sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Serra perde uma eleição mas não perde o vício. A baixaria

O Serra é um velho conhecido por apelar e lançar mão de baixarias contra os adversários fazendo com que as disputas das quais participa obrigue os pais mais zelosos a retirar os filhos menores da sala durante as suas propagandas eleitorais.

Caindo nas pesquisas de intenção de votos – cai a cada nova pesquisa – e decolando no de rejeição – já bate todos os recordes nesta eleição, na última pesquisa (11/09/12), foi de 42 para 46% – então, nem se fala, ele apura no verbo e na baixaria.

Recentemente, em ato de sua campanha em São Paulo, depois de destilar o conhecido veneno contra os adversários, indistintamente, disse que a diferença entre ele e os demais é que ele: “anda de cabeça erguida e não tem vergonha dos companheiros, porque faz tudo com ética”.(Folha)

É o velho Serra!

O conceito de ética do candidato, pelo visto, é bastante pessoal. Tomando uma definição simplificada: “A ética é o que você faz quando está todo mundo olhando. O que você faz quando não tem ninguém por perto chama-se caráter”, vê-se que pelo seu histórico, o Serra deixa a desejar nos dois itens.

Se tudo correr bem, São Paulo se livra de ter uma nova experiência com “o estilo Serra de governar”.

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