quarta-feira, 12 de agosto de 2020

“A quem será que se destina?” É isso, uma encenação assim...

Quem você acha que considera uma encenação dessas, forjando um café da manhã assim, como um traço da tremenda humildade e simplicidade do BozÓ?

Onde será que encontrou uma mesinha maneira como esta, inclusive faltando uns pedacinhos na borda do tampo, de tão carruscada?*

E o ambiente sumário fruto de alta decoração dos assessores especiais? Com certeza não foi em nenhum dos palácios em Brasília.

Muitos bolsonaristas devotos tiveram até ‘orgasmos políticos múltiplos’ diante de cena assim, que ilustra sua natureza efetiva de enviado dos céus...

Então, não precisamos nem mesmo entrar no mérito de, “a quem se destina” uma armação assim...

Em que pese às manipulações oportunas recentes de institutos de pesquisa por encomenda sobre as intenções de votos, segundo as quais ele, sua reeleição, já “são favas contados” em 2022.

Nem mesmo precisamos ir muito longe, pois ele sempre conservou um percentual cativo significativo por mais que cumprisse seu programa de desgoverno “a lá tinhoso”, como sua (des) ação com a pandemia, para isolarmos uma coisinha merreca assim.

O mais surpreendente é que funciona, inclusive na mulera de muito mané [não é só o povo pobre ignorante], que se tem em alta conta de detentor de elevado padrão de informação e consciência política [à lá Jornal Nacional, e para os mais chiques o Globo News].

Só pra lembrar, existe um Cartão Corporativo, para “despesas secretas” e pessoais do presidente da República, que não precisa nem mesmo ser revelada.

Entretanto como o Bolosonaro estourou a “boca do balão”, várias vezes acima da média histórica, o STF [em atribuição constitucional], resolveu pedir pra dar uma olhadinha..., você deu? E nem ele.

É que o gasto em dois meses, de um dos cartões ficou 'só' em R$ 3,76 milhões, e a soma com outro chega a R$ 7,55 milhões.

Então, não deve ter sobrado uma merreca para ele comprar uma mesinha mais maneira...

Veja aqui, em artigo da Revista Exame, da Abril Cultural, da “turma” desde sempre.

     *Uma mesa carruscada assim, você encontra em qualquer brechó na cidade por uns $R 5 a R$ 10 paus.

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terça-feira, 11 de agosto de 2020

As 'edições editoriais' assim como as fakes sempre fizeram parte da “notícia”...

2ª Guerra Mundial
Serra, com a bolinha de papel e ‘ataque’ ao Brasil
É preciso muito cuidado..., com as edições dos fatos e com suas fontes. Tudo isso é o que relativiza, e muito, a história.

Uma saída é diversificar as fontes, o que facilita a proximidade com a verdade, contextualizar sempre e sem pressa...  

Quanto mais séria e mais grave, maior deve ser a atenção e o cuidado.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Conforme a bolsonarista Carla Zambelli, o Brasil vai muito bem no trato com o COVID

Deputada bolsonarista só faltou mesmo colocar a culpa pela pandemia nas esquerdas.

Veja o que comentou no perfil da deputada o Niemeyer Saldanha/@parox40, no Twitter:

“Foram curados porque ficaram doentes, jênia. Se a senhora não sabe, o objetivo da prevenção é não ficar doente”.

E correr o alto risco de entrar nas fileiras dos 100 mil que já foram...   

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domingo, 9 de agosto de 2020

Dicas oportunas para enfrentar a reclusão, vulgo quarentena. Vale à pena conferir. Com o Frei Betto

Tela O aconchego da Solidão

A reclusão não chega a ser um mal em si mesmo, mas o que adiciona um ingrediente novo a esta situação em que vivemos, é o seu caráter de ‘não opção’, diríamos assim, onde as eventuais tentativas de transgressão podem até trazer uma situação inusitada e radical.

Nesta relação abaixo o Frei Betto lista algumas dicas bem interessantes que podem aliviar, e muito, o nosso cotidiano.

"Partilho 10 dicas para suportar melhor esse período de reclusão forçada pela pandemia", escreve Frei Betto, escritor, autor de “A obra do artista – uma visão holística do Universo” (José Olympio), entre outros livros.

Eis o artigo.

Estive recluso sob a ditadura militar. Nos quatro anos de prisão trancaram-me em celas solitárias nos DOPS de Porto Alegre e da capital paulista, e também, no estado de São Paulo, no quartel-general da PM, no Batalhão da ROTA, na Penitenciária do Estado, no Carandiru e na Penitenciária de Presidente Venceslau.

Partilho, portanto, 10 dicas para suportar melhor esse período de reclusão forçada pela pandemia:

1. Mantenha corpo e cabeça juntos. Estar com o corpo confinado em casa e a mente focada lá fora pode causar depressão. 

2. Crie rotina. Não fique de pijama o dia todo, como se estivesse doente. Imponha-se uma agenda de atividades: exercícios físicos, em especial aeróbicos (para estimular o aparelho respiratório), leitura, arrumação de armários, limpeza de cômodos, cozinhar, pesquisar na internet etc.

3. Não fique o dia todo diante da TV ou do computador. Diversifique suas ocupações. Não banque o passageiro que permanece o dia todo na estação sem a menor ideia do horário do trem.

4. Use o telefone para falar com parentes e amigos, em especial com os mais velhos, os vulneráveis e os que vivem só. Entretê-los fará bem a eles e a você.

5. Dedique-se a um trabalho manual: consertar equipamentos, montar quebra-cabeças, costurar, cozinhar etc.

6. Ocupe-se com jogos. Se está em companhia de outras pessoas, estabeleçam um período do dia para jogar xadrez, damas, baralho etc.

7. Escreva um diário da quarentena. Ainda que sem nenhuma intenção de que outros leiam, faça-o para si mesmo. Colocar no papel ou no computador ideias e sentimentos é profundamente terapêutico.

8. Se há crianças ou outros adultos em casa, divida com eles as tarefas domésticas. Estabeleça um programa de atividades, e momentos de convívio e momentos de cada um ficar na sua.

9. Medite. Ainda que você não seja religioso, aprenda a meditar, pois isso esvazia a mente, retém a imaginação, evita ansiedade e alivia tensões. Dedique ao menos 30 minutos do dia à meditação.

10. Não se convença de que a pandemia cessará logo ou durará tantos meses. Aja como se o período de reclusão fosse durar muito tempo. Na prisão, nada pior do que advogado que garante ao cliente que ele recuperará a liberdade dentro de dois ou três meses. Isso desencadeia uma expectativa desgastante. Assim, prepare-se para uma longa viagem dentro da própria casa.

Veja também: Reclusão: as dicas dos monges.

Fonte: ihu.unisinos

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sábado, 8 de agosto de 2020

TUDO MELHOROU COM JAIR

& BILIONÁRIOS! OS OTÁRIOS ESTÃO ADORANDO! O gás baixou de R$ 38 p/ R$ 82, o dólar caiu de R$ 2,70 p/ R$ 5,33 e a gasolina, também baixou de R$ 2,43 p/ R$ 5,08 o litro. Fora PT!

marcia denser  @mdenser 

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(...) uso de máscaras pode gerar uma imunidade em toda a comunidade (...)

O benefício individual de usar uma máscara é mais incentivo para seu uso

(...)

A pesquisa realizada nos Estados Unidos pelos médicos Monica Gandhi e Eric Goosby, da Universidade da Califórnia, e pelo pesquisador Chris Beyrer, da Universidade Johns Hopkins, examinou vários casos e concluiu que a exposição ao coronavírus sem consequências graves devido ao uso de máscaras pode gerar uma imunidade em toda a comunidade e reduzir a propagação da doença.

Muitas pessoas continuam se recusando a usar máscaras mesmo diante da informação de que elas evitam que se contaminem os outros. Mas agora o estudo sugere que as máscaras podem ter um grande benefício individual para quem as usa, o que é um incentivo a mais para seu uso.

Leia mais (in BBC)

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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

O novo amor que fundamenta a “nossa” democracia

Veja o significa (ria) democracia...

(...) O termo origina-se do grego antigo δημοκρατία (dēmokratía ou "governo do povo"),[1] que foi criado a partir de δῆμος (demos ou "povo") e κράτος (kratos ou "poder") no século V a.C. para denotar os sistemas políticos então existentes em cidades-Estados gregas,(...) Wikipédia

Pelo visto os tradutores pisaram na bola e não entenderam nada [ia dizer porra nenhuma, mas o blogue aqui não usa tais expressões].

Um sistema político que permite que um doido de pedra [pelo menos em seu nome de palhaço de picadeiro], decida sobre a vida e destino de tanta gente..., tem o lance da vida mesmo, tipo 100 mil mortes por puro descaso, deveria ter outro nome...

Se somar a funcionalidade dos neurônios ativos desses dois retardados aí se ‘beijando’ na foto..., não dá um.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

O dia em que o BozÓ quase virou ditador invadindo/destituindo o STF

– Vou intervir! – disse. Bolsonaro queria mandar tropas para o Supremo porque os magistrados, na sua opinião, estavam passando dos limites em suas decisões e achincalhando sua autoridade. Na sua cabeça, ao chegar no STF, os militares destituiriam os atuais onze ministros. Os substitutos, militares ou civis, seriam então nomeados por ele e ficariam no cargo “até que aquilo esteja em ordem”, segundo as palavras do presidente. No tumulto da reunião, não ficou claro como as tropas seriam empregadas, nem se, nos planos de Bolsonaro, os ministros destituídos do STF voltariam a seus cargos quando “aquilo” estivesse “em ordem”. A essa altura, ele já tinha decidido também que não entregaria seu celular sob hipótese alguma, mesmo que tivesse que descumprir uma ordem judicial. “Só se eu fosse um rato para entregar meu celular para ele”, disse, fazendo uma comparação que voltaria a usar, em público, no transcorrer do dia. – Vou intervir! – repetiu.

É um lance que rolou em uma reuniãozinha maneira do BozÓ & Cia em Brasília, em 22 de maio de 2020, quando ele ficou literalmente puto com o STF e o que ele alegava ser a tentativa de investir contra  sua otoridade.

Ele ainda não caiu na real – ou a nova real é essa mesma? – onde na República existem e coexistem três poderes autônomos e desejavelmente harmônicos entre si na condução das coisas do país.

Ele acha que o seu voto lhe deu cargo/função típica de imperador a quem todo mundo deve se submeter, e onde ele faz o que bem quer como se em uma propriedade particular ou sua casa, como a verdadeira ‘casa de mãe joana’.

Veja mais detalhes da quase tragédia..., ou de um monte de milicos [coçador de saco] dando com os burros n’água.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Não seria mesmo cria do bolsonarismo, mas eclodiu em função desta onda que se lhe seguiu

Como diria o Umberto Eco. Se o ignorante no passado era discreto e se continha por temer o ridículo e as gozações, as redes sociais deram-lhe uma qualidade radical, que o faz ocupar um grande espaço que é a prepotência.

Não é só a afirmação, o conteúdo, aspas, mas ‘o tom’, a postura ou imposição no debate.

A cautela informativo-intelectual por sua vez é uma característica do “não ignorante”, diríamos assim, trazendo-lhe cuidados no uso/contato com as ideias e informações com a consciência de sua extensão e complexidade, e até mesmo certa humildade no trato com as redes sociais.

É a contraparte do debate e sua cara pós-moderna.

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terça-feira, 4 de agosto de 2020

A campanha do Bolsonaro pelo interior visa o fundamento para 2022, as eleições municipais

Fala-se que o Bolsonaro já está em campanha eleitoral visando sua reeleição em 2022..., é isso, mas não como parece à primeira vista.

Nunca é divulgado assim, mas o verdadeiro fundamento das eleições maiores, diríamos assim, são as eleições municipais. E ele, embora pareça, e é, burro, está bem assessorado e visa este fundamento no interior do país de olho em 2022.

É aí onde se fundamenta o voto que vai garantir as eleições dos deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e presidente da república. É no município onde se alinhava este fundamento, este voto.

O eleitor local, aquele dos 5,570 municípios brasileiros, tem o prefeito ali ó, como se não quer nada, que vai garantindo os votos dos seus, estes que se estende até o presidente da república. E as correntes de benefícios e ‘gracinhas financeiras’ circulam em sentido contrário.

É por isso, também que temos partidos antiquíssimos como um DEM [ex-Arena, da Ditadura de 64], por exemplo, que é o partido do Presidente do Congresso, que era um ilustre desconhecido e que praticamente saltou para um cargo deste nível, graças às conexões/articulações de seu pai no Rio de Janeiro.

Um PSDB, por exemplo, que já vai para mais de 30 anos no governo do Estado de São Paulo [e o ladrão Serra eterno no Senado], mantém prefeituras – e eleitores cativos – em 215 das 645 cidades do Estado, e está jogando pesado nestas próximas eleições municipais para melhorar, aumentar esse cacife.

Que é uma nota de peso nas negociações federais...

Já um PT, um partido de origem e existência praticamente nas grandes cidades, diríamos assim, carece deste fundamento essencial e até histórico. Daí o recurso em busca do voto ser de outra natureza.

(...) Logo, o voto não deve ser orientado pelo conhecimento pessoal, comum no interior, mas buscar saber de qual conexão nacional o dito cujo faz parte, o partido político, e qual poder vai endossar com o seu voto, consequentemente, nas esferas seguintes, a Estadual e Federal.

Agindo assim já começa a votar, aspas, também nas próximas eleições para governador e presidente da república. (...) Leia mais...

A mídia, embora divulgue as andanças do Bolsonaro pelo Nordeste, uma verdadeira espoliação, já que ele já disse em alto e bom som muitas vezes, que odeia os nordestinos, não fala sobre isso, e nem tampouco sobre esta intenção embutida no embuste.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Voltando ao velho clichê..., “falar bem” do Ciro

A função do Ciro no sistema, aspas, nunca foi ganhar eleição presidencial, o que jamais iria conseguir, mas polemizar, esculhambar e tentar tirar votos da esquerda genuína, pegando os eleitores desavisados.

Daí o espaço que tem como se cativo na mídia oficiosa, notadamente da  Globo, onde, como de praxe [parece até mesmo combinado previamente com os entrevistadores], ele sempre usa o velho clichê e dá uma esculhambada básica no Lula/PT, para eleitores hipoteticamente ressentidos, que é onde ele espera, e aposta, que vai ganhar muitos votos.

Votos para o candidato oficial do sistema, que, com certeza, não é ele. Enquanto isso ele deve levar o dele por fora, por bons serviços prestados.

Mas o eleitor em foco, não sabe disso e no momento oportuno vai receber a recomendação adequada de onde depositar suas esperanças.

Ele é o cara perfeito para o papel. É falso, mentiroso e não tem o mínimo respeito para com o foco de seu serviço de difamação.

Repetindo a imagem sobre a sua trajetória político/partidária. Sabe quem foi, efetivamente, a Arena que “educou” o jovem Ciro? Então, confira aqui, Arena, para ter uma ideia básica.

    Obs. Nessa imagem tem uma seta indicando uma relação entre Arena e o DEM. É que o DEM é o que sobrou da Arena, e o Ciro estava negociando a sua ida para o partido para sair como candidato a presidente. À volta às origens.

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domingo, 2 de agosto de 2020

Quarentena? Já deu na paciência...

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sábado, 1 de agosto de 2020

Existem pré-requisitos especiais para ser governante de um país? Ou não?

O que você acha de uma alta autoridade das forças armadas, general, e da República, vice-presidente, que pinta o cabelo e vive maquiado?

Acha que é apenas uma vaidadezinha simples, chinfrim e desimportante?

Andou negando suas origens afro-índia amazonense, a quem esculhambou e destratou como raças e seres inferiores [sendo obrigado a se retratar depois e assumir], e vive enaltecendo o embranquecimento e escandinavização da família mostrando a jornalistas o seu neto branco?

A atitude de alguém, inclusive na sua idade e nas funções oficiais, agindo assim não reflete traços mais sérios e até mesmo perigosos de sua personalidade no trato com a coisa pública?

Principalmente diante das responsabilidades que vem assumindo como vice-presidente, o que nunca se viu antes nestas dimensões para um vice? Como, por exemplo, administrar a [detonação oficial] Amazônia.

Quem sabe até participar mais ativamente de uma provável guerra com um país vizinho servindo de, como diz o ditado popular: ‘servir de mão do gato para tirar a batata quente do fogo’ do ‘dono oficioso’ do sistema atual implantado aqui, os EUA, em seus interesses de apropriação das reservas de petróleo da Venezuela. [depois de praticamente já ter se apropriado das nossas?].

Comprometendo muita grana e vidas em idiotia bélica como esta.

Isso além de vir a se tornar um eventual Presidente da República e assumir, com cara nova, a continuação da depredação do país, sabe-se lá com quais ingredientes idiossincráticos ou psicóticos pessoais...?

Pois é. Quem votou no tinhoso do BozÓ, com certeza não devia ter ideia de que este levaria a tiracolo um ‘doido’ de outra estipe, mais igualmente letal ao país e à coisa pública.

       Obs. Já utilizou uma boa grana pública na instalação de uma academia pós-moderna de ginástica e preparo físico na sua residência oficial em Brasília [ainda não li sobre o salão de beleza anexo].

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sexta-feira, 31 de julho de 2020

A questão social não é pouco caso, mas uma questão de coerência neoliberal

É uma das pontas do ‘propósito’ neoliberal, acabar com os idosos e de preferência os mais pobres... A outra, ponta, é ‘investir’ na desativação dos programas sociais e assim garantir a eliminação da outra ponta... Pobres e suas crianças. Outros ganhos? São circunstanciais.
 
Ideia de preservar a população como um substrato indispensável ao mercado consumidor e ao desenvolvimento da economia e do lucro, embora pareça lógico, não chega bem a ser o caso, pelo menos na visão dos teóricos neoliberais que funcionam como eminências pardas de governos.

É que os custos pela construção desde mercado consumidor a partir deste substrato tão radicalmente básico, não seria economicamente viável no curto prazo, logo, a saída é simplesmente eliminar.

O que surpreende é a crueza das ações como as que vêm sendo adotadas no Brasil e EUA [embora a mídia local continue divulgando como o paraíso na terra].

Este é o Brasil previsto...
Isso aliado à alienação de grande parte da sociedade que já vem sendo trabalhada pela mídia oficial há um bom tempo, que simplesmente não vê, e se alertada para isso, acha que tem que ser assim mesmo. E se expressa com surpreendente aversão/raiva: “vagabunde tem mais é que pastar”.

Surpreendente mesmo, é que não raro se enquadraria, também, nesta categoria, [embora não se veja como tal], já que se vê tomando como referência alguém ‘mais abaixo’, o que atesta o poder radical da manipulação e alienação gestada pela mídia oficial nos corações e mentes.

Daí compor o contingente de apoio, sobretudo, via eleições.

É a aplicação do ideário da “nova direita internacional”, que resolveu tirar do papel e partir para os finalmente. O Brasil tem um grande potencial em todos os níveis, para ser prioridade no processo.

O que antes era uma política [imagem] voltada para o terceiro mundo notadamente o Brasil seus grandes recursos, a exceção do período petista, entra em nova fase com o “novo liberalismo” e turbinado pela pandemia.

Ou seja, além deste ‘teoricismo’ todo que, a bem da verdade, já estava a todo vapor a partir do golpe e governo Temer, a pandemia ‘junte à fome com a vontade de comer’, acelerando o processo e, sobretudo, dando uma boa justificativa.

É o caso dos EUA e Brasil para ficarmos só nesses exemplos, onde a ação de governo é praticamente a mesma no trato com os cuidados, prevenção e combate ao covid.

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quinta-feira, 30 de julho de 2020

BozÓ sempre acerta na escolha de sua assessoria especial. Veja na agricultura..., e Amazônia

Lembra-se da “competência” do staff do BozÓ? Qual seriam mesmo os critérios predominantes na escolha desse pessoal?

Ao que parece eles têm uma função semelhante àquela do chefe, ou seja, fazer papel de ‘otoridades’ enquanto aí sim, os “setores competentes” fazem o que tem que ser feito.  

Esta figurinha do Ministério da Agricultura já disse que deve deixar a Amazônia assim, que ela se regenera..., não precisa cuidar..., reflorestar...

Ora, quem diria: Quando se preparava para viajar à Amazônia, ela disse:

– Sabe de uma coisa, Ricardo? – disse a ministra. Matar bicho, destruir floresta, desaparecer com índio, nada disso me incomoda. Chato mesmo é ter de viajar. Imagina só eu, no meio da floresta amazônica com joias e casaco de vison… pode isso?

É como disse o Bozó em relação à época Secretária de Cultura: Competência? Magina... , ninguém aqui tem, é assim mesmo...

O “governo bolsonaro” tem sido bem criativo em relação ao “trato com os índios”, assim como com a floresta amazônica, quando tudo parece ter sido superado, pois a mídia usual faz de conta que é assim e o ‘da poltrona’ acredita ou nem acha nada.

Tudo isso – a depredação e a destruição – chegou ao paroxismo do descaso [ou da ação predatória] depois do COVID, quando as atenções tendem naturalmente a ser desviadas.

    Obs. Em tempo, a coisa está começando a pegar tanto que grandes empresas importadoras estão cancelando a importação de produtos alimentícios de origem amazônica, onde já se identificou a “lavagem do boi” [JBS, por exemplo,], ou seja, o boi é produzido ilegalmente lá e sai de fininho para áreas permitidas e daí exportado.

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quarta-feira, 29 de julho de 2020

O Brasil mostra a cara real...

Em resposta a @jotacorreria e @midiatico

“O Corona vai acabar mostrando um Brasil que nem todo mundo conhece [nem desconfia], onde o povo, efetivamente, não passa de um mero detalhe e o Estado de uma ação entre amigos...”

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O inquérito contra o Serra está tão maneiro que o Alckmin pediu pra entrar

O negócio está dando tão certo com o Serra, que o Alckmin pediu pra entrar também.

Isso mesmo, o método de “alardear por baixo do pano midiático” e deixar caducar, é tudo de bom.

É isso, a lavação de roupas da folha corrida do Serra com ‘leves’ respingos na mídia oficiosa só pra constar e quem ninguém viu, ou se viu não deu nem tchum..., está se revelando a fórmula ideal para cuidar, sobretudo da quadrilha do PSDB.

O bom é que diante dos amantes e seguidores, eu diria até recalcitrantes diante de tantas evidências de suas falcatruas e ilegalidades, o Moro x Lava Jato está colhendo dividendos de isenção e imparcialidade no trato com a coisa, não só para se vacinar contra as incursões [até então pró-forma do STF] e respaldando sua ‘ficha limpa’ higienizada para 2022.

O lance agora é esperar o [chefe], FHC.

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terça-feira, 28 de julho de 2020

Aumento de impostos na venda de livros..., já viu coisa “mais engraçada”?

O capricho do sistema via Guedes na destruição da cultura, do conhecimento e do desenvolvimento tecnológico via universidade e centros de pesquisas, é tão radical e meticuloso que à primeira vista até parece brincadeira.

Em meio aos trilhões do erário público doado aos bancos para que possam ‘segurar suas pontas’ na crise, além de não mexer com os coitados nas novas regras de cobrança de impostos, decide taxar só setores mais abaixo na escala social e, pasme, taxar a venda de livros..., é isso, livros, pode?

Quando teve a ideia deve ter dado boas risadas junto com seus assessores, ou é só mais um item a seguir na cartilha que trouxe dos states, para contribuir na detonação da cultura e identidades nacionais como forma de reforço ao novo projeto neocolonial que está sendo implantado por aqui.

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segunda-feira, 27 de julho de 2020

O ‘espírito neocolonial’ se ajeita para permanecer ‘ad infinitum’. E conta com o seu votinho maneiro

É isso, o voto é uma forma pós-moderna de se conseguir o que no passado só seria possível ou se conseguia na porrada, ou invasões armadas e guerras, logo, assim fica bem mais fácil, e barato, ‘conquistar as novas colônias’.

Este ícone da pós-modernidade que estranhamente tomou os corações e mentes de praticamente todos os seres do planeta..., os smartphones, é a bola de vez. É a arma da vez.

É o maior ‘distraidor’ que alguém pudesse já ter imaginado assim, com este poder radical que permite a manipulação e o domínio praticamente absoluto de todos e a um custo relativamente baixo.

Os donos das figurinhas carimbadas das Redes Sociais dominantes, nadam de braçada nos lucros em função da ‘venda’ do uso e funcionalidade de seus aplicativos, “campeões de votos” nas eleições.

O diferencial é porque se na ficção 1984 de George Orwell, o domínio das pessoas era total, mas estas sabiam ou tinham consciência disso, o achado do gênio hoje é que o domínio é também total, mas as pessoas não tem a mínima ideia do que acontece e seguem cordeiramente guiadas para onde os proprietários do sistema querem, decidem, direcionam ou delegam.

Com toda a cara e aparência de pós-modernidade de seus aparelhos com suas grifes especiais e ‘exclusivas’. Simples assim.

Outro ponto fundamental para manutenção do sistema é a sujeição tecnológica total, diríamos assim. Ou seja, colônia que se preza só produz insumos, matérias primas [se indústria só a estritamente básica], e compra tudo o mais manufaturado da metrópole.

Sobre isso, não há a mínima necessidade de o ‘povo’ ficar sabendo. Se bobear e ficar sabendo, pode ate achar “chic” consumir algo ‘de fora’ em vez do similar ‘tupiniquim’ [local].

O nome mais trivial para isso é alienação.

Tanto é que tudo o que se refere à cultura e informação, a produção tecnológica nas universidades e demais centros de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, torna-se desnecessário, daí a destruição sistemática de tudo que se refere a isso, assim como toda estrutura educacional que vá além do estritamente básico.

Tudo isto é um suporte fundamental, essencial para que o projeto possa se manter por tempo indeterminado.

     Confira:

        - Só pra lembrar! Porque o Ministério da Cultura foi destruído, imediatamente, no pós-golpe?

É o que foi feito no Brasil desde o princípio com o golpe na Dilma e o desgoverno entreguista, absurdo e radical do Temer, que passou de fininho pela mídia oficiosa vendida e até então pela história.

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domingo, 26 de julho de 2020

Escolaridade x informação e consciência político-social

Em resposta a

A surpresa é porque existe o mito de que escolaridade, boa condição socioeconômica atribui algo mais à pessoa além de capacidade técnica, quando informação, mesmo, e consciência são auto-criados, ou seja, se não correr atrás não nos chega por osmose junto com um diploma qualquer.

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