Muitos conflitos e/ou guerras parecem não ter fim. Atualmente temos 20 conflitos – ou guerras - como a mais recente a do Paquistão, obra do Obama, na continuação da pretensa luta contra o terrorismo, como fazia o seu antecessor, o Bush.
Alguns são tão antigos e tão batidos que ninguém mais liga ou presta atenção, já que a mídia não se interessa em trazer para o nosso cotidiano. Não dão mais Ibope, o que não que dizer que tenham desaparecido ou acabado.
A não ser que surja um fato novo – espetaculoso – para voltar às manchetes.
O conflito básico sempre girou, historicamente, em torno da posse da terra, literalmente, ou seja, o seu uso como fator de sobrevivência. Hoje, o motivo continua o mesmo, mas, não literalmente. Houve uma sublimação, e motivos menos tangíveis as justificam.
O poder que era um adereço natural predomina e outros menos prosaicos como a indústria bélica é fundamental para a criação de novos e manutenção dos artigos. Se tomarmos os meios de comunicação como referência, é como se elas – a indústria da guerra – não existisse.
Sabe-se, por exemplo, que um dos pés do tripé no qual se fundamenta a economia dos EUA é a indústria de armas.
Talvez seja por isso que entra presidente e sai presidente nos EUA e as guerras e/ou conflitos só aumentam...
O Obama, para ficar no caso mais recente, já esta fazendo a sua parte: Coréia do Norte, Irã (?), o Paquistão, reforço no Afeganistão (mandou novas tropas nos primeiros dias de seu governo) e, sabe-se lá quantas virão!
Afinal, ele só esta começando.
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