Já se foi o tempo em que fumar era um sinal de atitude, de liberdade e charme. Hoje, é doença mesmo!
A atitude, a idéia de liberdade e o charme se transformaram em rejeição e até em discriminação. Quem fuma vem se tornando, a cada dia mais, uma “persona non grata” em situações sociais, eventos e ambientes profissionais.
A idéia de liberdade ainda reivindicada por muitos fumantes, acabou com a constatação do mal que o fumo indireto provoca nos outros, não fumantes.
Leia: “Fumante passivo e os malefícios. Das evidências à comprovação”.
Pesquisas divulgadas por organismos internacionais de saúde concluíram que o fumo indireto é a terceira causa de mortes, depois apenas do alcoolismo e do próprio tabagismo, o que justifica o endurecimento da legislação contra o cigarro como já ocorre em muitos países e, infelizmente, aqui no Brasil ainda é objeto de medidas dos Estados e não de uma lei federal.
O tabagismo é considerado uma doença pediátrica, pois, o fumante começa entre 12 a 13 anos o que aumenta a responsabilidade dos pais, escolas e instancias públicas. Outro aspecto, relativamente novo, é o número de mulheres fumantes, quando se sabe que os efeitos do cigarro em seu organismo são mais perniciosos.
Leia: “O álcool e o cigarro, conquista femininas de gosto duvidoso”.
Segundo a OMS, morrem por ano 150 milhões e 700 mil fumantes, dos quais 200 mil no Brasil com doenças relacionadas ao uso do cigarro.
























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