terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Os currais eleitorais pós-modernos do voto evangélico, firmes à ‘direita’ em 2018

A bancada evangélica votou em peso na aprovação da reforma trabalhista e contra os interesses do trabalhador... Logo, ‘fechados’ com as reivindicações e interesses dos patrões.

O surpreendente é o seu eleitorado que os mantém com todo este poder.  E o pior, um eleitorado que ‘reza’ na cartilha da alienação, ao votarem seguindo hipotética orientação religiosa de seus líderes/pastores, quando os interesses que elegem são bem mais prosaicos, bem mais mundanos, ou seja, o delegarem este poder todo aos seus lideres religiosos, entre aspas, votam contra si mesmos, contra seus próprios interesses profissionais.
Veja também: 
 - A custo de que(m) os pastores negociam o voto de “seus fiéis” com o interino? 
 - Quem é quem na bancada evangélica, entre aspas, com este poder de fogo no Congresso Nacional 
 - O deputado-pastor “gestor” da Comissão de Direitos Humanos, também, contra a Dilma. Uma pista... 
  - A fé no fiel – e eleitor – é tão grande que uma vassoura milagreira “só” custa mil reais
É um voto cativo, ou uma versão pós-moderna dos antigos currais eleitorais.

Um eleitor assim nem pode ser chamado, como sói acontecer com muitos outros, de pobre de direita, já que não deve ter a mínima noção do que faz, se é que seja possível ser mais ‘sem noção’, como se diz, do que o típico pobre de direita.

Problemas e contratempos econômico/financeiros que por ventura venham a rolar em suas vidas devem atribuir “à vontade do pai” – cantada pelo pastor – ou mesmo aos desafetos de plantão da direita oficial, como agora, coisas tipo PT/Lula

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