domingo, 14 de junho de 2015

Bioceânica, por que não? Os EUA, e os seus representantes internos, não querem... É claro!

Por que não? O corte drástico na hegemonia dos EUA no transporte intraoceânico, via canal de Panamá, vai ser um golpe sério em suas pretensões decadentes, diga-se de passagem, de manter a hegemonia no seu quintal preferencial, o “resto” da America, como tem sido nos últimos tempos. Isso aliado à identidade do parceiro na empreitada com o Brasil, a China, que, como se diz por aí, “come quieta e pelas beiradas”, o poder do Tio Sam mundo afora.

Claro que com aliados internos, alguns ideologicamente convertidos ao ‘viralatismo’, e outros a soldo do erário dos EUA: psdb, dem e outros, a batalha vai ser dura, mas tem que ser vencida por aqueles que são genuinamente brasileiros e querem o melhor para todos nós.

O Brasil não nasceu para ser coadjuvante de terceira categoria e sim protagonista no cenário internacional, por mais que isso incomode ou contrarie aos EUA e aos entreguistas tradicionais e aqueles, agora, de plantão.

       "Bioceânica: quem não quer e por que

O PiG, o Ibama, a Funai, o MP e o TCU se tornam instrumentos do interesse nacional americano

Quem não quer a Ferrovia Bioceânica são os Estados Unidos, porque ela será uma alternativa ao Canal americano do Panamá.

Quem não quer a Bioceânica são instituições instaladas no centro do Estado brasileiro e  funcionam, na prática, como agentes do interesse americano.

Para ser mais claro.

O IBAMA e a Funai.

O TCU e o Ministério Público.

São obstáculos a qualquer tipo de progresso, de intervenção no espaço físico, para construir o progresso.

Associam-se nessa inglória tarefa o Tribunal de Contas da União, dominado pelos pefelistas da Arena.

E o Ministério Público, dominado por procuradores fanfarrões.

No Brasil, hoje, com o labirinto institucional – e não é por acaso-, um prefeito não pode deslocar um paralelepípedo de uma calçada para outra, na mesma rua, no mesmo quarteirão, sem que o Ibama, o TCU e o MP concordem.

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