Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia? Preocupação, mesmo, ou o que?

Preocupação de fato ou mera hipocrisia?
“A devastação inédita da floresta amazônica, que já perdeu mais de 3.445 quilômetros quadrados em 2019, foi destque da revista norte-americana Foreign Policy, que estampa a manchete “Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?”. De acordo com o texto, é “apenas uma questão de tempo” até que lideranças mundiais façam “o que for necessário” para frear o grave descaso do governo brasileiro”.
Em que pese à gravidade da situação e pertinência das preocupações de qualquer terráqueo, digamos assim, em afirmações como estas, rolam, também, más intenções ou má fé, já que atribuir situações como estas  assim, meramente a ignorância de um carinha com um currículo harvardiano (sic), como o da matéria... 

Independente da pertinência da proposta [se concorda ou não] é preciso descobrir o que o move de fato em sua análise: má intenção ou ignorância?

Longe de mim defender este crime que o “governo bolsonaro” representa, é claro, mas é preciso entender o que significam, efetivamente, manifestações como esta. Se desinformação ou se muita hipocrisia pura e simples de defensores assim, além de muitos outros da União Europeia, sobretudo, que vem destilando suas preocupações, entre aspas, com o que ocorre na Amazônia.

A Noruega, por exemplo, um ‘paraíso’ do norte da Europa, junto com a Alemanha financiam uma entidade de defesa ambiental, o Fundo Amazônia, por aqui e que vive reclamando, é quem tem uma mina em plena Amazônia e que foi acusada recentemente de detonar o meio ambiente, com a destruição de áreas de nascentes em plena floresta, depois de um despejo ilegal de rejeitos [aqui] de sua mineração de alumínio.

Ou o novo projeto do período “governo bolsonaro”, da mesma mineradora, que pertence ao Estado norueguês: A Noruega tem o maior projeto de exploração de minério de ferro na Amazônia.

Assim como ela, todo o mundo desenvolvido, inclusive aqueles que se dizem preocupados e protestam contra a devastação, estão levando o deles por baixo do pano e de uma mídia local conivente e vendida.

O sistema [de nome “governo bolsonaro”], que está detonando o Brasil, dos brasileiros, mesmo, está sendo uma festa para o capital multinacional com os leilões/doações da riqueza local, não só das empresas, mas, sobretudo do próprio solo e subsolo do país.

Riquezas que, efetivamente, já foram, haja vista que o processo de doação começou a todo vapor logo após o golpe com o governo temer, ou a primeira fase do golpe internacional.

Claro que algo precisa ser feito, e com urgência, mas não por estas falsas vias, de ambientalistas de meia tigela, de países que só querem levar o seu, enquanto fazem média com os incautos e bem intencionados.

Logo, o harvardiano preocupado é um hipócrita ou um ignorante? Já que é de bom tom, antes de se fazer afirmações, sobretudo de tal gravidade, no mínimo, ‘dá um Google’ e se informar um pouco mais e melhor.

O “governo bolsonaro” só está ‘acontecendo’ no Brasil, pois de brasileiro ‘só’ tem a localização geográfica [e o monte de manes* que cooperou para este estado de coisas].
*É difícil classificar o que seja ou o significado efetivo disso..., já que muitos fatores radicais e, relativamente, inéditos interferiram tanto em seus corações e mentes.
Veja [esta curiosidade] o que disse o Pagina12, jornal argentino, durante o governo temer [o Jornal Nacional? Então...]: “EUA ocupam a Amazônia”,  para ver que o tema Amazônia foi o verdadeiro foco [difícil escolher o filé mignon] do golpe, o "soft coups", como diz o Chomisk.


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