terça-feira, 15 de março de 2016

Cunha negocia com o tráfico da Colômbia! É isso, um dos “pés” da República…

Pensa que é coisa de esquerdistas, de petistas… Saiu no Estadão. É no Estadão! O suprassumo do conservadorismo retrógrado do país.

A lista… A lista de seus “feitos”, mesmo com todas as edições e filtrações da mídia associada, já é muito grande…

Diante disso, a palavra que me ocorre é surreal. É surreal!

Nós temos à frente de uma das instâncias de poder da República, o Congresso Nacional – Senado e Câmara dos Deputados – um bandido, já que a própria mídia associada, mesmo com todas as ressalvas possíveis, mostra a cara de um bandido. E não é só uma força de expressão.

O chefe da outra casa, o Senado, o Renan Calheiros, também, esteja “sub judice”.

O mais hilário (???) é o poder que este cara mantém, o tal do Cunha, inclusive para atentar contra a chefe do Poder Executivo, a quem tentam, por todos o meios, imputar uma culpa que, apesar de todas as mágicas e malabarismos judiciais e midiáticos não conseguiram.

Um indicador interessante divulgado pelo DataFolha referente a última manifestação em São Paulo, é que 77 % dos manifestantes tinham curso superior e pertenciam, a maior parte, a extratos sociais e econômicos superiores.

Seja lá o que se entenda por isso, exatamente, já que informação não deve entrar como característica inerente ao segmento, já que optar por coisas tipo mau caratismo da maioria seria, também, um pouco mais desastroso.

Então, o que os moveu, ou move? Já que as justificativas dadas pelos Jornais Nacionais da vida são… O que são… Um amontoado de mistificações, distorções dos fatos e da realidade, mentiras, mesmo, e com os objetivos mais escusos…?
"Cunha negocia com o tráfico da Colômbia
Relatório do Ministério Público da Suíça mostra que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDBRJ), teve que apresentar explicações ao banco Julius Baer a venda de uma casa dele no Rio de Janeiro para Juan Carlos Ramirez Abadia, um dos chefes do tráfico de cocaína na Colômbia.

Os documentos, que deram origem à abertura do segundo inquérito contra o deputado, indicam que ele tratou do assunto numa visita ao escritório do banco em Genebra em junho de 2002. Abadia foi preso no Brasil e extraditado para os Estados Unidos.

Resumindo: A nossa justiça de fritar bolinhos. O nosso juiz tão determinado acabar com a corrupção, mas que não seja de políticos da oposição ao PT ou de aliados de Aécio, fez vistas grossas. A justiça da Suíça – que não tem cor partidária, não veste camisa preta – descobriu, o que a deputada Cidinha Campos já havia denunciado aqui no Brasil em 2007. Leia no Estadão

Em andradetalis

Se gostou deste post subscreva o nosso RSS Feed ou siga-nos no Twitter para acompanhar nossas atualizações

*

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Olá!

Bem vindo, a sua opinião é muito importante.