terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Veja porque certos juízes comungam com o psdb e optam por destruir as empresas envolvidas na Lava Jato e ferrar o país


Para usar ume expressão tão vulgar como verdadeira, “é pura burrice” querer destruir as empresas envolvidas no Lava Jato, como se pessoas fossem e tivessem que pagar pelos seus erros. Para usar, novamente um dito popular: “o buraco é mais embaixo”.

A ideia é quebrar a espinha dorsal da capacidade produtiva e autônoma do país, destruindo um dos poucos, e eficientes, nichos de produção de conhecimento e tecnologia fundamentais não só para o desenvolvimento do país, mas, também, para se somar a sua pauta de exportação – tecnologia pura – tendo acumulado grande reputação internacional quando, embora não se coloque em realce todo o dia, o poder real é de quem sabe, quem tem conhecimento próprio, que é a única forma de se furtar à subserviência tecnológica que é apenas mais um dos mecanismos de sujeição, mais do que tecnológica, mais política.

É o moto dos defensores, “juízes” – com aspas –, o de detonar as empresas e submeter o país a um atraso tecnológico e econômico, que dificilmente conseguiremos superar ou reconstruir no médio longo prazo. É isso o que quer esta direita antinacional que não se resume aos políticos de plantão encastelados nos psdbs da vida que todos conhecemos, mas também enfurnadas no judiciário e fazendo de conta que defendem o direito e a Constituição.

Seria a concretização do velho sonho do psdb. Cumprir o seu papel de “lesa pátria” e abrir o mercado para as construtoras estrangeiras. E tem gente que ainda aposta – e vota – em coisas assim, como esse arremedo do partido, que se diz nacional.

O recurso à “leniência” não é um golpe contra a legalidade e/ou um perdão aos culpados, como querem fazer crer e/ou imputar esta pecha em Dilma e ao governo, mas, um recurso para preservar os interesses do país, sem que isso implique em impunidade ou em suspensão das investigações ou procedimentos legais para apurar até o fim as irregularidades envolvendo a Petrobrás.

Se fosse para ocultar ou perdoar, o governo Dilma teria feito como fez o FHC, quando o esquema de fraudes bilionárias foi montado em seu governo, e com o seu conhecimento – provavelmente “não só” conhecimento – e não dado corda a Polícia Federal como faz a Dilma, para ir a fundo, levantando a tampa da lata de lixo fétido que foi tampada no (des) governo do psdb.
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