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domingo, 11 de outubro de 2020

O passado sempre facilita ver melhor as coisas agora. É isso, a História!

A História teria uma excelente função prática na percepção do cotidiano. É isso, facilitaria bem as coisas...

Só não funciona por que a cada dia mais é deixada de lado como se inútil, e não é atoa que os regimes ditos de exceção, como se chamam aqueles aonde a democracia não chega a ser usada nem mesmo como expressão de marketing, de enfeite, são seus inimigos declarados.

Esta biblioteca na imagem... Parece, não é a primeira coisa que nos veem em mente? Mas, são malas. É isso, malas.

A bem da verdade como função simbólica, metafórica faz muito bem o papel de livro... É isso, livros de História.

Detalhe de uma História recente onde as pessoas foram no lero de malucos de pedra e deu nisso. Os regimes fascistas na Europa, que deram uma boa reduzida na população de muitas áreas por lá.

São malas de poloneses recém-chegados em campos de concentração em sua última viagem. Pode?

É assim com a História. É por isso que está área na educação formal é sempre desativada de saída, assim como da cultura ou outra qualquer que possa levar ao uso da informação, da racionalidade mínima na percepção do momento político.

Mas nada que não possa ser buscado e dado uma conferida, pois ajuda sim, a perceber bem melhor o agora. Sistemas assim funcionam tão bem que pouco inova e a fórmula é, geralmente, a mesma.

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terça-feira, 22 de setembro de 2020

Será se corrupção é um conceito tão conhecido assim?

Lembra-se das manifestações dos amarelinhos nas ruas contra a corrupção, daí o pedido de impeachment da Dilma?

Então veja as frases ditas à época, mas a mídia associada jamais mostraria.

(...) Os manifestantes a favor do impeachment, no entanto, adotaram os dois como mascotes.

“Cunha mito, meu malvado favorito”, gritavam pessoas em frente ao Congresso.

“Temer, ladrão, roubou meu coração”, gritou outro (...).

Então, apesar de conhecerem a “folha corrida” dos dois... Quais seriam mesmo os tais delitos? Claro que a grande maioria foi tipo ‘maria vai com as outras’ com suas camisas amarelas ridículas como gado padronizado, não tinha a mínima ideia do que efetivamente estava fazendo.

Mas o impeachment, a eleição – manutenção – do imbecil no Planalto não seria hipoteticamente para combater a corrupção e salvar o Brasil?

Como disse o empresário:

Sérgio Manuel de Lima. “Acordamos a tempo de salvar o Brasil da corrupção para sempre. E pensar que foram apenas alguns domingos na rua com a camisa da seleção para resolver tudo.”

O Temer que assumiu o poder no pós-golpe, que começou a detonação, entrega do país [poderia ser o Cunha], porque não está fazendo companhia ao Cunha na cadeia, e sim gozando o que levou? Prêmio pelo bom papel comprido?

Então, o que seria mesmo a “corrupção”*.

É notório que se um princípio define o conceito de fascismo, é o “combate à corrupção”. Claro que como retórica pura, já que aquilo que o define efetivamente, é o velho ditado popular: ‘Fica sentado sobre o rabo e fica falando do rabo do outro’.

No caso da Dilma, quando não vê [o rabo], inventa.

*Ela costuma muito rolar no varejo..., no cotidiano d’agente, sem que seja reconhecida como tal, embora possa parecer fugir do conceito clássico. Sem falar nos casos explícitos através do voto.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Próximo de guerra civil o responsável pela eventual dita cuja é indicado ao Nobel da Paz

Adolescente de 17 anos assassinou dois manifestantes em protesto de movimento negro nos EUA

Parece piada, mas não é.

O Trump foi mesmo indicado ao Prêmio Nobel da Paz. E isso seria por uma hipotética atuação sua em situação de paz no Oriente Médio.

Parece gozação porque historicamente depois de Guerra Civil em 1860/1865, quando o país esteve próximo de se transformar em dois, em função de uma violência armada crescente hoje, ele nunca esteve tão perto de repetir o ‘evento histórico’ do passado.

O racismo estrutural que permeia o inconsciente coletivo no país foi ou vem sendo turbinado por manifestações, falações e atitudes do próprio candidato ao Nobel da Paz.

Já existem previsões pessimistas segundo as quais os EUA não têm mesmo como fugir de uma guerra cível em futuro próximo. Guerra esta que já se insinua no cotidiano em conflitos armados crescentes e mortes, envolvendo grupos negros e brancos assim como de esquerda e de direita.

Para se ter uma ideia: “há mais armas do que pessoas nos Estados Unidos. Segundo pesquisa do Instituto de Pós-Graduação em Estudos Internacionais de Genebra, na Suíça, os EUA tinham em 2017 uma população de 326,5 milhões de habitantes. O número de armas de fogo em poder de civis era de 393,3 milhões no mesmo ano”.

O que equivale a mais de uma arma por pessoa.

Só a título de comparação, no Brasil que teve um aporte radical de armas vendidas no atual governo, para uma população de 211,2 milhões de pessoas, havia 17,5 milhões de armas, ou seja, conforme a mesma pesquisa feita em 2017, logo anterior ao grande aporte no mercado em período recente.

É bom lembrar que não se trata de “espingarda de carregar pelo cano”, como se diz, de revólver 32 ou 38..., coisinhas assim. Mas de armas de até então uso exclusivo dos exércitos em qualquer país, exceto nos EUA e, agora, no Brasil.

Um objeto de desejo comum é o AR15, o mesmo que o adolescente usou para matar as pessoas nos EUA (na imagem). Os preços variam, mas podem chegar a U$3 mil ou aproximadamente R$18 mil. Perfeitamente compatível com o poder aquisitivo de um salário mínimo [R$1.039] recentemente reduzido.

Este carinha de plantão no Planalto continua insistindo sobre a necessidade de armar a população.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Marco do 7 de setembro 2020. Carteira de Trabalho Verde e Amarela

Quando se relativiza o próprio conceito de independência...

Neste 7 de setembro 2020 em tempos tão tenebrosos assim, temos um marco radical. A Carteira de Trabalho Verde e Amarela, ou o símbolo do retrocesso do Brasil à era pré-industrial.

Veja a cara da coisa segundo o economista Luiz Gonzaga Belluzo:

“Só perda de direitos…

Sim, só isso. Agora querem o projeto de lei que estabelece a carteira de trabalho verde e amarela. O que é isso? Salário por hora, que também é uma forma de você dispensar as empresas de respeitar os direitos dos trabalhadores. É muito grave o salário por hora, porque vamos retornar ao regime de contrato de trabalho anterior à revolução industrial, o regime do putting-out, em que você pagava por hora, ou por peça etc. Ou seja, você está dissolvendo as relações salariais. E o efeito disso sobre a economia vai ser muito grave. Porque vai deprimir violentamente o poder de compra da massa de trabalhadores”. [Carteira de trabalho]

Tempo de serviço, estabilidade mínima, Férias, 13º, FGTS, aposentadoria...

É como uma espécie de coerência com a nova condição do país. Condição esta que chegou de maneira sutil, mas que funcionalmente dá no mesmo, ou seja, sua nova condição de colônia, onde o conceito de independência do 7 de setembro, não passa de uma metáfora.

É como se diz, voto parece uma mera formalidade, mas este carinha colocado aí vem provando que é bem mais que isso, mais que um mero dever cívico, uma obrigação.

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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

O novo amor que fundamenta a “nossa” democracia

Veja o significa (ria) democracia...

(...) O termo origina-se do grego antigo δημοκρατία (dēmokratía ou "governo do povo"),[1] que foi criado a partir de δῆμος (demos ou "povo") e κράτος (kratos ou "poder") no século V a.C. para denotar os sistemas políticos então existentes em cidades-Estados gregas,(...) Wikipédia

Pelo visto os tradutores pisaram na bola e não entenderam nada [ia dizer porra nenhuma, mas o blogue aqui não usa tais expressões].

Um sistema político que permite que um doido de pedra [pelo menos em seu nome de palhaço de picadeiro], decida sobre a vida e destino de tanta gente..., tem o lance da vida mesmo, tipo 100 mil mortes por puro descaso, deveria ter outro nome...

Se somar a funcionalidade dos neurônios ativos desses dois retardados aí se ‘beijando’ na foto..., não dá um.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

O dia em que o BozÓ quase virou ditador invadindo/destituindo o STF

– Vou intervir! – disse. Bolsonaro queria mandar tropas para o Supremo porque os magistrados, na sua opinião, estavam passando dos limites em suas decisões e achincalhando sua autoridade. Na sua cabeça, ao chegar no STF, os militares destituiriam os atuais onze ministros. Os substitutos, militares ou civis, seriam então nomeados por ele e ficariam no cargo “até que aquilo esteja em ordem”, segundo as palavras do presidente. No tumulto da reunião, não ficou claro como as tropas seriam empregadas, nem se, nos planos de Bolsonaro, os ministros destituídos do STF voltariam a seus cargos quando “aquilo” estivesse “em ordem”. A essa altura, ele já tinha decidido também que não entregaria seu celular sob hipótese alguma, mesmo que tivesse que descumprir uma ordem judicial. “Só se eu fosse um rato para entregar meu celular para ele”, disse, fazendo uma comparação que voltaria a usar, em público, no transcorrer do dia. – Vou intervir! – repetiu.

É um lance que rolou em uma reuniãozinha maneira do BozÓ & Cia em Brasília, em 22 de maio de 2020, quando ele ficou literalmente puto com o STF e o que ele alegava ser a tentativa de investir contra  sua otoridade.

Ele ainda não caiu na real – ou a nova real é essa mesma? – onde na República existem e coexistem três poderes autônomos e desejavelmente harmônicos entre si na condução das coisas do país.

Ele acha que o seu voto lhe deu cargo/função típica de imperador a quem todo mundo deve se submeter, e onde ele faz o que bem quer como se em uma propriedade particular ou sua casa, como a verdadeira ‘casa de mãe joana’.

Veja mais detalhes da quase tragédia..., ou de um monte de milicos [coçador de saco] dando com os burros n’água.

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sexta-feira, 31 de julho de 2020

A questão social não é pouco caso, mas uma questão de coerência neoliberal

É uma das pontas do ‘propósito’ neoliberal, acabar com os idosos e de preferência os mais pobres... A outra, ponta, é ‘investir’ na desativação dos programas sociais e assim garantir a eliminação da outra ponta... Pobres e suas crianças. Outros ganhos? São circunstanciais.
 
Ideia de preservar a população como um substrato indispensável ao mercado consumidor e ao desenvolvimento da economia e do lucro, embora pareça lógico, não chega bem a ser o caso, pelo menos na visão dos teóricos neoliberais que funcionam como eminências pardas de governos.

É que os custos pela construção desde mercado consumidor a partir deste substrato tão radicalmente básico, não seria economicamente viável no curto prazo, logo, a saída é simplesmente eliminar.

O que surpreende é a crueza das ações como as que vêm sendo adotadas no Brasil e EUA [embora a mídia local continue divulgando como o paraíso na terra].

Este é o Brasil previsto...
Isso aliado à alienação de grande parte da sociedade que já vem sendo trabalhada pela mídia oficial há um bom tempo, que simplesmente não vê, e se alertada para isso, acha que tem que ser assim mesmo. E se expressa com surpreendente aversão/raiva: “vagabunde tem mais é que pastar”.

Surpreendente mesmo, é que não raro se enquadraria, também, nesta categoria, [embora não se veja como tal], já que se vê tomando como referência alguém ‘mais abaixo’, o que atesta o poder radical da manipulação e alienação gestada pela mídia oficial nos corações e mentes.

Daí compor o contingente de apoio, sobretudo, via eleições.

É a aplicação do ideário da “nova direita internacional”, que resolveu tirar do papel e partir para os finalmente. O Brasil tem um grande potencial em todos os níveis, para ser prioridade no processo.

O que antes era uma política [imagem] voltada para o terceiro mundo notadamente o Brasil seus grandes recursos, a exceção do período petista, entra em nova fase com o “novo liberalismo” e turbinado pela pandemia.

Ou seja, além deste ‘teoricismo’ todo que, a bem da verdade, já estava a todo vapor a partir do golpe e governo Temer, a pandemia ‘junte à fome com a vontade de comer’, acelerando o processo e, sobretudo, dando uma boa justificativa.

É o caso dos EUA e Brasil para ficarmos só nesses exemplos, onde a ação de governo é praticamente a mesma no trato com os cuidados, prevenção e combate ao covid.

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Novos contadores de estórias...


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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Moro desmoralizou tanto a PF, que o ‘FBI’ está chegando para fazer seu trabalho

Era de se esperar.  

O moro desmoralizou tanto a PF, usando-a como uma policiazinha particular a serviço de seus interesses escusos, que era de se esperar que ia acabar dando nisso.

Ela vem tendo atuações tão grosseiramente bizarras, até ilegais, como o caso de ‘ter escondido’ o Queiroz [que anda sumido há 8 meses], porque qualquer policiazinha de quarteirão o teria prendido se quisesse.

Andou até fazendo um filme que viralizou nas redes sociais, dançando com sua mulher e tirando sarro, quando internado a título de fazer algum tratamento, [era em período que, pelo menos teoricamente estava foragido], no mesmo hospital em que o bolsonaro se curou, entre aspas, da fakeada.

Lembra-se quando ela, ainda servindo ao moro [pessoalmente], localizou a toque de caixa, tentando mostrar uma eficiência que não tinha, já que os caras não existem de fato, são meros fantoches pagos para posarem de hackers para tentarem desmoralizar a Vaza Jato?

Então esta notícia da vinda da ‘PF de lá’, dos states para vigiar nossos aeroportos, é apenas um ‘tubo de ensaio’ para intervenções mais significativas na sequência, e nada mais coerente do que o novo dono cuidar de ‘suas coisas’, sua nova colônia.
Veja: Aeroporto de Guarulhos poderá ter agentes americanos para identificar viajantes de 'alto risco'
Bases militares ‘de verdade’ estão sendo cogitadas para a região Amazônica.

Sabia que o presente dado aos states, do Centro de Lançamento Alcântara, no Maranhão, o novo dono só admite que sejam lançadas ‘só coisas’ suas? E se tiver outros países interessados, só com sua autorização expressa. Aí deve incluir, também, ‘coisas’ do Brasil.

Sabe por que o interesse deles em nossa ex-base (CLA)? É porque a sua localização de lançamento é a melhor que existe, por estar bem mais perto do equador do que outra qualquer. Mais fácil, mais barato..., e agora ‘de grátis... ’

É pouco ou quer mais?

Com informações de O Globo

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Ao que tudo indica, não demora...


Pelo andar da carruagem, não deve demorar. O bozó é um mero detalhe circunstancial...

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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Fascismo... O que seria esse ‘troço’, mesmo?

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Em meio a tanta informação x desinformação ou mesmo a mais trivial da mentira, hoje pós-modernamente batizada de fake news, o fenômeno dos clichês tomou conta dos corações e mentes das pessoas.

O interessante é a ascendência ou promoção da desinformação quando munido de um clichê ou de uma fakenewsinha qualquer um se sente o mais informado e inteligente dos seres para discorrer com toda a segurança, diria até prepotência, na defesa de sua tese, entre aspas.

Fenômeno gritante é o da burrice, que antes fazia os ‘portadores’ se armarem da mais discreta discrição [sic] para não dar na vista, para não pegar mal. Agora... Sabe-se lá o que aconteceu, mas o fato é que sumiu ou pelo menos saiu do armário travestida de outra coisa qualquer.
Confira: Chefe da ONU cita Brasil como exemplo de eleição afetada por 'desinformação'(com ‘laivos’ de burrice, mesmo!)
Ela se manifesta quando o ‘portador’ resiste com toda a veemência, senão virulência, ao mais racional dos argumentos que questiona ou coloca em dúvida ou em cheque a sua verdade, entre aspas. É uma forma comum de manifestação do fenômeno.

O fascismo é uma expressão que vem sendo largamente utilizada atualmente, não só no Brasil, para ilustrar os ‘novos regimes' ou sistemas políticos que vêm se ‘apossando’ de muitos países como se em um efeito cascata a começar pelo país mor os EUA.

O ‘do’ Bolsonaro estaria encaixado nesta categoria, embora seus fiéis eleitores em sua maioria acometidos dos fenômenos descritos acima rebatem sem terem, com certeza, a mínima ideia do que se trata e do que pode sobrar para si mesmo com tanto apoio.

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