sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Depois da Ku Klux Klan, uma nova conexão nazifascista internacional do Bolsonaro, segundo The Guardian


"The Movement não é apenas sobre a União Europeia. É realmente global por natureza", havia dito, acrescentando: "Eu acompanho o que está acontecendo no Brasil como parte importante dessa onda populista". Diz o Steve Bannon.

Depois da Ku Klux Klan, as conexões nazifascistas do Bolsonaro com organizações internacionais ficam a cada dia mais expostas. Agora é o jornal inglês, The Guardian que denuncia.

O jornal identifica práticas do Bolsonaro nessas eleições que são típicas orientações do mentor do movimento internacional, o Steve Bannon, e que primam pela ilegalidade e desonestidade no trato com a prática eleitoral, ou a sabotagem da Democracia.
Encontro do filho de Bolsonaro com o Steve Bannon
Haja vista o que foi anunciado pela Folha, 18/10/18, atestando sobre o grupo de empresários que financiaram o processo de ‘disparos de milhares de fake news’ via Whatsapp, detonando o PT e, por extensão, o candidato Haddad, em franco desrespeito à Constituição Federal e às leis especificas do pleito eleitoral. Veja aqui.

Como o próprio STE – Superior Tribunal Eleitoral – já tinha antecipadamente se manifestado, alertando que um uso maciço das fake news, que ele garantiu ter estratégias eficientes para combater com rigor e eficiência, seria passível de levar à anulação das eleições.

Agora, diante da comprovação do fato publicado na Folha de São Paulo, a bola esta com a Justiça, sobretudo depois da afirmação enfática do ex-presidente do tribunal Luiz Fux sobre a anulação das eleições, ou quem sabe, a cassação da candidatura do Bolsonaro.

É esperar pra ver!

          "The Guardian publica relação de Bannon, "o sabotador da democracia", com Bolsonaro

Jornal GGN - As relações polêmicas do ex-chefe de campanha de Donald Trump, Steve Bannon, com o atual marketing político de Jair Bolsonaro (PSL) foram estampadas em reportagem do jornal britânico The Guardian [leia aqui].

O periódico descreve Bannon como "o sabotador da democracia" que "assumiu um papel de protagonista na eleição presidencial, cada dia mais antagônica, do Brasil". 

O jornalista Tom Phillips, correspondente da América Latina para o jornal britânico, deu destaque a um vídeo da campanha de Fernando Haddad (PT), que expõe os laços de Bolsonaro com a ditadura do regime militar no Brasil e com Steve Bannon.

"Uma publicação de campanha do adversário de esquerda de Bolsonaro, Fernando Haddad, divulgado na noite de terça-feira destacou os laços entre o populista brasileiro que elogia Trump e o homem que a revista Time chamou de 'O Grande Manipulador'", escreveu Phillips, fazendo referência a Bannon.

Nesta quinta-feira (18), o êxito da estratégia de publicidade eleitoral de Bolsonaro foi deflagrado pelo possível financiamento ilegal de campanha, o chamado caixa dois, no investimento de empresários em cifras de milhões para que empresas produzam conteúdos contra o PT e contra Haddad, com as chamados Fake News ou notícias falsas.

Mas no jornal britânico, a estratégia do coordenador de campanha de Trump, que obteve sucesso nos Estados Unidos, e agora atua em parceria na campanha de Bolsonaro, já havia sido polemizada nesta quarta-feira (17): 

"'Steve Bannon é acusado de sabotar os regimes democráticos em todo o mundo. Ele usa notícias falsas para espalhar o medo e a violência para ganhar as eleições', continua o narrador. 'Bannon é especialista em espalhar o terror em todo o mundo. Bolsonaro passou os últimos 30 anos fazendo isso no Brasil'", reproduz a reportagem, em referência ao vídeo da campanha de Haddad.

A reportagem também ressaltou a criação, por parte de Bannon, de uma instituição para disseminar o populismo da extrema-direita na Europa e em todo o mundo, chamada de "The Movement", com sede em Bruxelas.

Na semana passada, Bannon chegou a mencionar o Brasil como um componente importante nessa rede que pretende criar: "The Movement não é apenas sobre a União Europeia. É realmente global por natureza", havia dito, acrescentando: "Eu acompanho o que está acontecendo no Brasil como parte importante dessa onda populista".


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