sexta-feira, 23 de junho de 2017

“O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”. Viralatismo atual reproduz 64

Se a ‘peça vira-latas’ foi pronunciada no pós-golpe de 1964 por Juracy Magalhães, um político conservador nomeado para a embaixada brasileira em Washington, como naquela época o ‘golpe’ atual tem patrocínio explícito dos EUA daí a adoção da ‘mesma cartilha’, só mudam os protagonistas, agora com “uma cara” mais civil, ‘mais moderna’.

É bom lembrar que o atual chanceler, o Aloysio Nunes Ferreira é uma cria do “americanófiloJosé Serra que ocupou o espaço antes e, é claro, deixou as “diretrizes” de atuação do ministério.

Veja mais informações aqui.

Uma ‘coisa’ que a ‘nossa’ mídia associada, embora ande posando de mídia independente na crise do golpe para ficar bem na foto, leia aqui, faz de conta que não tem importância ou relevância, é o fato de as Forças Armadas dos EUA terem sido convidadas pelo “interino” para fazer exercícios militares na Amazônia, o que será um fato inédito em nossa História.

Só pra lembrar, a Venezuela, ou melhor, o imenso poço de petróleo e grande objeto de desejo dos EUA denominado Venezuela, está logo ali, depois da fronteira...  

Confira aqui.

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

O Jornal Nacional vai mal... E os seus ‘órfãos’... Para onde estarão indo?

O JN está se recauchutando na tentativa de continuar fazendo - com grande eficiência e sucesso, diga-se de passagem – o que sempre fez nos corações e mentes de tantos pelo Brasil afora.

Você pode até não gostar, mas que a fórmula do dito cujo sempre funcionou, não podemos negar.

Conhece alguma casa onde o “pré-novela” não reina absoluto nas salas de TV?
Dizem que anda mal das pernas... Daí a recauchutagem.

Isto é o que considero uma boa notícia.

Leia também:
- Facebook é mídia? E você, costuma se informar por lá? 
- O que é contextualização, mesmo? Sua ausência é um recurso precioso de certa mídia
Mesmo que alguém já tenha caído na real sobre a natureza do JN, o fato de continuar por ali “esperando a novela”, as notícias que ouve, ou melhor, a versão, a edição Globo/JN é ‘plantada’ na cabeça, o que gera uma contradição, e mesmo que vá atrás da notícia, mesmo, real – muitos nem se dão a trabalho de conferir – é a referência que fica.

É a referência básica que fica na ‘cabeça’, inclusive é aquela que é passada pra frente em conversas, logo, só o fato de ‘ouvi-lo’, já é um desserviço à notícia e à informação propriamente dita, a consciência...

Toda a mídiaimprensa marrom – usual, suporte do golpe, está de alguma maneira se recauchutando, tentando “mostrar” aos incautos leitores/telespectadores, leia aqui, que são dignas de confiança, já que o esquema golpista & Cia está descendo pelo ralo e já abandonaram o barco.

Vêm saindo na frente com denuncias bombásticas sobre antigos aliados/protegidos – já saberiam antes d as falcatruas? – visando gerar uma confiança que será ‘bem utilizada’ no momento oportuno.

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terça-feira, 20 de junho de 2017

Tem visto um eleitor aecista por aí? Porque não assumir, afinal o voto é seu...

É um fenômeno que transcende as raias da análise, da ‘ciência política’, quando um contingente tão expressivo de cidadãos/eleitores se “finge de morto” e remete ao imponderável a imensa votação que o dito cujo teve nas últimas eleições.

Tem ainda o agravante de contar grande vantagem ao desfilar: “eu votei no Aécio”, quando o governo Dilma parecia, via mídia coligada aos aecios/psdbs da vida, não ir bem, tentavam denegrir o seu governo e cantar/defender o golpe nefasto.

O tal do Moro, que tinha como missão investigar e detonar tudo que cheirasse a Lula & Cia e impedir uma eventual reeleição em 2018, se excedeu e perdeu o controle “da coisa” e, como disse o ministro coligado ao esquema Gilmar Mendes: ...que se perdeu o controle, que estão se excedendo nas investigações/delações...

É uma afirmação tão óbvia, já que chegou onde não estava previsto: “a eles”, inclusive ao dito cujo, Gilmar que, pelo visto, também andou recebendo o seu – vulgo seu instituto.

Aliás, diga-se de passagem, o “instituto de fulano” é uma invenção oportuna para justificar o injustificável, ou seja, o dinheiro por fora... Por ‘favores prestados’. Não é á toa que “todo mundo” tem um.

E aí, se votou no carinha... É um direito seu. O voto é universal e livre! Logo, por que não assumir? Pode dizer que até então ‘ninguém’ sabia de nada...

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domingo, 18 de junho de 2017

“Temer é o chefe da ORCRIM”. A notícia só deve surpreender aos ditos coxinhas... Mas, tenho cá minhas dúvidas

Um ponto a ressaltar nesta notícia é o autor da reportagem/entrevista. A revista época/globo. É a época é da globo!

Com este movimento de tentar resgatar alguma ‘cara de mídia’ que acometeu a imprensa marrom local, veja aqui.

Mas, coisas assim não surpreendem, já que fatos/notícias do gênero não chegam a ser novidade para os habituais sócios do sistema oculto que rege/conspira em horário integral contra o país nos bastidores e que agora aflorou com o golpe.

Talvez esteja sendo injusto com os outros’, tipo vejas, estadões, folhas & cia, ao dizer que o sócio mor de situações de exceção e anti-país seja a globo, mas, ela tem história... 
Roberto Marinho com o ditador Gal. João Batista Figueiredo
O lamentável é que, sinceramente, não acredito que os ditos coxinhas que sempre imputaram à esquerda, via “notícias/denúncias” da imprensa marrom – leia-se Lula – a autoria, ou chefia, do ‘grande esquema’ vá, como se diz, contextualizar a coisa e ver algo além...

O mais provável é que renove a “sua fé” ‘nas globos’ por seu exercício de cidadania, de informação, de espírito democrático, tudo entre aspas, e se aferre ainda mais às suas “noticias” .

Provavelmente depois de tanto tempo exercitando “o alienismo”, não seja mais possível retroceder...
“Temer é o chefe da ORCRIM”: Joesley queimou a narrativa de Moro e o cérebro da extrema direita. Por Kiko Nogueira
A senha foi dada por Augusto Nunes, colunista da Veja por enquanto (toda a turma dele foi mandada embora, de Felipe Moura Brasil a Reinaldo Azevedo).

“O que falta é mais gente decidida a avisar nas ruas, aos berros, que o Brasil decente não se deixará intimidar pelos poderosos patifes que teimam em obstruir os caminhos da Lava Jato. Refiro-me à verdadeira Lava Jato, representada por Sérgio Moro, não à caricatura parida em Brasília por Rodrigo Janot”, escreveu.

Joesley Batista está terminando de enterrar a narrativa segundo a qual Lula comandava a chamada ORCRIM, organização criminosa, “o maior esquema de corrupção desde as pirâmides do Egito” e por aí vai.

Essa versão alimentou gerações de indigentes mentais que alimentavam outros indigentes mentais num ciclo que parecia infinito — e agora eles estão perdidos como alcoólatras sem o uisquinho da manhã.

Marcello Reis, o zumbi dos Revoltados Online, está batendo pino nas redes sociais. “Então, quem é Lula? Joesley diz que Temer é o chefe da quadrilha. Quem acredita em Joesley?”

Marcello, um picareta fanático — e vice versa — se sente enganado. Joesley só estaria dizendo a verdade se apontasse o dedo para Lula.

O dono da JBS falou o seguinte à Época:
O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida. Daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele.
O time de Moro perdeu o controle sobre a história que queria contar. Isso começou em maio de 2016, com o vazamento das conversas de Sergio Machado.

Logo que os áudios vieram a público de sua conversas, sendo a mais famosa a de Jucá narrando o “grande acordo nacional com o Supremo, com tudo”, o primeiro a se manifestar foi o delegado Igor Romário de Paula.

“O que nos preocupa somente é que isso (o grampo) venha a público dessa forma, sem que uma apuração efetiva tenha sido feita antes”, afirmou ele.

Igor estava dizendo que há vazamentos bons e ruins. Os primeiros são os que são feitos pela força tarefa de Curitiba e que desembocam sempre no “Barba”.

O que resta, agora, é o pessoal pegar uma carona em Janot. Na semana passada, Deltan Dallgnol pediu a prisão de Aécio Neves.

Deltan teve a oportunidade de investigar o esquema de Aécio quando o doleiro Alberto Yousseff, há três anos, contou que a irmã do senador recolhia propina na empresa Bauruense, por contratos em Furnas.

Não o fez porque, assim como Augusto Nunes, Sergio Moro, Marcello Reis, Diogo Mainardi e tantos outros, dependem de Lula para viver. Lula garante o leitinho das crianças.

Joesley jogou água no chope e deu um curto circuito no powerpoint e no cérebro da extrema direita.



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sábado, 17 de junho de 2017

'Golpe no Brasil é parte do projeto de recolonização da A. Latina', diz Nobel da Paz.

Não chega a ser uma novidade esse objetivo, que é uma fixação dos países ditos desenvolvidos, matrizes do neoliberalismo, tentarem garantir a manutenção de seus sistemas que correm o risco de se esgotarem em função da falta de recursos básicos, fundamentais à sua sobrevivência historicamente estabelecida, que é a garantia de fontes de recursos primários “a preços de banana”, já que há muito se esgotaram suas fontes.

Se esgotaram inclusive fontes em “outros quintais” como o ex-grande manancial de recursos, o continente africano, empobrecido depois de décadas de espoliação.
É o caso de recursos minerais diversos, recursos energéticos e um recurso de valor inestimável que é a água, quando temos no país reservas de valor inestimável, tanto pela qualidade quanto pela quantidade, inclusive o nosso Aquífero Guarani, reconhecidamente um dos maiores mananciais de água doce, pura, conhecida em todo o mundo, quando se sabe que o ‘déficit’ de água no mundo é crescente, sendo que as previsões são de que atinja 1,8 bilhões de pessoas em oito anos.

Tanto é que estão na linha de frente das “ações econômicas” dos golpistas, a privatização – leia-se internacionalização – da Petrobras, e o Pré-Sal, bem como outras Estatais vitais ao país e ao nosso processo de desenvolvimento, que administram a exploração e uso de nossos recursos de nossas riquezas.
Leia: Porque o Brasil não pode abrir mão da Petrobrás como operadora única do pré-sal
O golpismo como estratégia político-econômica não se limita ao Brasil, apenas, mas a outros países grades detentores de recursos naturais estratégicos, como a Venezuela e seus “rios de petróleo”, que saíram da faixa de influência dos EUA e seus associados europeus.

A ‘’nossa’ direita política retrógrada, entreguista, vai levar o seu e em função disso está se lixando para qualquer veleidade de nação autônoma ou ideia de país, de nação independente e dona de seu próprio nariz que é o objetivo de qualquer país, de povo, que se respeita, que se preza.

As ações golpistas passam, também, pelo investimento contra a educação e a cultura da população, como mecanismo para facilitar a alienação necessária a qualquer processo de dominação.

Neste link, aqui, você encontra um artigo/entrevista com o Prêmio Nobel da Paz, Adolfo Perez Esquivel, falando sobre este projeto dos EUA & Cia na tentativa de retomar o domínio sobre as nações latinas americanas, reeditando o pesadelo do neo-colonialismo. Isto, é claro, graças ao apoio vital das elites locais, como aquela que impetrou, que executou o golpe contra o governo da Dilma. Ou melhor dizendo, contra os interesses genuínos do povo brasileiro.

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Lembrando: Jô Soares detona Aécio: “O que ele pensa? Que tira a Dilma e vão botar ele?”

Recentemente publicamos um artigo, que foi publicado no Estadão, ‘denunciando’ o fato de uma superintendência da Policia Federal no Paraná ser, de fato, um comitê do Aécio.
Veja: Superintendência da PF do Paraná funcionava como comitê informal de Aécio Neves, ‘diz’ o Estadão
Não obstante o fato – notícia – ter acontecido em 2014, isto em nada afetou o protagonista muito bem posto na mídia usual e nos corações mentes de milhões de eleitores.

Agora, neste artigo na Revista Fórum de 2015, o Jô Soares ‘detona’ o dito cujo já em suas tentativas de tomar o poder à Dilma, o que acabou se efetivando com o golpe bem conhecido:“Como é que o político que foi secretário do Tancredo, neto do Tancredo, secretário quando tinha vinte anos, não aprendeu ainda nada sobre política? Parece uma coisa de República de Patetas. O Fernando Henrique não tinha nem que se pronunciar, nem ninguém, porque é um absurdo tão grande. Foram procurar juristas!”. 
Jô ironizou a postura de Aécio diante da situação, ao tentar, de todas as formas derrubar uma adversária que foi eleita democraticamente.“Foi um candidato que teve uma qualidade de votos expressiva e sai falando uma bobagem dessas. O que ele pensa? Que tira a Dilma e vão botar ele? É isso que ele achava?”, destacou.

Com informações da Revista Fórum. 

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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Superintendência da PF do Paraná funcionava como comitê informal de Aécio Neves, ‘diz’ o Estadão

Uma expressão meio antiga dizia que em caso de naufrágio quem primeiro abandona o navio são os ratos.

Pelo visto é o caso de “nossa” mídia, que sempre esteve associada ao que de pior se tinha, e tem, na direita, se é que se possa fazer esta distinção, e que ultimamente vem ganhando as manchetes com denuncias escabrosas dos seus até então protegidos.

O objetivo é pegar os incautos leitores e telespectadores que, se sabiam, vão esquecer, e começar a achar que “elas” são realmente dignas de créditos.
Vejas, estadões, folhas, globos e toda a turma associada está posando de mídia para tentar enganar os incautos (pensei trouxas...).
   “Estadão: Superintendência da PF do Paraná funcionava como comitê informal de Aécio Neves
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo desta quinta-feira (13/11/2014). Os delegados federais responsáveis pela Operação Lava-Jato compunham uma espécie de comitê informal do candidato Aécio Neves à Presidência da República enquanto vazavam seletivamente para a imprensa dados do inquérito”.

A revelação expõe a contaminação de toda uma superintendência regional da Polícia Federal por interesses externos ao da atividade policial, o que coloca em dúvida a qualificação de seus agentes para conduzir essa investigação, e, por consequência, de todo o noticiário que se seguiu”.

Segundo o renomado jornalista e escritor Luciano Martins Costa, “os Policiais Federais responsáveis pela Operação Lava Jato, ao mesmo tempo que exaltavam o ex-candidato do PSDB à presidência, Aécio Neves, atacavam o PT, em especial, o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff nas redes sociais, é um escândalo dentro do escândalo da Petrobras”, desabafa.

Segundo ele, “não há nada mais interessante” nos jornais de hoje do que essa revelação. Nos posts, os policiais à frente da investigação chegaram a chamar à presidente Dilma de “anta”, além de “xingamentos vulgares”. Já para Aécio, derrotado nas eleições presidenciais, postaram “esse é o cara” em uma foto em que o tucano estava cercado de mulheres.

Matéria do Jornal Estadão   
  
Publicado em novembro 14, 2014 por LUIZ MÜLLER


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terça-feira, 13 de junho de 2017

Presidente português em comemorações no Brasil recusa-se a convidar “as autoridades federais”, leia-se temer&cia

Depois da recusa do papa Francisco ao convite do ‘interino’ para vir ao Brasil, esta do presidente de Portugal mostra bem qual a ‘cara’ externa deste arremedo de governo que se apossou do Planalto.

    “Presidente português recusou-se a convidar autoridades brasileiras para comemorações portuguesas de 10 de junho, no brasil

Embora reconhecendo que estando em suas casas, as autoridades brasileiras sempre poderão comparecer, não haverá convite formal para as comemorações do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, foi o que disse o Presidente de Portugal,

 O Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, virá com o primeiro-ministro, António Costa, para as celebrações de 10 de junho junto às comunidades de emigrantes portugueses no Brasil.
Veja um pouco “desta cara” na mídia estrangeira: Um presidente agarrado ao poder
DN -10 de junho. Marcelo recusa convidar autoridades brasileiras
“Não há convites a autoridades” brasileiras para se juntarem às comemorações portuguesas do 10 de Junho em São Paulo e no Rio de Janeiro.

A informação foi hoje avançada pelo Presidente da República, numa conferência de imprensa em S. Jorge, Açores, onde fez, com o presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro, o balanço da sua visita de seis dias a sete ilhas do arquipélago.

O 10 de Junho no Brasil será “uma celebração de portugueses com portugueses”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa. O Presidente sublinhou no entanto que, estando num país estrangeiro, as autoridades locais poderão sempre aparecer, e isso ele e Costa “terão de levar em conta”.

João Pedro Henriques


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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Ginecologista machuca paciente por ódio a Lula (e decepção com aecim?)

Tem gente que “amava o aecim” e ao constatar pela ‘imprensa amiga’ que o dito cujo é, sem aspas, ladrão, mesmo, ficou com mais ódio do Lula, pode?

É o caso deste mediquinho da reportagem que vai conferir logo abaixo. Acabou se esquecendo da tal ética medica, se é que sabe ou tem coisa do gênero, e agrediu de forma covarde e criminosa a paciente depois que esta revelou, depois, de perguntada, que não “amava” aecim & Cia
Ginecologista machuca paciente por ódio a Lula
A mulher vai a uma consulta ginecológica e, perguntada onde trabalhava numa conversa trivial entre médico e paciente, dá a resposta e começa a ser agredida.

O médico fica vermelho, despeja xingamentos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e todo o ódio cultivado na ignorância de quem, informando-se pela “grande mídia”, se revolta com pedalinhos e barcos de lata.

E o pior, de acordo com o relato do caso na revista Fórum, é que enquanto dava mais esse exemplo do tipo de cavalgadura que compõe hoje a classe médica do país, “o ginecologista, de acordo com a paciente, introduzia a sonda de maneira cada vez mais agressiva”, falando de Lula.

O vídeo abaixo é da reportagem da rede TVT sobre o caso. O nome da paciente é Branca Alves de Farias. Ela é dona de um restaurante no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista.
Luis Edmundo

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domingo, 11 de junho de 2017

Onda “maker”. É, está crescendo. Pode ser sua praia

Um movimento vem crescendo, embora eu não chegue a dizer a olhos vistos, de matriz, exatamente no maior centro que, teoricamente, visaria combater/relativizar coisas do gênero: o centro do neoliberalismo e seus “cacoetes” produtivos, que é o “maker”. Os EUA. É meio que herança ou evolução do velho DIY (Do It Yourself).

É isso: “fazer”, literalmente. Se bem que a expressão mais apropriada talvez fosse “make or self”, ou coisa do gênero.

Existe certa ênfase no aspecto eletrônico – alguns preferem atribuir-lhe esse significado – mas, na realidade é um movimento de retorno ou estímulo geral ao DIY ou ao faça você mesmo em seu sentido amplo.

Logo, é um movimento para estimular as pessoas voltarem a fazer elas mesmas ‘suas coisas’, não só como um “hobby”, mas como uma forma real de suprir suas necessidades, fugindo assim – a medida do possível – às injunções do setor produtivo/publicidade/consumo, que tem o descarte puro e simples como uma prática não só usual, mas recomendada.

Como deu para ver, é “meter as mãos à massa” e começar a se divertir enquanto faz suas coisas. Fazer, consertar, recuperar, reutilizar...

É, vai descobrir um grande prazer nisso!

Prazer em fazer desde um objeto para uso cotidiano, assim como um presente para doar a um parente/amigo, mesmo em ocasiões especiais como aniversário ou Natal. Para ficarmos nestes exemplos.

Não sabe fazer? Claro que sabe. É só dar uma olhada no que pretende fazer, ver o “como fazer”, comprar o material necessário... E mãos à obra.

Demos um exemplo de um objeto para si ou para dar de presente, mas a “nova” atitude inclui a manutenção/conserto das coisas, tanto as de uso – objetos variados, aparelhos de uso cotidiano – assim como o ‘serviços de casa’.

Torneiras, parte elétrica, pisos, (colar tacos soltos, por exemplo), janelas (trocar vidros ou renovar massa de fixação), pintar paredes, consertar avarias em móveis, dar um trato no jardim e na grama/mato do passeio (hoje, largamente terceirizado)...

Enfim. Nos todos sabemos das tarefas domésticos adicionais, com as quais nos deparamos no cotidiano.

Isso para ficarmos nos serviços/manutenção.

Neste endereço no qual, também participamos você encontra dicas variadas para “dar uma força” em tudo isso. Nas “tags” coloridas na margem, você encontra “um monte” de coisas para se inspirar/fazer.

Em tempo. Embora possa ter parecido meio cético quanto à onda do “maker” no princípio do artigo, quando brinquei sobre a ‘onda’ não ser, efetivamente tão ‘onda’ assim, ao contrário, eu conheço varias pessoas que sempre foram chegadas e com as quais aprendi muita coisa.

Eu sou o ‘típico maker’ e a participação no blog: Como fazer você mesmo, surgiu, exatamente, em função disso.

Além do “geral” sou um grande aficionado pela marcenaria e tenho muitas ‘obras de arte’ na lista de ‘maker’.

Veja alguns: baús de vários tamanhos, mesas, escrivaninha, espreguiçadeira (até dei uma de presente), bancos (alguns), caixas de ferramentas – fixa e tipo baú e móvel/portátil – quebra-luz articulado para escrivaninha e até mesmo um cama de casal (pode?). Isso para ficar só na “tag” marcenaria.

Como vê, é muito bom e se ainda não é ‘da área’ vai gostar. Com certeza!

Isso na parte masculina, já que as mulheres têm um universo de maravilhas e possibilidades.

A editora feminina do blog trás inúmeras dicas e sugestões no mesmo link acima, é só conferir nas “tags”.

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sábado, 10 de junho de 2017

Facebook é mídia? E você, costuma se informar por lá?


A reflexão abaixo – na rádio USP – é bem oportuna, haja vista o grande domínio que as redes sociais estabeleceram sobre os corações e mentes de tanta gente mundo afora, sobretudo o suprassumo da coisa, – como tamanho, alcance – o Facebook.

É um programa que foi criado como entretenimento e vem sendo considerado por muitos, mesmo, como fonte real de informações, quando se sabe que cada um fala/escreve o que bem quer e na forma que considera mais interessante ou conveniente, logo, bem longo daquilo que, pelo menos em tese, pode ser considerado notícia.

O problema é que muitos, com certeza, dentre os1, 8 bilhão de usuários regulares, segundo o ‘dono’, Mark Zuckerberg, consideram o que lhe aparece na ‘home page’ como notícia.

Nos  limitamos a ‘falar’ sobre o Facebook, mas o raciocínio vale para todas as redes sociais – com ressalvas para o Twitter, que fugiria um pouco à regra por ser “menos pessoal” – onde a liberdade de criação é plenamente livre e cada um fala/publica o que bem quer.

Como salientamos acima o Twitter fugiria à regra.

Claro que nem tudo publicado “é mentira”, como sugere o autor do artigo abaixo. Mas qual critério eleger para discernir uma coisa da outra?

Também sabemos que a mídia convencional – que pelo menos em tese deveria noticiar efetivamente os fatos, verdadeiramente os fatos, a notícia – não é o reino da verdade, como fica meio que implícito no artigo – pois quem usa sabe que à verdade, muitas vezes cabem inúmeras aspas. Claro que com ressalvas, já que não dá para colocar ‘todo mundo’, todo veiculo de mídia, no mesmo saco.

Mas, pelo menos o puramente factual, costuma ser mais ‘nos conformes’, embora nem sempre, já que os critérios editorias/ideológicos, senão econômico-financeiros, funcionam como filtros da realidade, como critério de escolha do que veicular/publicar.

Logo, não dá para incensar tanto assim a tal mídia convencional, mas ele tem razão quando afirma que são (seriam) as fontes mais ‘confiáveis’, e considerar as redes sociais como mídia, como fonte confiável de informação, seria... No mínimo, e melhor não adjetivar.

Mas, o problema existe. A quantidade de usuários que considera, que acredita, que usa como fonte de informações e, é claro, que deve pautar seus pensamentos, decisões e atos em função de que ‘vê’ por lá é real.

Claro que tem coisas reais, informações, notícias por lá. Pontualmente e não como veiculo de mídia, e adotar critérios, sobretudo buscar outras fontes, o contraditório, a confirmação, a contextualização do que vê, ouve e lê, seria a atitude mínima para não fazer papel de, como poderia dizer: alienado? Trouxa?
Rede social não é mídia, assim como a mentira não é a verdade
Segundo Luli Radfahrer, não se pode confundir mídia, que diz a verdade, com Facebook, reino da mentira

Não se pode confundir rede social com mídia, há uma grande diferença entre elas. O Facebook, assim como o Youtube, é uma empresa de entretenimento, e como tal deve ser encarado. Quanto mais tempo o usuário fizer uso do serviço que oferece, maior será seu lucro, ainda que seu domínio seja o reino da mentira e do discurso preconceituoso. Segundo o colunista Luli Radfahrer, há uma fronteira muito tênue, hoje, entre o que é entretenimento, o que é serviço e o que é notícia.

A notícia é responsabilidade da mídia, que possui autoridade para tratar de determinados assuntos de interesse social. Na mídia é onde está a verdade, enquanto no Facebook predominam os boatos e as polêmicas, que só estão ali para gerar uma reação por parte do usuário. Nesse jogo, vale tudo para “segurar” o usuário.

Radfahrer entende ser necessário enquadrar empresas como o Facebook ou o Youtube numa categoria única – quer seja de mídia, quer seja de entretenimento ou simplesmente uma rede social. Quando uma rede social é enquadrada numa lei de mídia, corta-se tudo que é falso ou mentiroso. Isso traz a vantagem adicional de tornar a imprensa muito melhor.

Se quiser ouvir na Radio USP, clique aqui


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