opção "mais recentes").

O Facebook adverte que, mesmo que você faça esta mudança, "a sua configuração predeterminada voltará depois". Por isso você precisa refazer esta mudança a cada vez que se conectar.

Se optar por esta mudança poderá ver em sua timeline histórias que talvez não signifiquem nada para você, de pessoas que talvez não conheça tão bem e muitas fotos que provavelmente sejam mais uma chateação do que algo bonito para olhar.
Mas, pelo menos, terá uma seção de notícias de verdade.

2 - Curta tudo

Se você clicar em "curtir" para tudo o que aparece em suas redes sociais, a inteligência artificial que controla os algoritmos ficará sabendo que você gosta de saber de tudo: todos os pontos de vista e todo tipo de política.

Isso abre a possibilidade para que as coisas se repitam em sua timeline, inclusive as duas ou mais versões de uma mesma história.

É jeito meio grosseiro de enganar o sistema, mas pelo menos você estará fazendo algo para ter uma visão mais ampla das notícias.

3 - Não clique nos links

Existe uma outra opção, mais radical: limite seus cliques apenas aos aniversários e fotos de seus contatos, mantendo tudo o que for relacionado a assuntos políticos e sociais fora de sua timeline (pelo menos temporariamente).

Uma vez que você conseguiu converter sua presença digital na coisa mais chata do mundo, então você poderá colocar em prática velhas habilidades como ler cada ponto de vista sobre uma história política, vindos de fontes diferentes e veículos de imprensa diferentes.

E, partir do que você conseguir ler, poderá chegar às suas conclusões.

4 - Organize e pregue o evangelho do conteúdo sem filtro

É inútil abandonar o sistema se o resto do mundo continua dentro da "Matrix".
As empresas de redes sociais e os algoritmos não são uma força do mal com o objetivo de mudar nossa espécie, são apenas reflexos de nós mesmos.

Se mudarmos de coletivamente a forma com que consumimos a informação nas redes sociais, teremos um mundo com mais variedade, mais aberto e mais complexo.

5 - Delete sua conta, desconecte e abandone tudo!

Esta opção, para alguns, parece impossível.


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quarta-feira, 12 de abril de 2017

‘Não passou’ como liberdade de expressão a grave ofensa racista do Bolsonaro aos negros

MPF do Rio não considerou a ofensa – gravíssima, diga-se de passagem – que o ícone máximo da direita local fez aos negros, como um exercício de ‘liberdade de expressão’...

Logo, habituée nestas performances, desta vez ele vai ter que ‘se explicar’ na Justiça.

     “MPF-RJ move ação contra Bolsonaro por ataques a negros e quilombolas

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro ajuizou, nesta segunda-feira (10/4), ação civil pública contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por danos morais coletivos a comunidades quilombolas e à população negra em geral.

Em palestra no Clube Hebraica do Rio, ocorrida no dia 3 de abril, Bolsonaro afirmou que visitou uma comunidade quilombola e que “o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas”. Ainda citando a visita, o parlamentar disse que os moradores daquele local “não fazem nada, eu acho que nem pra procriador servem mais”.

Para os procuradores da República Ana Padilha e Renato Machado, tais afirmações desumanizam as pessoas negras, retirando-lhes a honra e a dignidade ao associá-las à condição de animal — algo que teria ocorrido quando Bolsonaro usou a medida “arrobas”, geralmente empregada para bovinos, para estimar o peso de um negro.

Na visão de Ana e Machado, o julgamento ofensivo, preconceituoso e discriminatório do réu a respeito das populações negras e quilombolas é incontestável. “Com base nas humilhantes ofensas, é evidente que não podemos entender que o réu está acobertado pela liberdade de expressão, quando claramente ultrapassa qualquer limite constitucional, ofendendo a honra, a imagem e a dignidade das pessoas citadas, com base em atitudes inquestionavelmente preconceituosas e discriminatórias, consubstanciadas nas afirmações proferidas pelo réu na ocasião em comento”, apontam os procuradores na ação.

Se condenado, o deputado federal pode ser obrigado a pagar indenização no valor de R$ 300 mil pelos danos morais coletivos causados ao povo quilombola e à população negra em geral, a ser revertida em projetos de valorização da cultura e história dos quilombos, a serem indicados pela Fundação Cultural Palmares. 

Da Consultor Jurídico

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terça-feira, 11 de abril de 2017

O imbróglio com financiadoras faz Alckmin buscar via própria para 2018: os cofres públicos

Em meio à “briga de foice no escuro” em que se tornou a corrida psdbista para o planalto, tem gente que está saindo de fininho do esquema “temer/PSDB & Cia” e começa a tentar seguir trilha própria para 2018.

O pior é que é com o seu dinheirinho eleitor/contribuinte paulista, já que, provavelmente, em meio a tanta conversa sobre “dinheiro pra lá, dinheiro pra cá” de empreiteiras investigadas, ele está buscando fontes próprias – leia-se, cofres públicos – para financiar sua campanha.

A desculpa é divulgação do governo, mas o mote é, mesmo, financiar sua aventura em 2018 sem dar nas vistas, como se diz.  

Com o afastamento estratégico do esquema em Brasília, há inclusive o adicional do afinamento do discurso para “pegar você”.
“Geraldo Alckmin concentra gastos com publicidade de olho em 2018
Potencial candidato a presidente, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), vai concentrar o gasto com publicidade do Estado no primeiro semestre deste ano, de olho na eleição presidencial de 2018.

Ele reservou R$ 101 milhões nos dois primeiros bimestres do ano na rubrica "comunicação social". A maior parte deverá ser usada já no primeiro semestre, segundo a reportagem apurou.

O montante poderá ser aumentado ou diminuído no decorrer do ano. Se mantido, corresponderá a 12% a mais do que o gasto no ano passado, de R$ 90 milhões.
Ao concentrar as despesas no primeiro semestre, Alckmin garante a disponibilidade de mais verba para publicidade no primeiro semestre de 2018, quando ele pretende disputar a Presidência. (...)

Resposta

Em nota, a assessoria de Alckmin diz que a concentração dos gastos é um padrão da gestão e nega relação com a lei eleitoral.


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segunda-feira, 10 de abril de 2017

CNBB critica reformas/golpe e pretende levar o tema a missas e comunidades

Secretario geral da CNBB Dom Leonardo Steiner
É uma entidade que tem um histórico de luta pela democracia, tendo, inclusive, se destacado na oposição/combate ao golpe de 64 e, finalmente entra de vez na luta contra este golpe de feição pós-moderna, que se implantou, e se mantém, graças a associação com os meios de comunicação, velhos conhecidos que controlam os corações e mentes de boa parte da população.
"Crítica às reformas de Temer, CNBB pretende levar o tema a missas e comunidades.
Reformas como a trabalhista e a previdenciária, nos moldes propostos pelo governo do presidente Michel Temer (PDMB), podem até atender aos apelos do mercado, mas deixam de fora interesses básicos do cidadão – justamente o maior afetado por elas, e o que menos ou nada foi chamado a participar dessa discussão.

A opinião é da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), entidade que, nas últimas semanas, se reuniu com representantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e de outras centrais sindicais no debate por uma agenda de mobilização contra as reformas. No último dia 23, a confederação divulgou uma nota em que criticou duramente a reforma previdenciária ao afirmar, por exemplo, que a proposta defendida pelo governo "escolhe o caminho da exclusão social".

"Por que não discutir abertamente com a sociedade temas como esses, mas sem se preocupar em sinalizar apenas para o mercado, e sim, preocupado com o cidadão? Não é possível, a partir de um gabinete, determinar o que um cidadão pode ou não", afirma o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, 66.

Arcebispo auxiliar de Brasília e desde 2001 secretário-geral da entidade, Steiner falou ao UOL sobre como a representação máxima dos bispos, de um país ainda de maioria católica, pretende atuar em relação às medidas defendidas por Temer, seja em posicionamentos oficiais –além de nota do mês passado, o assunto deve entrar na pauta da Assembléia Geral anual da CNBB, no final deste mês --, seja em ações práticas nas comunidades eclesiásticas – como, por exemplo, a abordagem crítica das reformas em missas.

"Não é uma posição político-partidária, mas política, no sentido da polis, do cuidado de todas as pessoas. É importante que se debata e que se converse sobre isso. E faremos", afirmou.

Leia, a seguir, a entrevista concedida por telefone.

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UOL – Como a CNBB avalia a reforma da previdência defendida pelo governo do presidente Michel Temer? 

DOM LUCIANO STEINER – 
Temos várias observações que já expressamos aos deputados, por meio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e também ao presidente Michel Temer, mas falamos disso explicitamente em uma nota.

A primeira preocupação é a necessidade de um debate com a sociedade. Uma reforma dessas não pode ser algo que o Executivo envie à Câmara e, depois, ao Senado, para que, após, se decida --ainda mais quando se envolvem milhões de pessoas.

Outra preocupação é sobre quais os dados reais, qual a dinâmica da Previdência, seja a Previdência Social, seja também a que envolve os funcionários públicos. É preciso colocar a sociedade a par, porque, sabendo do que se trata, não se negará a buscar, também, soluções para os problemas.

E há outra preocupação de que um dos argumentos é de que essas reformas "precisam sinalizar ao mercado". Ora: é o mercado que importa ou o cidadão e a cidadã brasileira que são importantes?

E como fica essa reforma em relação aos povos indígenas? Como ela fica para o agricultor familiar? Os povos indígenas e todas as pessoas, o Estado tem obrigação de assistir na velhice. Simplesmente colocar homens e mulheres no mesmo patamar da aposentadoria é não levar em consideração a jornada dupla ou tripla por parte da mulher. Ela tem algumas responsabilidades maiores do que tem o homem.

Além disso, exigem determinado tempo de trabalho mesmo para determinadas profissões que são muito exigentes, como professor. Ou mesmo o agricultor. Nasci em uma família de agricultores – como esperar que alguém chegue aos 65 anos [mínimos, para se aposentar] de sol a sol, após uma vida marcada também por decepções com as colheitas? São várias as questões que precisariam ser aprofundadas. Mas a maior preocupação nossa é como o Estado deve cumprir sua responsabilidade com as pessoas idosas, mas também as que se aposentam e não têm determinada assistência. Também as pessoas que sofrem acidentes, ou as que nascem com dificuldades de locomoção ou intelectuais.

Por que não discutir abertamente com a sociedade temas como esses, mas sem se preocupar em sinalizar apenas para o mercado, e sim, preocupado com o cidadão? Não é possível, a partir de um gabinete, determinar o que um cidadão pode ou não.

UOL – O senhor sente que se tenta aprovar essas medidas sem que a sociedade seja ouvida?

STEINER – Essa não é só uma sensação, é algo real. Tanto que esta havendo manifestações em que as pessoas querem ser ouvidas, elas querem participar. Acho que todo mundo entende que haja uma necessidade de determinadas mudanças. Mas não pode ser algo elaborado por um pequeno grupo. E por que não discutir os altos salários, as altas aposentadorias? Por que não incluir todo mundo no debate? Creio que isso é muito importante, porque estamos falando do nosso futuro.

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