quarta-feira, 31 de julho de 2013

Médicos batem ponto sem trabalhar em hospital público de SP, de novo?


Há males que veem pra bem, já dizia o velho ditado popular. Esta revolta dos médicos contra o governo federal para manter os seus privilégios, tentando impedir que a justiça do atendimento médico à população seja feita, vem expondo um lado desta categoria, não todos, é claro, que está desfazendo certa aura de glamour e de certa reverência, que porventura pudesse existir em relação a estes profissionais.

Fatos como este mostrado no vídeo, ou aquele flagrado no interior de São Paulo com os dedos de silicone, onde um deles “marcava o ponto” de um grupo de outros médicos, ou quadrilha, se preferir, já que se uniram para fraudar, ou roubar, o dinheiro publico, quando praticamente não iam trabalhar, mas recebiam o seus vencimentos normalmente, são, como disse no inicio, um bem, pois, desmistifica e desmascara uma hipotética ética que queriam fazer crer, existir, não como pessoa ou individualmente, mas, como categoria.

Alguns médicos da maternidade pública Leonor Mendes de Barros, na zona leste de São Paulo, passam diariamente no hospital apenas para marcar o ponto. Eles foram flagrados entrando pela porta de funcionários e saindo em seguida, após bater o ponto e sem prestar qualquer atendimento. O processo todo não dura mais do que 15 minutos. Reportagem de Fabio Diamante, com produção de Fabio Serapião e imagens de Ronaldo Dias, exibida no telejornal SBT Brasil.

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Estes atos que não são inéditos, só ganham a relevância que veem tendo, graças à auto exposição em que se meteram em suas reivindicações injustas e corporativas.

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