O
Julian Assange, para quem não se lembra, é um jornalista
e ciberativista
que mantém o site WikeLeaks, que, em 2010, divulgou documentos sobre as atividades
ilícitas das embaixadas dos EUA e sobre possíveis crimes de guerra cometidos na
Guerra do Afeganistão e na Guerra do Iraque pelo Exército dos Estados Unidos.
Atualmente está exilado na embaixada do Equador, em Londres, para não ser preso
e deportado para os EUA.
“Este livro não é um manifesto.
Não há tempo para isso.
Este livro é um alerta.” - Julian Assange
Apesar de a internet ter possibilitado verdadeiras revoluções no mundo todo, Assange prevê uma futura onda de repressão na esfera on-line, a ponto de considerar a internet uma possível ameaça à civilização humana.O assédio ao WikiLeaks e a ativistas da internet, juntamente com as tentativas de introduzir uma legislação contra o compartilhamento de arquivos, caso do Sopa (Stop Online Piracy Act) e do Acta (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), indicam que as políticas da internet chegaram a uma encruzilhada.De um lado, encontra-se um futuro que garante, nas palavras de ordem dos cypherpunks, "privacidade para os fracos e transparência para os poderosos"; de outro, a ação da parceria público-privada sobre os indivíduos, que permite que governos e grandes empresas descubram cada vez mais sobre os usuários de internet e escondam as próprias atividades, sem precisar prestar contas de seus atos.
Confira o
livro, aqui.



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