O que se vê nesse governo, entre aspas, que não se
reduz, agora, ao golpista temer –
que está “dilapidando” a coisa pública à toque de caixa – já que o novo Presidente
da Câmara segue o mesmo figurino, é uma sensação de urgência.
É uma urgência em deliberar sobre questões
cruciais que estavam em curso no governo
Dilma na Câmara dos deputados, quando projetos que tramitavam e, de alguma maneira,
visavam colocar tanto ordem na casa como na coisa pública, caso da corrupção e promiscuidade empresarial,
vem sendo sistematicamente sustadas, arquivadas.
Com o tal rodrigo
maia, do dem, não está sendo
diferente, ele acaba de sustar a tramitação de mais uma promessa de instrumento
legal que visava dar um basta nesta
coisa toda.
Claro que ele, é um ‘pau mandado’, como outros, pois
visa proteger, também, a seus parceiros na casa, já que como disse o próprio cunha, a quantidade de rabo preso na
casa é grande e extensa.
Novo presidente da Câmara encerra CPI que investigava grandes empresas
Rodrigo Maia (DEM-RJ),
deu uma decisão nesta sexta-feira (15) que praticamente encerra a CPI do Carf,
impedindo que ouça novos empresários investigados sob suspeita de corrupção na
Operação Zelotes
O novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia
(DEM-RJ), deu uma decisão nesta sexta-feira (15) que praticamente encerra a CPI
do Carf, impedindo que ouça novos empresários investigados sob suspeita de
corrupção na Operação Zelotes.
Órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, o Carf é
responsável por julgar autuações aplicadas pela Receita Federal aos
contribuintes. Dentre os investigados estão grandes doadores de campanha.
Maia revogou uma determinação do seu antecessor,
Waldir Maranhão (PP-MA), de prorrogar por 60 dias a CPI. A prorrogação havia
sido feita a pedido da comissão, que solicitava mais tempo para ouvir os
investigados.
Em vez desses 60 dias, o novo presidente
estabeleceu um prazo de 26 dias "exclusivamente para discussão e votação
do relatório final", o que significa que ninguém mais pode ser convocado
para prestar depoimento.
Dentre os requerimentos de convocação já aprovados
estavam, por exemplo, do empresário Joseph Safra, do grupo Safra, e da
ex-ministra Erenice Guerra. Ambos são investigados na Zelotes, mas negam
envolvimento com irregularidades no Carf.
Travada desde o início por blindagem do governo e
da oposição, a CPI aprovou poucas convocações de personagens importantes e
praticamente não ouviu nenhum deles. Ainda estavam na pauta requerimentos como
de convocação de André Gerdau, também investigado na Zelotes.
A assessoria de Rodrigo Maia afirmou que ele
decidiu restabelecer uma decisão tomada pelo plenário da Câmara, de prorrogação
apenas por 30 dias, e que Waldir Maranhão havia passado por cima dessa decisão
do plenário ao determinar os 60 dias.
Integrantes da CPI protestaram contra a mudança.
"Rodrigo Maia já deixa sua marca de blindador das grandes empresas ao
cancelar a prorrogação da CPI do Carf", afirmou Ivan Valente, líder do
PSOL.
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