Mostrando postagens com marcador Mudanças Climáticas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mudanças Climáticas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Alienação deve ser o conceito que mais se aproxima de uma explicação

Parece uma forçação de barra do argumento, mas é fato. A compreensão chega às raias da psicanálise ou coisa que o valha, ou seja, a atitude transcende a mais pura e elementar ignorância.

Embora grande parte dos percentuais de aprovação do governo sejam enfeites comprados a peso de ouro pelo dinheiro público às agências de pesquisas, ainda tem muita gente que votou e mesmo assim continua apoiando defendendo e abrigando-o pelas mesmas ideias.

Ideias, atitudes e comportamento que fogem ao mais elementar conceito de racionalidade e bom senso.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

A mentalidade que destrói uma Amazônia se manifesta em instâncias bem menores...

Conceito de evolução urbana. O que você acha desta ideia?

É, e é São Paulo, uma cidade que pelo tamanho e necessidades qualquer intervenção pode ser altamente significativa.

Ideia do Doria – PSDB

A mentalidade que vem dominando o país, sobretudo depois destas ultimas eleições, é a que considera normal, aspas, situações como as recentes na Amazônia, no Pantanal ou em outros biomas como o Cerrado.

A continuidade na implantação de mentalidades assim, de morte, só depende do voto.

Voto que não se resume ao voto no Presidente ou Governador, mas votos em todas as instâncias, como do vereador mais elementar ao presidente da república. É tudo a mesma coisa, está tudo de alguma maneira interligado.

A saída é a informação, mesmo, sobre o candidato [suas conexões políticas] e que direcione a opção mais racional e inteligente no ato do voto.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

domingo, 5 de janeiro de 2020

O "Evento" pode ser mais do que um exercício de futurismo ou de ficção cientifica

Embora pareça que tenha planos para se safar do desastre ambiental & cia, que se aproxima, a direita radical internacional divulga [para os manés] a sua negação, o que não parece muito lógico, já que, pelo menos teoricamente, estaríamos todos no mesmo barco..., digo, planeta.

Provavelmente esperem mesmo este divisor de águas, aspas, no planeta para dar cabo da maior parte da humanidade, notadamente os extratos mais baixos, para que ao final sobre algo mais consistente para si mesmos [recursos no geral], sem tantas concorrências, sem tantas bocas e vontades.

Daí a pregação da negação. Já que dentro desta ótica, esse epílogo catastrófico radical, é ou seria tudo de bom.
“O Evento. Esse era o eufemismo que usavam para o desastre ambiental, a agitação social, a explosão nuclear, o vírus incontrolável ou os hackers-robôs que destroem tudo”.
Esse texto é parte de um artigo revelando uma entrevista inusitada, como se diz: Se contar ninguém acredita, sobre ‘estas coisas’.

Vale à pena a curiosidade.

Com você!!! O "Evento"

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

domingo, 15 de setembro de 2019

Áreas verdes, o que seria, mesmo, isso?

Se tem ‘uma coisa’ que praticamente saiu do cenário há já um bom tempo foi a questão ambiental, quando sumiram do cenário as grandes especulações em torno do tema além de entidades e sites, muitos famosos que, é como se tivessem se aposentado.

E a questão ecológico-ambiental? Continuava – continua – a mesma, e em certo sentido, o que é normal, se complicou ou ficou mais séria.

Neste sentido, paradoxalmente, ela reentrou na ordem do dia, graças à catástrofe na Amazônia criada pelo governo de plantão, pode? Um governo que representa, exatamente, o oposto de tudo que se considera como questão ambiental.

Como se saídas das cinzas, até entidades internacionais famosas desde sempre, voltaram a aparecer e a questão ambiental como um todo voltou.  
Confira: Áreas verdes. Sabe mesmo o que isso significa? [Tem informações, no mínimo, curiosas].
Esta nova fase do capitalismo – o neoliberalismo – que em si mesma não é nova, só está em novo momento, ao que tudo indica mais radical, está atuando no sentido de suprimir preocupações desta natureza.

Com um domínio radical da mídia e dos meios de comunicações como um todo, inclusive, sobretudo, das redes sociais, vem tendo sucesso, já que vem determinado o que é real nos corações e mentes das pessoas.

Neste artigo no link acima, vai conferir texto com fonte na UNESP/ONU, que trata sobre uma questão básica: O que é uma área verde? Quando a questão ambiental ainda existia [entre aspas].

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

domingo, 25 de agosto de 2019

Queimadas e destruição da Amazônia e o seu voto, tudo a ver

Clique na imagem para ampliar *
Redução de umidade na Amazônia em função de sua destruição ou redução da floresta, com queimadas e desmatamentos, podem trazer seca ou redução de umidade e chuvas no corredor que passa pelo Centro-Oeste [Mato Grosso], Sudeste [São Paulo, Minas Gerais] e Sul [Paraná e Rio Grande do Sul].

As consequências, além de ambientais – temperatura e clima – terão fortes reflexos econômicos, com o comprometimento no uso do solo, com a agricultura e a pecuária.

Enfatizei estes Estados, sobretudo em função de seu peso no apoio maciço ao projeto de alienação nacional, dito “governo bolsonaro”, [e em grande parte continua apoiando], que não escondeu que isto seria feito.

“Para quem sabe ler [e lê] um pingo é letra”.

Lê aqui, no sentido metafórico, abrangendo qualquer modalidade de meio de comunicação/informação, incluindo os smartfones e TV.

A destruição do país, não só econômica [alienação das empresas a preço de banana] e cultural [com a destruição de tudo que se possa referir ou associar a esta expressão, notadamente o desmonte do sistema educacional em todos os níveis, além do artístico e cultural], mas também ambiental.

A repentina e inusitada escuridão de São Paulo às 15 horas no dia 19/08, imagem acima [aqui], ocorreu graças a condições ambientais e de ventos que trouxeram fumaça proveniente de queimadas na Amazônia e que já estavam em curso pelo corredor atmosférico natural que liga estas regiões [aqui].

Logo, não tem como escapar, e pelo andar da carruagem, o futuro por aqui pode ser bem incerto no que se refere às suas condições ambientais históricas, diríamos assim, que, também, se devem [e dependem], à Amazônia e sua floresta.
* Imagem de satélite da Nasa mostra o corredor de fumaça da Amazônia sobre a América do Sul na segunda-feira (19)
Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia? Preocupação, mesmo, ou o que?

Preocupação de fato ou mera hipocrisia?
“A devastação inédita da floresta amazônica, que já perdeu mais de 3.445 quilômetros quadrados em 2019, foi destque da revista norte-americana Foreign Policy, que estampa a manchete “Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?”. De acordo com o texto, é “apenas uma questão de tempo” até que lideranças mundiais façam “o que for necessário” para frear o grave descaso do governo brasileiro”.
Em que pese à gravidade da situação e pertinência das preocupações de qualquer terráqueo, digamos assim, em afirmações como estas, rolam, também, más intenções ou má fé, já que atribuir situações como estas  assim, meramente a ignorância de um carinha com um currículo harvardiano (sic), como o da matéria...

Independente da pertinência da proposta [se concorda ou não] é preciso descobrir o que o move de fato em sua análise: má intenção ou ignorância?

Longe de mim defender este crime que o “governo bolsonaro” representa, é claro, mas é preciso entender o que significam, efetivamente, manifestações como estas. Se desinformação ou se muita hipocrisia pura e simples de defensores assim, além de muitos outros da União Europeia, sobretudo, que vem destilando suas preocupações, entre aspas, com o que ocorre na Amazônia.

A Noruega, por exemplo, um ‘paraíso’ do norte da Europa, junto com a Alemanha financiam uma entidade de defesa ambiental, o Fundo Amazônia, por aqui e que vive reclamando, é quem tem uma mina em plena Amazônia e que foi acusada recentemente de detonar o meio ambiente, com a destruição de áreas de nascentes em plena floresta, depois de um despejo ilegal de rejeitos tóxicos [aqui] de sua mineração de alumínio.


Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizaçõe

*

domingo, 24 de março de 2019

Apesar de desqualificação de governos de plantão, as mudanças climáticas são, mesmo, pra valer

O papo sobre mudanças climáticas e aquecimento global caiu no esquecimento, notadamente em função dessa nova onda neoliberal que vem ganhando terreno no mundo, veja EUA e Brasil, enquanto estes problemas são ridicularizados e taxados como coisa de comunistas, de socialistas.

Os discursos antiambientais aqui e lá parecem ter saído da mesma cabecinha, e as ações de demolição daquilo que já foi feito no sentido de buscar uma solução para os problemas, também seguem o mesmo script.

Mesmo antes de assumir o planalto, as declarações de porta vozes do novo sistema tentaram desqualificar estes fenômenos largamente comprovados pela ciência, que estão com a cara a cada dia mais visível por todo o mundo.

A ideia é detonar tudo isso que seria empecilho ao uso desenfreado e irresponsável dos recursos naturais de toda ordem, eliminado quaisquer restrições às atividades econômicas e exploratórias, notadamente o agronegócio, a atividade pecuária e a mineração.

Fenômenos como os desastres ambientais, para ficar só nesse item, de Mariana e Brumadinho fizeram com que se amainassem os discursos, mas não as práticas que continuam como antes, liberação total e depredação. A Amazônia é só o mais emblemático dos pontos.
Confira: Água, a tragédia invisível
Estas teorias, digamos assim, não são coisas de esquerdistas, mas o estado capitalista neoliberal, por sua própria essência, é incapaz de encarar e /ou equacionar, senão resolver o grande desafio que está bem longe de ser um delírio científico/ambiental.

Veja o que afirma de forma surpreendente, o ícone máximo do capitalismo, o Bill Gates, sobre isso:
 “Só o Socialismo é capaz de salvar o clima, o setor privado é incapaz”.
É o que homem que provavelmente mais beneficiou a economia capitalista, deixou claro sobre a sua incapacidade de lidar com a questão mais premente do nosso tempo: a mudança climática.
Veja mais o que disse: Aquecimento global e mudanças climáticas
Agora, o que diz o Papa Francisco:
"O homem é estúpido, é um teimoso que não vê", disse, atribuindo a frase a uma passagem do Antigo Testamento. Em seguida, emendou: "o homem é o único animal que tropeça duas vezes na mesma pedra". 
Veja mais: 'O homem é um estúpido': a crítica do papa aos que negam mudanças climáticas
Ou a pérola do Trump, o homem que não só prometeu, mas está detonando a legislação vigente no seu país, assim como acordos climáticos internacionais feitos por administrações anteriores a este respeito:
(...) mesmo diante dos estragos provocados pelos mesmos furacões, no mesmo período, se saiu com esta: (...) “que gostaria de 'bom e velho aquecimento global' contra o frio” (...).
Como pode ver, a coisa é bem mais do que a expressão de meras idiossincrasias de quem quer que seja, mas, para quem tem olhos pra ver... O problema é o poder real, aquele que decide.

         Obs. Só pra lembrar... É você. O seu, o nosso, voto, que em última instância decide...

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

domingo, 10 de março de 2019

O ambientalismo acabou, mesmo? E a nova 'agenda ambiental' do governo?

Ambientalismo... Quando foi que viu esta expressão pela última vez? Nem se lembra, não é verdade?

Provavelmente só depois da vitoria do Bolsonaro e sua “agenda antiambiental” é que ela voltou à ordem dia, sobretudo com protestos isolados aqui e ali nas redes sociais, mas sem grande consistência e/ou repercussão, sobretudo em função do ‘pouco caso’ da mídia convencional, que está de alguma maneira ligada e interessada em fazer de conta que não está acontecendo nada.

O fenômeno não é, apenas, local, diga-se de passagem.
Veja também: E aí, o ambientalismo acabou? O Brasil ainda lidera em numero de ‘mortes’ deles
A questão das reservas indígenas, por exemplo, que estão em via de ‘irem pro espaço’ é noticiada sem as suas óbvias implicações ambientais, já que a liberação da atividade mineradora na Amazônia está longe de ser uma coisa simples e inócua, para o país e para o planeta como um todo.

Mas, com certeza teremos – já temos – muito pano pra manga sobre o meio ambiente no país. Mas, e ‘nóis’ com isso?

Vamos nos ater apenas ao que ‘nóis pode’ ter com isso direta e imediatamente.

A morte de abelhas, aos milhões, tem sido noticiada de vez em quando, como recentemente no Rio Grande do Sul, onde os agrotóxicos foram responsabilizados pelo fenômeno, não obstante a sua relação direta e vital na produção de alimentos, mas, e “nóis”?

Clique aqui e veja uma ação trivial e corriqueira em nosso cotidiano, que tem um efeito concreto nesta problemática toda.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

domingo, 27 de janeiro de 2019

Salvo pela barragem de brumadinho. É o bozó posando de bonzinho... E as regras de controle ambiental?

Deve estar agradecendo aos céus, aos seus, por esta barragenzinha, mais uma, para posar de governante e de bonzinho e solidário. O que ele falou, mesmo quando ‘as outras’ se romperam e sua imagem não estava tão de “pau de galinheiro”?
Pra variar, o português... Continua o mesmo: "...do rompimento de uma BAGAGEM de DEJEITOS ..." 
Veja outra pérola sua que atesta a hipocrisia marqueteiro-eleitoral: 
“Não podemos continuar aceitando uma fiscalização xiita por parte do Ibama”
Ou a folha corrida de seu Ministro do Meio Ambiente, que foi condenado por beneficiar mineradoras no governo Alckmin, veja aqui, e que fez um voo eleitoreiro com o bozó e, pasme, com o próprio presidente da Vale, sobre o desastre e até anunciou uma multinha para a empresa, pelo menos pra TV ver.
      Obs¹. O interessante é que, acabar com as TVs públicas foi uma promessa de campanha sua, quando disse isso em alto e bom som. Se conhecia as tais – TVs – antes, já viu como estão agora? Da extinção para porta voz radical do governo e das forças armadas. Sua função cultural, sobretudo, hoje se resume a isso. Confira! 
A lembrança foi em função da TV que gravou esta sua entrevista. Veja logo, no alto a sua esquerda. 
      Obs²: A Vale, ou Vale do Rio Doce, foi a maior mineradora, e mais rica Estatal brasileira, que foi, literalmente, doada ao capital multinacional pelo ‘santinho e intelectual ilustrado’ e xodó da mídia, FHC. [seu super apartamento luxuoso em área nobre de Paris que o diga] 
      Obs³: O papo furado do bozó agora está em franca contradição com projeto básico de seu governo, que é afrouxar as regras de controle ambiental no país, exatamente para favorecer as ‘vales da vida’. O seu propósito com este lero todo, é so tentar dar um ‘up’ na imagem de ‘pau de galinheiro’, como disse acima, e enganar os trouxas de plantão.
Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

sábado, 15 de dezembro de 2018

Veganismo, aquecimento global e a nossa relação com os ‘bichos’...

Esta tirinha ilustra muito bem como rolam as coisas em nossas cabeças.

Certos cultos aos animais chegam a pontos que, como se diz, “que até deus duvida”. Como o caso que conheço de pessoas que mantém o “pó do cachorro” em uma caixinha no criado mudo ao lado da cama.

Foi, também, o caso recente do “assassinato” de um cachorro por um segurança em um supermercado, que ‘virou viral’, nas redes sociais, que acionou até o Ministério Público, que abriu inquérito para ‘pegar o assassino’.

O caso circulou, ‘virou viral’, como disse, com imagem mostrando auréola de anjo, santo ou coisa que o valha, na cabeça do cão, quando ao mesmo tempo, na Amazônia uma senhora, do alto dos seus 105 anos teve morte idêntica, à pau, como o cão, e a notícia passou ilesa pelas redes e na mídia convencional como uma nota de pé de página.

Não parece, não? Mas gosto de bicho sim, e muito. Ando as voltas com um rottweiler gigante que catei na rua trazendo todos os cacoetes de um cão sem educação e tudo o mais que tem direito. Só como exemplo.

A nossa relação com bichos não é a mais sensata e/ou racional como ‘parece parecer’ e a relação com os domésticos funciona, sobretudo como um importante suporte psicológico/existencial, diríamos assim.

É como se existissem bichos e bichos... Como princípio de não violência, sobretudo...

Neste link aqui, você encontra um artigo que trata um pouco sobre isso, mas, notadamente sobre a relação entre o “consumo” de animais e a relação com a preservação da vida, nossa, deles e do planeta.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

sábado, 17 de novembro de 2018

Água. Faça a sua parte, pela sua vida… Apesar das teorias ‘ambientais’ do chanceler do novo governo

O aquecimento global acaba de receber um novo teórico, o chanceler do bolsonaro, entretanto, apesar disso convém fazer a sua parte porque, pelo visto, o aquecimento global pode ‘nos pegar com as calças na mão’, como se diz, e não tem nenhum planetinha ao lado para mudarmos.

Logo, pelo planeta, pela vida e até pelo seu bolso, confira os links abaixo:






Se gostou deste post, assine o nosso RSS Feed, ou siga no Twitter, para acompanhar nossas atualizações
.

sábado, 17 de março de 2018

Mineradora norueguesa lança clandestinamente rejeitos tóxicos em nascentes amazônicas

Inspeção flagra alagamento de lama vermelha com alumínio na sede da Hydro Cred - Foto - Instituto Evandro Chaga
Noruega é o país com maior IDH do mundo; aqui, a mineradora norueguesa Hydro Alunorte instala duto p/ lançar material tóxico em nascentes da Amazônia. Vazamentos de efluentes durante enchente elevou níveis de alumínio nos rios p/ 25 vezes mais altos que os estabelecidos pela lei (@cartamaior)
É uma atitude, entre aspas, para ninguém botar defeito. É como se a Noruega “vivesse” em outro planeta e as ‘coisas’ que afetariam este, na terra, não a afetassem no médio longo prazo.

É o que diz o velho ditado popular: “pimenta no olho dos outros é refresco”. Só que na questão ambiental, “os outros” é todo mundo, mesmo!

Não, ela não errou, entre aspas, ou está estreando ‘nestas coisas... ’ Ela é useira e vezeira, como se diz... Na ‘casa dos outros’ é bem fácil, sobretudo com autoridades vigilantes e controladoras, entre aspas...

Notícias/denúncias é, também, uma forma de perceber que o tal nível civilizatório ou de escolaridade significasse alguma coisa se não uma mera (”) condição para melhoria de vida pessoal, embora não raro se travista de consciência, tipo consciência ambiental, nível evolutivo(”) maior e tudo o mais que o preconceito ou viralatismo possam criar para se situar por baixo.

Maior IDH do mundo...

Então, o que, efetivamente, significa uma coisa assim? Melhor qualidade de vida coletivo-pessoal, consumo mil... O que seria mesmo?

A mídia convencional, local, normalmente, prefere noticiar, entre aspas, só, coisas tipo o IDH’s e tenta minimizar ‘coisas’ tipo estas do tal “duto”.

E se o fazem, se noticiadas, são minimizadas – diga-se de passagem (já viu algo do gênero no jn?) – para que o ‘local’, daqui, não se esqueça de seu viralatismo militante e não vá sair do lugar onde tentam ‘preservá-los’ à todo custo, para que continuem como sempre foram, e são ... Alienados e se sentindo no pior dos mundos... Logo, pouco se importam com notícias do gênero.

Quando nos referimos ao ‘local’ não nos prendemos à filigranas tipo classe social e/ou econômica ou mesmo de escolaridade. O típico “produto jornal nacional”, não conhece estas ‘barreiras...’ É um típico produto nacional, nos dois sentidos.

A pose, para efeito local... É claro, continua a mesma, notadamente quando associada a condições como nível econômico ou de escolaridade...

Leia mais, na BBC, aqui.

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

segunda-feira, 20 de março de 2017

E aí, o ambientalismo acabou? O Brasil ainda lidera em numero de ‘mortes’ deles

Vimos ‘falando’ ultimamente sobre sumiço do ambientalismo. É como se ‘os problemas’ tivessem sido todos corrigidos, sanados, e que tudo está indo às mil maravilhas.

Até parece, já que saiu de vez da pauta de velha mídia associada aos interesses maiores, inclusive, ou, sobretudo, externos... O que quer dizer que... Acabaram, já que ela, a tal mídia, seria a janela para o mundo...

Coloquei aspas em ‘mortes’ no título para ilustrar a ‘morte militante’ de muitos outros.

Daí estarmos voltando com este artigo que foi publicado em 2015...(Em metanoverde) É só pra lembrar!

   ‘O ambientalismo parece ter saído de moda, não? Um dos motivos é que uma das fontes de ‘agitação’ as ONGs e vedetes na mídia – sediadas nos ditos países desenvolvidas, que são, na realidade, agentes dissimulados do marketing primeiromundista – como que saíram de cena e das manchetes, em função do acirramento da crise econômica mundial a partir de 2008.

A crise os ‘obrigou’ a voltar em massa ao consumo do maior vilão do meio ambiente desde sempre e do famigerado ‘aquecimento global’, os derivados de petróleo para a produção de energia, daí, como se diz, “botaram a viola no saco” e pararam de acusar os outros, através de seus manjados porta-vozes, as ONGs ditas ambientalistas, sobretudo a WWF e Greenpeace.
Leia também: 
- O meio ambiente e a segurança jurídica estão indo pelo ralo. Meio ambiente é a bola da vez 
- Áreas verdes. Sabe mesmo o que isso significa? O conceito pode se bem mais amplo 
- Como adicionar o conceito de sustentabilidade às suas atividades, ao ‘faça você mesmo’ 
- Porque os gramados, jardins e plantas estão sumindo das casas?
É o caso do Brasil, a menina dos olhos ‘deles’, onde a matriz energética passa ao largo desta opção de sempre dos ditos aficionados por derivados de petróleo, já que a base por aqui é energia hidrelétrica, mas, enquanto pregam a defesa do meio ambiente, seus financiadores conspiram pesado pela posse de nossas grandes reservas de petróleo em terra e no pré-sal.

O que, pelo visto, com o recente golpe... Conseguiram!

Agora, neste artigo abaixo vai ver que o ambientalismo só saiu de moda como discurso de rico, mas a questão do uso e destruição do planeta continua, e matando quem se atreve a defender. Por trás, estão os interesses de sempre, locais e internacionais.
“Brasil lidera em mortes de ambientalistas
ONG registra 29 mortes no país em 2014, de um total de 116 casos em todo o mundo. Três em cada quatro assassinatos de ativistas ambientais aconteceram na América Latina

O Brasil foi o país mais perigoso do mundo para militantes ambientalistas em 2014. Em nenhum outro lugar foram assassinados mais ativistas, segundo relatório da ONG britânica Global Witness, apresentado nesta segunda-feira 20 em Londres.

A América Latina é considerada a região mais perigosa pela organização. De cada quatro mortes, três aconteceram na região. No ano passado foram registrados 116 casos em todo o mundo, número que é recorde histórico e 20% maior que o de 2013. Deles, 87 ocorreram em nações latino-americanas.

Honduras lidera a lista na relação número de casos por habitante, segundo o documento, intitulado How many more? (Quantos mais?). Entre 2002 e 2014, 111 pessoas morreram no país em decorrência de crimes contra ambientalistas.

Entre 2007 e 2011, os crimes contra ambientalistas registrados pela Global Witness triplicaram. Com isso, os militantes do meio ambiente são considerados o grupo de ativistas que mais corre riscos. No mundo inteiro, segundo a instituição, foram mortos, em função do seu trabalho, quase duas vezes mais ambientalistas que jornalistas.

Índios são 40% das vítimas

Em 2014, o Brasil figura no topo da lista, com 29 mortes, seguido pela Colômbia, com 25, pelas Filipinas, com 15, e por Honduras, com 12. Cerca de 40% das vítimas são índios. Já para ativistas do direito à terra, o Sudeste Asiático é a região mais perigosa do mundo.

"Em Honduras e no mundo inteiro, ambientalistas são mortos, sequestrados, ameaçados ou processados como terroristas, em plena luz do dia, porque se opõem ao chamado desenvolvimento", lamentou Billy Kyte, da Global Witness, exigindo que os governos façam mais pela proteção dos ambientalistas.

Segundo a Global Witness, os crimes são praticados por grupos paramilitares, pela polícia e por empresas de segurança privada. Entre os mandantes estariam grandes latifundiários, grupos privados, políticos e membros do crime organizado.

"A maioria desses crimes, realizados em nome de uma poderosa combinação de interesses corporativos e governamentais, fica impune", acrescentou Kyte.


Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

domingo, 15 de novembro de 2015

Analise independente do desastre de Mariana é foco de grupo de cientistas

Pesquisadores estão indo a campo por conta própria para coletar amostras, resgatar animais e analisar o verdadeiro impacto ambiental do tsunami de lama que varreu a bacia do Rio Doce.

Centenas de cientistas brasileiros estão se organizando, voluntariamente, para fazer uma avaliação independente do impacto ambiental causado pelo rompimento das barragens de Mariana. Muitos deles se deslocaram para os locais atingidos pelo desastre e estão coletando dados e amostras para análise, num esforço que lembra o de médicos independentes ajudando vítimas de um terremoto (ou, neste caso, um tsunami de lama). Um grupo foi criado no Facebook para organizar os esforços e uma iniciativa de crowdfunding foi lançada para financiar as análises e a elaboração do relatório, aqui.

“Considerando que este é um dos maiores desastres ambientais sofrido pelo Brasil, envolvendo rios e as populações a sua volta, abrangendo vários municípios, que as posturas das instituições públicas são vagas e o poder econômico dos envolvidos, é de extrema importância que exista um relatório independente e isento, que possa ser utilizado nas ações decorrentes relacionadas aos efeitos do rompimento das barragens”, diz a proposta de crowdfunding na internet, que visa a arrecadar R$ 50 mil. “O relatório final será de domínio público, constituindo-se em ferramenta para que este desastre não fique impune.”

A iniciativa partiu do biólogo Dante Pavan, especialista em répteis e anfíbios formado pelo Instituto de Biociências da USP, e está sendo coordenada por Viviane Schuch, microbióloga e pesquisadora da Unifesp.

Um grupo criado no Facebook para compartilhar informações e notícias sobre o desastre tinha cerca de 1 mil membros hoje de manhã: https://goo.gl/bBdxBs. Há também um grupo fechado, só para cientistas, que está sendo usado para organizar os esforço de coleta e avaliação no campo.

“Muitos profissionais estão neste momento em campo com recursos próprios. Através do Facebook, houve a organização das equipes, de forma a se otimizar as coletas de amostras de água e sedimentos. Algumas coletas foram realizadas antes da chegada da lama, e outras estão sendo feitas agora, após a chegada. Nosso objetivo é conseguir parcerias com laboratórios para que sejam feitas análises de metais pesados, poluentes e de metagenômica. Muitos laboratórios de dentro e de fora do Brasil já demonstraram interesse, até porque existe um claro apelo científico”, disse ao Estado o biólogo Alexandre Martensen, que não foi ao local do desastre mas participa da iniciativa online, da Universidade de Toronto, onde está fazendo seu doutorado.

“Contrastando com a relativa inércia das empresas envolvidas e também das diferentes instâncias de governo, este grupo independente rapidamente se mobilizou via rede social e começou uma impressionante ação, que pode ter um papel fundamental para que saibamos algum dia os reais impactos deste acidente, bem como possamos recuperar esta bacia”, completou Martensen, que tem experiência na realização de estudos de impacto ambiental.

Os relatos daqueles que estão no campo são de um cenário de destruição generalizada, que deixará impactos de longo prazo por toda a bacia do Rio Doce.

Muitos rios por onde a onda de lama passou foram totalmente soterrados ou severamente assoreados, comprometendo a vida de todo o ecossistema, e os impactos deverão chegar ao ambiente marinho. Os pesquisadores foram rápidos e conseguiram chegar à foz do Rio Doce antes da lama, a tempo de coletar amostras de água, areia e outros sedimentos no seu “estado natural”, que depois servirão de base comparativa para avaliar os estragos e a contaminação gerados pelo desastre.


Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*