domingo, 10 de março de 2019

O ambientalismo acabou, mesmo? E a nova 'agenda ambiental' do governo?

Ambientalismo... Quando foi que viu esta expressão pela última vez? Nem se lembra, não é verdade?

Provavelmente só depois da vitoria do Bolsonaro e sua “agenda antiambiental” é que ela voltou à ordem dia, sobretudo com protestos isolados aqui e ali nas redes sociais, mas sem grande consistência e/ou repercussão, sobretudo em função do ‘pouco caso’ da mídia convencional, que está de alguma maneira ligada e interessada em fazer de conta que não está acontecendo nada.

O fenômeno não é, apenas, local, diga-se de passagem.
Veja também: E aí, o ambientalismo acabou? O Brasil ainda lidera em numero de ‘mortes’ deles
A questão das reservas indígenas, por exemplo, que estão em via de ‘irem pro espaço’ é noticiada sem as suas óbvias implicações ambientais, já que a liberação da atividade mineradora na Amazônia está longe de ser uma coisa simples e inócua, para o país e para o planeta como um todo.

Mas, com certeza teremos – já temos – muito pano pra manga sobre o meio ambiente no país. Mas, e ‘nóis’ com isso?

Vamos nos ater apenas ao que ‘nóis pode’ ter com isso direta e imediatamente.

A morte de abelhas, aos milhões, tem sido noticiada de vez em quando, como recentemente no Rio Grande do Sul, onde os agrotóxicos foram responsabilizados pelo fenômeno, não obstante a sua relação direta e vital na produção de alimentos, mas, e “nóis”?

Clique aqui e veja uma ação trivial e corriqueira em nosso cotidiano, que tem um efeito concreto nesta problemática toda.

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