segunda-feira, 4 de maio de 2015

Valorização real do salário mínimo muda a cara da economia e da qualidade de vida


Este é o salário mínimo que o Aécio afirmou durante campanha para Presidência da República que estava muito alto, e que estaria prejudicando as empresas.

Pelo visto, mesmo os eleitores que foram na conversa – não nesta, por desinformação ou leseira – do candidato do psdb, saíram ganhando com a reeleição da Dilma, já que, caso o dito cujo tivesse sido eleito não ia adiantar nada ficar ‘chorando sobre o leite derramado’, no caso o voto dado.

Porque, com certeza, ele ‘adequaria’ o valor real do salário mínimo às necessidades das empresas que o financiaram e a quem representaria de fato. 
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Não sei onde acaba a desinformação e começa a imbecilidade do eleitor, já que o dito cujo teve uma votação surpreendente, até mesmo para ele e seu partido. 

Só dá para afirmar um velho adágio popular: “burrice pouca é bobagem”, afirmação que até foge da dúvida ou questão no parágrafo anterior.
"Valorização do salário mínimo muda a cara da economia
De 2003 a 2015, o aumento real foi de 76%, alterou o perfil de consumo e foi o principal fator para redução da pobreza no País, segundo a ONU.

O Brasil adotou, a partir de 2003, uma forte política de valorização do salário mínimo. Na época, houve críticas de que os impactos seriam negativos para as contas públicas. Mas, após 12 anos, os resultados positivos são evidentes e efetivos. O valor atual de R$ 788, por exemplo, é o maior em termos reais desde 1983 e tem o melhor poder de compra desde o início do Plano Real.
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A melhoria na capacidade de consumo foi constatada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O mínimo de hoje compra o equivalente a 2,22 cestas básicas por mês, mais que o dobro do ano de 1995 (1,02). O crescimento se explica pelo aumento real (acima da inflação) de 76% do valor do mínimo desde 2003 – quando o valor era de R$ 200.
 
A influência do mínimo é grande na economia brasileira. Segundo o Dieese, um total de 46,7 milhões de brasileiros e brasileiras tem atualmente rendimentos que são corrigidos com base no salário mínimo. Neste ano, por exemplo, o reajuste para R$ 788 vai colocar R$ 38,4 bilhões na economia. O efeito é maior na região Nordeste, onde 54,4% dos trabalhadores ganham um salário mínimo.

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