domingo, 5 de maio de 2013

A auto-regulação da mídia só atende aos seus interesses e não aos da sociedade


Toda vez que se fala em algo como lei dos médios no país a mídia tradicional e hegemônica, faz o maior escarcéu como se quisessem criar um estado de exceção ou uma ditadura, escondendo o fato de que elas nunca foram tão livres como nos tempos da ditadura de 64, quando se locupletavam com a proximidade, colaborando ostensivamente com o regime.

A auto-regulamentação é um privilégio que pressupõe responsabilidade e lisura no trato com a notícia e a informação, e não o que se vê no país, onde reina a liberdade absoluta para atacar e denegrir quem quer que seja sem a contrapartida da garantia dos direitos individuais e da sociedade, que ficam reféns de seus desmandos e arbitrariedades.

Este exemplo recente na Inglaterra criando uma legislação que ponha limites à sanha irresponsável de veículos da mídia local e jornalistas, deve servir de exemplo para os legisladores no Brasil, inclusive esvaziado o discurso da mídia local, que prega ser um atraso ou retrocesso se pensar em algo semelhante.

Neste link: Mídia: a falta que a ousadia britânica nos faz, você pode conferir o histórico desta iniciativa na Inglaterra e verá argumentos que comprovam a necessidade – e urgente – de uma lei dos médios no Brasil.

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